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CRF/AL é parceiro no 1º Seminário em Análise Clínica da Faculdade Maurício de Nassau
O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas é parceiro do 1º Seminário em Análise Clínicas que será realizado nos dias 09 e 10 de setembro na Faculdade Maurício de Nassau. O evento está organizado pelos bacharéis em farmácia 2016.1.Alexandre Correia, presidente do CRF/AL, destacou que a parceria com as instituições de ensino é de fundamental importância. “Hoje eles são estudantes, mas em pouco tempo estarão no mercado de trabalho e é importante saber que teremos profissionais preparados para enfrentar o dia a dia da profissão”, comentou. O presidente disse ainda que o Conselho tem essa missão de estreitar os laços com as instituições de ensino.Os interessados em participar do evento podem ligar para os números: 98858-8453 e falar com Jéssica. As inscrições custam R$ 35,00 e será fornecida uma declaração com carga horária de 20 horas.Confira a programação:Sexta 9 setembro◾14:00 as 17:00hs – Minicurso: Monitorização da Quimioterapia através do hemograma e novos exames moleculares. ( Palestrante: Luiz Arthur Calheiros Leite -Biomédico)◾18 as 19hs Credenciamento◾19 as 20 – Atualização do diagnóstico e tratamento da leishmaniose ( Anderson Brandão Leite – Biólogo UFAL)◾20 as 20:30 Intervalo◾20:30 as 22h. Dengue, zika e chikungunya: aspectos gerais, diagnóstico e conduta terapêutica (Ana Rachel Vasconcelos de Lima – UNINASSAU) -

CRF/AL fecha parceria com escola de idiomas
O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) fechou mais uma parceria para beneficiar seus associados. Os farmacêuticos alagoanos têm a sua disposição a escola de idiomas IdioMania que oferece cursos de idiomas de inglês, espanhol e italiano.
Alexandre Correia, presidente do CRF/AL, revelou que essa é mais uma iniciativa do núcleo de educação do conselho. “Com mais essa parceria, os nossos associados terão a sua disposição, descontos especiais para fazer cursos de idiomas”, destacou.
O diretor comercial da escola, José Vanderlei, explicou que existem turmas maiores, mas também cursos individualizados e também voltados para uma situação específica. “O farmacêutico que for fazer um mestrado fora, por exemplo, pode ter uma aula voltada só para esse fim”, comentou.
De acordo com ele, o corpo docente da escola é formado por professores nativos. “Sabemos o quanto é importante ter outro idioma nesse mundo globalizado, por isso, fechamos essa parceria com o CRF/AL”, revelou.
Mais informações: (82)99981-9988 ou pelo email: [email protected]
Ascom-CRF/AL
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Novo projeto do
O Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 350/2014 foi retirado de tramitação nesta segunda-feira, dia 1º de agosto, pela senadora Lúcia Vânia. O PLS também não deve ser reapresentado pela senadora este ano. É o que ela deve anunciar em vídeo a ser publicado nas próximas horas no portal e-Cidadania, do Senado Federal, e em suas redes sociais. Foi o que informou o seu assessor Heldo Mulatinho.
Ele afirmou à assessoria de comunicação do Conselho Federal de Farmácia (CFF) que a decisão da senadora foi motivada pela repercussão negativa da tramitação do PL. Disse ainda, que a senadora não reapresentará nenhum projeto semelhante sem ouvir as demais categorias profissionais da saúde.
O presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, avalia que a notícia é positiva e que a mobilização dos farmacêuticos e dos trabalhadores das demais categorias da saúde foi fundamental para a decisão da senadora. Mas conclama a todos para que continuem mobilizados para evitar qualquer nova ameaça de retrocesso. “Temos um compromisso com nossas profissões e com a saúde da população que é sempre melhor cuidada quando o cuidado é multidisciplinar.”
Fonte: Assessoria de Comunicação CFF
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Farmacêuticos alagoanos tem optado por abrir o próprio negócio
Hoje, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, contabiliza aproximadamente 181 farmacêuticos que são proprietários de farmácias e drogarias. Os dados referentes ao ano de 2016 mostram que os profissionais têm buscado se tornar dono do próprio negócio e esse foi o sonho realizado pelas farmacêuticas, Kelly Cristina e Marta Maria, que inauguram ontem a sua farmácia na cidade de Arapiraca.De acordo Kelly a ideia de montar o próprio negócio foi, sobretudo pela vontade de prestar atendimento a população. “Aqui nós vamos ter o contato direto com o paciente, vamos orientá-lo e prestar uma melhor assistência. Esse era um sonho nosso”, revelou a proprietária.O novo empreendimento foi inaugurado na cidade de Arapiraca e vai trabalhar com todos os procedimentos terapêuticos, incluindo também os éticos e controlados. A farmácia que funciona no bairro Brasília também fará atendimento de aferição de pressão arterial diariamente. “Mensalmente vamos realizar ações de orientação para comunidade e oferecer também o teste de glicemia. Identificando se aquele cliente tem alguma alteração, vamos encaminhá-lo a unidade de referência para que seja feito o acompanhamento médico necessário”, destacou.Alexandre Correia, presidente do CRF/AL, pontua que o empreendedorismo tem sido cada vez mais frequente e opção de ser dono do próprio negócio com um profissional que já é do ramo, só traz benefícios para a sociedade. “Ele possui uma formação acadêmica que traz um conhecimento mais aprofundado sobre os fármacos e uma garantia do uso racional do medicamento. O funcionamento irregular desses estabelecimentos é uma realidade distante e a prestação de serviços acaba se tornando mais especializada”, comentou.Ascom-CRF/AL -

CRF/AL promove simpósio sobre Empreendedorismo Farmacêutico
Pela primeira vez, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) realiza um simpósio com o tema Empreendedorismo Farmacêutico, o objetivo do evento é estimular os profissionais farmacêuticos a terem seu próprio negócio e capacitar aqueles que já são empresários.
O presidente do CRF/AL, Alexandre Correia, disse que a ideia surgiu depois que o conselho percebeu que tem crescido a demanda dos profissionais se tornarem dono do próprio negócio. “Uma das funções do Conselho é prestar assistência a esses profissionais que também são empreendedores, hoje, vivemos uma nova realidade e nada melhor que uma capacitação para que eles sintam-se ainda mais seguro para administrar seus empreendimentos”, pontuou.
Alexandre comentou que além do empreendedorismo, o CRF/AL está trazendo a farmacêutica Mônica Lenzi que vai tratar do tema: torna-se um expert no atendimento ao cliente diabético na drogaria. Ela, que é referência no atendimento de diabetes vai ensinar aos empresários farmacêuticos e os profissionais que atuam no mercado como fidelizar o cliente diabético na drogaria.
“Essa é uma grande oportunidade, sabemos que o paciente diabético tem uma série de particulares em virtude da sua patologia, e prestar esse atendimento de maneira individualizada faz com que o paciente sinta-se especial, por isso, estamos trazendo uma das melhores profissionais para o nosso Estado”, destacou.
O Simpósio acontece nos dias 19 e 20 de agosto, na sede do Conselho Regional de Farmácia, no bairro do Farol, em Maceió. Os interessados podem fazer suas inscrições pelo endereço eletrônico:
http://crf-al.org.br/inscricoes/49/i_simpOsio_de_empreendedorismo_de_alagoas
Ascom/CRF-AL
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CRF/AL fecha parceira com Plano de Saúde Unimed
O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) fechou mais uma parceria que beneficia seus associados. Desta vez, os farmacêuticos alagoanos terão a sua disposição condições especiais para o plano de saúde da Unimed, com valores a partir de R$ 173,46.
Robert Nicácio, vice-presidente do CRF/AL, pontuou que os interessados devem estar em dia com a anuidade e podem fazer suas adesões ou migrações nas sedes de Maceió e Arapiraca. “Os corretores estarão de plantão no horário de 9 às 12hs e de 13 às 18hs. Basta comparecer ao local munido de toda documentação e fazer o seu plano de saúde”, destacou.
Os documentos necessários são: CPF, identidade, comprovante de residência, carteira do conselho e comprovante de pagamento da anuidade.
Mais informações: CACSS administradora de benefícios: 98122-9266 / 99696-4041 ou pelo email [email protected]
Ascom-CRF/AL
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O peso do sedentarismo
Os efeitos do sedentarismo sobre o corpo são bem conhecidos. Risco aumentado para doenças cardiovasculares, obesidade, enfraquecimento muscular e baixa resistência são alguns deles. Agora, pela primeira vez, epidemiologistas de diversos países calcularam o impacto da inatividade física sobre a saúde financeira global. Utilizando dados oficiais de 142 nações, eles concluíram que, em 2013, os gastos com tratamento e a perda de produtividade decorrentes de doenças associadas custaram, ao mundo, US$ 67,5 bilhões. No Brasil, foram US$ 3,62 bilhões.O levantamento faz parte de uma série de quatro artigos publicada na revista médica The Lancet. Aproveitando a proximidade das Olimpíadas, evento que costuma incentivar a prática de atividade física, os autores esperam focar os holofotes em um problema que, na avaliação do educador físico Pedro Curi Hallal, do Centro de Pesquisas Epidemiológicas da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Rio Grande do Sul, não tem recebido a atenção necessária.Para o cientista, que coordenou os trabalhos do especial de 2012 e é coautor dos estudos desta edição, embora o impacto do sedentarismo na mortalidade seja superior ao de outros fatores de risco, pouco se pensa e se faz a respeito. “A inatividade física mata 5,3 milhões por ano. O tabagismo, 5,1 milhões; e a obesidade, 3 milhões”, exemplifica. “A falta de atividade é um problema monstruoso e gravíssimo de saúde pública, mas não é tratado como tal”, critica Hallal.O especialista lembra que, para enfrentar essa epidemia de sedentarismo — 23,8% da população mundial encaixa-se na classificação — são necessárias soluções complexas, como planejamento urbano que privilegie calçadas de pedestres e ciclovias, incorporação da atividade física pelos sistemas de saúde, investimento em aulas de educação física nas escolas (ao menos três por semana) e incentivo à prática nas empresas privadas. “Além disso, a percepção de indignação da população é muito baixa. Oitenta por cento dos adolescentes do mundo são inativos. Imagina se esse fosse o percentual de adolescentes que fumassem ou fossem obesos? Ninguém leva a inatividade física tão a sério”, lamenta.Hallal esclarece que atividade física não significa ir à academia nem se dedicar a um determinado esporte. “É preciso criar uma cultura na sociedade da atividade embutida na rotina diária.” Ir ao trabalho pedalando ou a pé, fazer caminhadas mais vigorosas (velocidade acima de 5,6km/h) e optar por escadas, no lugar do elevador são exemplos de como incorporar o movimento no dia a dia. Segundo a série de artigos, é papel dos formuladores de políticas públicas incentivar essa incorporação.“Aumentar os níveis de atividade física nas comunidades é um investimento importante que os governos deveriam considerar e que pode gerar economias nos custos de saúde pública e mais produtividade no mercado de trabalho”, destaca Adrian Bauman, pesquisador da Universidade de Sydney, na Austrália, e integrante do comitê que elaborou a série publicada na The Lancet. “Essa pesquisa fornece mais justificativa para priorizar a promoção de atividade física regular por todo o mundo como parte de uma estratégia compreensiva de redução de doenças crônicas.”Brasil perdeu postoO Brasil, de acordo com Pedro Curi Hallal, já foi referência mundial nesse sentido. Na série de 2012, foi citado como exemplo em um editorial da publicação. Hoje, porém, a avaliação do pesquisador é a de que o combate ao sedentarismo perdeu importância dentro do governo. “Participei como consultor do Ministério da Saúde do projeto das academias da saúde, era maravilhoso. A meta era, de 2011 a 2015, ter pelo menos uma unidade em 4 mil municípios. De uma hora para outra, o número foi só diminuindo”, lamenta.As academias da saúde são espaços preferencialmente construídos em parques e praças, equipados com aparelhos e com atividades conduzidas por profissionais da área de educação física. A construção e o custeio dos polos fica a cargo do Sistema Único de Saúde. Por meio da Assessoria de Imprensa, o Ministério da Saúde informou que o programa está em funcionamento em 2.789 municípios, com 1.779 polos finalizados. Há 4.275 propostas de polos habilitadas.“É preciso fazer uma avaliação das condições de saúde com um profissional para encaminhamento e orientação sobre a atividade mais adequada, que engloba, entre outras coisas, condicionamento cardiorrespiratório, consciência corporal, flexibilidade, força e coordenação motora geral, além da construção de vínculo com o serviço e com os profissionais de saúde”, informa o órgão. Quanto ao incentivo às atividades físicas nas escolas, o ministério diz que o programa Saúde na Escola atende 18 milhões de estudantes do ensino fundamental em mais de 4 mil municípios.Ficar sentado é tão ruim quanto fumarFicar sentado por oito ou mais horas por dia — uma realidade de muitos trabalhadores — está associado a uma ocorrência maior de diversas doenças crônicas e de mortalidade precoce. Contudo, um dos artigos publicados na série especial da revista The Lancet mostra que praticar de 60 a 75 minutos de atividade moderada diariamente elimina esses riscos. Exercícios de intensidade moderada são, por exemplo, caminhar a 5,6km/h ou passear de bicicleta a 16km/h. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores avaliaram 16 estudos que incluíam dados de mais de 1 milhão de homens e mulheres, que foram divididos em quatro grupos, conforme o nível de atividade: de menos de cinco minutos por dia a mais de 60.Segundo o artigo, pessoas que se movimentavam de uma hora a 75 minutos diários tinham risco zero de sofrer as consequências de ficar muito tempo sentadas. O problema é que poucas se dedicavam às atividades físicas nesse nível. Três em quatro indivíduos cujos dados foram avaliados não alcançavam os 60 minutos de exercício. A análise também mostrou que o risco maior de morte precoce estava entre os sedentários, independentemente da quantidade de horas que passam sentados: 28% a 59% maior, comparado aos mais ativos fisicamente. Esses percentuais são similares aos riscos associados ao tabagismo e à obesidade.“Há muita preocupação sobre os riscos à saúde associados ao estilo de vida mais sedentário que temos hoje. Nossa mensagem é positiva: é possível reduzir, ou mesmo eliminar, esses riscos se formos suficientemente ativos, mesmo sem ter de fazer esportes ou ir à academia”, disse, em nota, Ulf Ekelund, pesquisador da Unidade de Epidemiologia do Conselho de Pesquisa Médica da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.Ele lembrou que, para as pessoas sem tempo, basta fazer uma caminhada no horário de almoço, correr pela manhã ou ir ao trabalho de bicicleta. “Uma hora de atividade física por dia é o ideal, mas, se for impossível, fazer ao menos algum exercício diariamente ajuda a reduzir o risco.” Segundo o educador físico Pedro Curi Hallal, da Universidade Federal de Pelotas, é possível, inclusive, fracionar o tempo de dedicação às atividades físicas. “Esses 60 minutos podem ser divididos em sessões de 10 minutos, cada uma”, ensina. (PO)Fonte: Correio Braziliense -

Nova droga contra o mal de Alzheimer vai bem em teste
Um grupo de cientistas que buscam um tratamento para atrasar o avanço do mal de Alzheimer receberam com esperança os resultados promissores de um pequeno ensaio clínico.O fármaco experimental LMTM foi concebido para reduzir a acumulação anormal das proteínas tau no cérebro. Esse acúmulo provoca degenerações no cérebro, como a doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência.Um grupo de cerca de cem pacientes que estavam tomando apenas o fármaco experimental mostrou um ritmo de atrofia cerebral muito lento. Os resultados foram apresentados na quarta (27), na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer (AAIC), em Toronto, no Canadá.“O pequeno número de participantes que receberam a droga levanta questões importantes. São necessárias pesquisas para que mais e melhores terapias para o Alzheimer possam ser criadas e efetivamente testadas”, disse Maria Carrillo, diretora científica da AAIC.Fonte: Uol Saúde -

CRF/AL promove ciclo de palestras sobre Farmácia Hospitalar
O núcleo de educação continuada do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) em parceria com a Escola de Líderes Dalmass e Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas, com apoio Conselho Federal de Farmácia (CFF), Sbrafh (Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar) Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas promoveu neste sábado, 30 de julho o ciclo de palestras em Farmácia Hospitalar.
Alexandre Correia, presidente do CRF/AL, destacou a importância do trabalho que vem sido desenvolvido pelo núcleo de educação continuada. “Os farmacêuticos de Alagoas tem sido contemplados com os melhores profissionais da área. O foco do núcleo tem sido apresentar para os profissionais de Alagoas, as novidades do universo farmacêutico”, garantiu.
O primeiro tema discutido foi ‘A importância da intervenção farmacêutica no ambiente hospitalar’ ministrado pela especialista Lizete Vitorino. Para ela, o profissional farmacêutico precisa mostrar e evidenciar o quanto ele consegue fazer de economia e qualidade dentro dos processos da instituição, sobretudo, na utilização de uso de medicamentos que hoje é um dos índices mais altos do mundo em eventos adversos, atingindo um percentual de mais de 80%. “O farmacêutico precisa se ter essa responsabilidade, entender que ele tem uma participação ativa em todas as etapas da cadeia de medicamentos que envolve desde o processo de aquisição, recebimento, distribuição, dispensação e o monitoramento do preparado, da administração e dos próprios eventos adversos”, pontuou.
De acordo com ela, os gestores já compreendem a importância do profissional de farmácia dentro do ambiente hospitalar, uma vez que os processos de segurança são rígidos e a presença de um profissional de farmácia traz segurança, prevenção de possíveis eventos dentro do ambiente hospitalar.
O professor Vandré Lima apresentou o tema: o papel do farmacêutico clínico no programa Stweardship, que é a gestão dos antimicrobianos. Conforme Vandré, essa é uma técnica sistematizada onde o farmacêutico junto com o corpo clínico estabelece protocolos de utilização e controle para que o mau desses medicamentos seja minimizado. “No Brasil essa é uma técnica nova e eu trouxe para Alagoas para gente discutir e se aprofundar nesse assunto. Esse é um protocolo americano e vim demonstrar que ele pode ser uma referência, um modelo para que ele aplique de acordo com a sua realidade”, pontuou.
A grande novidade do protocolo é que ele é divido por etapas, e as principais delas trazem coisas importantes e que muitas vezes o profissional de farmácia não se dá conta disso. A primeira etapa é o apoio do poder de mando. O que isso significa? Que o farmacêutico precisa ter o apoio do diretor clínico para aplicar o protocolo. “A partir do momento que ele tem autorização de quem tem o poder de mando, o protocolo passa a ser institucional e não farmacêutico”, destacou.
Num segundo momento vem a etapa de estabelecer indicadores para que se possa mensurar as ações. Se estabelece o protocolo e se faz a medicação dele. “O indicador faz com quem você consiga quantificar um dado clinico”, comentou. Vandré disse ainda que o protocolo já é utilizado em países avançados na farmácia clínica, como Estados Unidos, Austrália, Irlanda e se o Brasil se basear nesses povos que já são avançados haverá um crescimento mais rápido da farmácia clínica.
Os benefícios de utilização desse novo modelo, segundo ele, são de impacto clínico e financeiro. “O indivíduo será tratado mais rapidamente, vai ficar menos tempo internado, menos chance de pegar infecção hospitalar, menos utilização de medicamentos, menos tempo. Com o protocolo você consegue cuidar o paciente com antimicrobiano de menor espectro e assim consegue preservar a instituição sem traz prejuízos ao paciente”, garantiu.
Ascom-CRF/AL
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Regulamentação de prescrição farmacêutica é tema de palestra no CRF/AL
Indicar um medicamento a um paciente é uma atividade rotineira para o profissional farmacêutico, mas, ele precisa estar atento à legislação que regulamenta essa prescrição farmacêutica. O farmacêutico Antônio Mendes, professor do Instituto Ibras, esteve em Alagoas para tratar do tema e apresentar aos profissionais a legislação publicada pelo Conselho Federal de Farmácia que traz todos os detalhes da atuação do profissional de farmácia sobre esse tema.De acordo com Mendes, hoje no Brasil, existe a prescrição independente que é aquela focada nos formulários – que são os MIPS (Medicamentos Isentos de Prescrição) – que podem ser prescritos pelo farmacêutico e os que não estão livres, que exige do farmacêutico uma especialização na área clínica, para que ela seja feita por meio de um protocolo. “A prescrição farmacêutica não é só de medicamentos, ela é a prescrição do profissional farmacêutico, que vai desde medidas farmacológicas (medicamentos) até as não farmacológicas, como por exemplo, a orientação a um paciente para que ele não faça a ingesta excessiva de sal”, destacou.Antônio Mendes ressalta que a prescrição farmacêutica é um tema importante não apenas para o dia a dia do farmacêutico, mas para o sistema de saúde como um todo já que o farmacêutico é o profissional de ligação do sistema. “Para o farmacêutico é uma mudança de paradigma porque ele começa a assumir a responsabilidade do paciente, começa a tomar decisão. Para o sistema a mudança é importante porque terão a sua disposição um profissional que ajudará na resolução de problemas na farmácia, contribuindo para o aumento de tempo no atendimento dos médicos e reduzindo o inchaço do sistema de saúde pública”, comentou.Para o vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Robert Nicácio, o tema apresentado pelo professor Antônio Mendes foi importante porque diariamente o profissional se depara com a prescrição farmacêutica, ele precisa conhecer a legislação para não cometer erros. “Trabalhamos com a vida do paciente, e essa tomada de decisão é de muita responsabilidade por isso, precisamos estar cientes até onde nós podemos ir, sem interferir na atividade dos demais profissionais de saúde”, argumentou.Essa é mais ação promovida pelo núcleo de educação continuada do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas em parceria com o Instituto Ibras.Ascom/CRF
