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  • Saúde redistribui produção de biológicos entre laboratórios públicos

    Saúde redistribui produção de biológicos entre laboratórios públicos

    O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (20), no Diário Oficial da União (DOU), a nova distribuição da produção de insumos biológicos no país por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP). A plataforma é uma das oito lançadas em outubro do ano passado pela Nova Política de Inovação Tecnológica da pasta. O objetivo é organizar, entre Fiocruz/Biomanguinhos, Instituto Butantan e Tecpar – laboratórios com maior expertise no tema, a elaboração de produtos biológicos estratégicos para o SUS. A organização entre essas instituições de pesquisas irá facilitar o processo de fabricação de insumos para o tratamento de artrite, câncer e doenças autoimune, por exemplo. (Veja tabela abaixo)

    Em 2016, foi iniciada a revisão das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs). Até aquele momento, sete laboratórios públicos tinham PDPs vigentes para a produção de biológicos (MABs). Desses, apenas três, Fiocruz-Biomanguinhos, Butantan e Tecpar já eram tradicionais produtores de biológicos para o ministério da Saúde e mostraram-se promissores no desenvolvimento de tecnologia monoclonal, ou seja, a tecnologia mais avançada da indústria farmacêutica, sendo os únicos laboratórios públicos que possuem pesquisas e iniciativas nesta área de atuação.

    Os demais laboratórios públicos serão especializados em outras sete plataformas: Síntese Química, hemoderivados, doenças raras, fitoterápicos, doenças negligenciadas, produtos para a saúde e medicina nuclear. O objetivo da especialização dos laboratórios por meio da Nova Política de Plataformas Inteligentes de Tecnologia em Saúde é oferecer competitividade, escala de comercialização dos produtos e capacitação dos pesquisadores. A expectativa é que haja um investimento privado de R$ 6,4 bilhões, a construção de pelo menos 3 novas fábricas, eração de mais de 7.400 vagas de empregos qualificados; além de envolver cerca de 450 doutores especializados em pesquisas para auxiliar o desenvolvimento de medicamentos e produtos para a saúde.

    REVISÃO DAS PDPs – As Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) tiveram seus primeiros critérios definidos em 2012, na gestão do ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, com o objetivo de racionalizar o poder de compra do Estado, incentivar o desenvolvimento tecnológico no país, além de focar na produção local de produtos estratégicos para o SUS. A partir daí, foram criadas normas e critérios para o estabelecimento e realização desses acordos entre as instituições públicas e entidades privadas para a transferência das tecnologias.

    Em 2014, o então ministro da Saúde, Arthur Chioro divulgou o novo marco regulatório da política, em que definiu uma lista anual com produtos considerados estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS), além de aprimoramento do processo de desenvolvimento produtivo na área da saúde, com definição de prazos para apresentação de propostas de transferência tecnológica, maior monitoramento do governo e garantia de segurança. Também foram definidas as fases de uma PDP, sendo a Fase III definida como início de aquisição do produto, as fases I e II são destinadas, respectivamente, a apresentação da proposta e implementação da mesma. A fase IV corresponde pela finalização do processo de transferência de tecnologia.

    Finalmente em 2016, na gestão Ricardo Barros, as PDP’s foram reorganizadas visando o fortalecimento da estratégia nacional de fomento à produção industrial brasileira, criando soluções tecnológicas em saúde como forma de promover o acesso integral e reduzir a vulnerabilidade do sistema de saúde, além de promover a produtividade, a competitividade e o desenvolvimento econômico e social.

    LISTA ESTRATÉGICA – Em janeiro deste ano, o Ministério da Saúde divulgou a nova lista de produtos estratégicos para o SUS. O rol consta com 52 produtos que são elegíveis para a apresentação de propostas de projetos de transferência de tecnologias no ano de 2017. Desse total, 19 são produtos biológicos que interessam ao SUS e que podem ser produzidos no Brasil.

    Para a publicação dessa nova lista, o Ministério da Saúde considerou alguns critérios essenciais, como: Produtos negligenciados, Alta tecnologia, medicamentos de alto custo, produtos mais judicializados e buscou o atendimento às plataformas que foram acordadas na política do Governo Federal de incentivo ao Complexo Industrial da Saúde – biotecnologia, doenças raras, fitoterápicos, doenças negligenciadas, produtos para a saúde, hemoderivados, medicina nuclear e síntese química. A lista está aberta a sugestões e contribuições dos laboratórios e da indústria farmacêutica e estará disponível para a síntese e atualização da lista sempre que o Ministério da Saúde autorizar.

    BALANÇO – O Ministério da Saúde conta com 86 parcerias de desenvolvimento produtivo vigentes, envolvendo 18 laboratórios públicos e 43 privados para o desenvolvimento de 88 medicamentos, 4 vacinas e 13 produtos da área da saúde. Em dezembro, após reunião do GECIS, foram incorporados mais 7 parcerias ao rol já existente. As PDPs têm como objetivo transferir tecnologias para a produção nacional de medicamentos, insumos e tecnologias estratégicas para a saúde. O prazo máximo para a conclusão do projeto, com a finalização da transferência de tecnologia, será de até 10 anos.

    ANTICORPOS MONOCLONAIS E ETANERCEPT

    Fonte: Ascom/MS
    Autor: Victor Maciel, da Agência Saúde

  • Curso traz um novo olhar para cuidado farmacêutico ao paciente

    Curso traz um novo olhar para cuidado farmacêutico ao paciente

    A Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar (Sbrafh) em parceria com o Conselho Federal de Farmácia e do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas realizou no 01 de abril o curso Cuidado Farmacêutico ao paciente: como avaliar e intervir, na sede do CRF/AL, em Maceió.

    A farmacêutica Michelle Nunes, diretora executiva da Sbrafh explicou que a ideia foi fazer uma desconstrução do que a academia constrói em termos do que seria o cuidado farmacêutico. “Esse cuidado se torna engessado porque os farmacêuticos se preocupam em utilizar metodologias pouco prática no dia a dia e eu trago para os colegas um despertar para que eles desenvolvam a prática clínica dentro da realidade deles com as ferramentas que eles têm condições de usar”, pontuou.

    De acordo com ela o intuito é provocar nesse profissional um caminhar mais livre, sem estar preocupado em aplicar aquele processo de trabalho em moldes existentes nos livros, fazendo a parte ao invés do todo. “Eu trago esse passo a passo, mas antes faço uma intervenção humanística provocando nos alunos essa sensibilização de humanização para eles entenderem que a maior motivação para que eles façam essa mudança é o bem estar do paciente”, reforçou.

    Michelle afirma que o profissional farmacêutico para fazer essa mudança no atendimento precisa despertar esse interesse pelo paciente, por isso, o curso passou pela discussão sobre a formação acadêmica, titulação mínima até a atividade prática. “A gente quer que ele saia motivado para se capacitar, eu vim aqui ensinar a eles a identificar as oportunidades de cuidados dentro do serviço e a desenvolver esse cuidado dentro dos processo de trabalho”, argumentou.

    Para a farmacêutica o apoio do CRF/AL é importante porque ele é que a instituição que representa a classe farmacêutica, ele é quem defende ou pune aquele profissional que não exerça a atividade eticamente correta. “A função social do Conselho é proteger a sociedade dos maus profissionais e defender aqueles que atuam dentro da legalidade e são com essas capacitações que a gente oferece a sociedade um profissional mais preparado para atuar no mercado, afastando os problemas éticos que possam surgir durante o seu trabalho diário”, analisou.

    Lizete Vitorino, presidente da Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar, seccional Alagoas, falou que se sente feliz em ver tantos profissionais buscando se qualificar e sabendo que essa melhoria é importante para ele, não apenas no cuidado com esse paciente, mas também no posicionamento profissional no seu dia a dia do trabalho. “A grande motivação do Conselho, da Sbrafh e do sindicato é trazer os colegas para essa qualificação, e a ideia é continuar com esse movimento com os farmacêuticos hospitalares para que a gente consiga se engajar cada vez mais”, comentou.

    O farmacêutico Misael Araújo, que atua no segmento de farmácia comunitária, revelou que aprendeu muitas coisas novas que ele não tinha conhecimento e que pode aplicar no seu atendimento. “Muitas medicações na farmácia comunitária não são padronizadas e na clínica o universo é diferente e eu aprendi muita coisa no curso de hoje. Eu optei por fazer curso porque quero ampliar o meu conhecimento e oferecer um melhor serviço ao paciente que me procura na farmácia”, analisou.

    Eline Baracho, farmacêutica, disse que o curso trouxe novas possibilidades de atuação do farmacêutico no cuidado farmacêutico ao paciente. “Eu ampliei o meu horizonte de atuação e só quem ganha com isso é o paciente. Parabéns ao CRF e a Sbrafh pelo curso”, comemorou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar traz curso de atualização para Alagoas

    Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar traz curso de atualização para Alagoas

    A Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar, regional de Alagoas, em parceria com o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, com o Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas e Conselho Federal de Farmácia promovem no dia 01 de abril o curso: Cuidado farmacêutico ao paciente- como avaliar e intervir, ministrado pela farmacêutica clínica Michelle Silva Nunes.
    Os temas tratados no curso serão noções de semiologia, anamnese farmacêutica e seguimento farmacoterapêutico. O curso acontece das 8 às 12hs e de 14 às 18hs no sede do Conselho em Maceió. As inscrições podem ser feitas pelo endereço eletrônicohttp://www.sbrafh.org.br/site/regionais/index/rg/al/id/134/ e custam R$ 50,00 para profissionais não associados, R$ 25,00 para estudantes de graduação e gratuito para os associados.
    A presidente da Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviço de Saúde da regional Alagoas, Lizete Vitorino, pontuou que esse curso faz parte do programa de atualização que a Sbrahf realiza em todas regionais. “A gente sabe o que é importante que os profissionais estejam atentos às novidades do mercado e o nosso intuito é esse, trazer o que existe de melhor para que os nossos pacientes tenham acesso ao melhor e mais moderno atendimento”, pontuou.
    Alexandre Correia, presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, garantiu que essa parceria com as instituições que representam os segmentos farmacêuticos é importante. “Isso nos aproxima de cada uma das áreas de atuação do profissional farmacêutico, além de trazer para os estudantes, que também passam pelo Conselho em busca de informações de mercado a chance de descobrir nestas palestras onde ele deseja atuar”, analisou.
    Fonte: Ascom-CRF/AL
  • Presidente do CRF/AL se reúne com deputado estadual Rodrigo Cunha

    Presidente do CRF/AL se reúne com deputado estadual Rodrigo Cunha

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Alexandre Correia, esteve reunido na tarde desta quarta-feira, 29, juntamente com o deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) e com Juliano Pessoa, advogado e companheiro de partido.

    Na reunião com o parlamentar, Alexandre solicitou que seja realizada uma audiência pública para discutir o descarte de medicamentos porque hoje, já tramita na Assembleia Legislativa Estadual um projeto de lei sobre o assunto. “As instituições como Vigilância Sanitária, Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, por exemplo, não foram ouvidas e existem alguns pontos que precisam ser reformulados no projeto e viemos pedir ao deputado que esse tema seja colocado em discussão”, argumentou.

    Outro ponto apresentado pelo CRF/AL foi um projeto de lei que já existe em outros Estados brasileiros que trata da comercialização e aplicação de vacinas pelas farmácias. Alexandre revelou que esse tipo de serviço hoje é exclusivo dos postos e unidades de saúde públicas ou de clínicas particulares. “A ideia é que a população tenha a sua disposição mais um serviço de saúde, mas, para que isso aconteça precisamos que esteja regulamento por lei estadual”, comentou.

    Rodrigo Cunha afirmou que vai estudar as propostas feitas pelo Conselho de Farmácia e disse que esse contato com as entidades de classe é importante porque a função do parlamentar é atender os anseios da população. “As discussões são importantes. O Conselho de Farmácia me apresentou duas pautas distintas, uma sobre um projeto de lei que tramita na Casa e outra sobre a criação de uma nova lei. Vou me reunir com a minha equipe, estudar as duas situações e marcar outra reunião com o Conselho para dar andamento às solicitações”, pontuou.

    Fonte: Luciana Martins- Ascom CRF/AL

  • “Automoção trouxe refinamento para os processos de análises clínicas”, afirma a farmacêutica Flávia Soares

    “Automoção trouxe refinamento para os processos de análises clínicas”, afirma a farmacêutica Flávia Soares

    Encerrando as comemorações do mês da mulher, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas destaca o trabalho desenvolvido pela farmacêutica Flávia Soares, no segmento de análises clínicas. Flavia é especialista em microbiologia clínica e hospitalar, é a profissional responsável pelo setor de microbiologia do laboratório Unilab e consultora de qualidade na área técnica no Laboratório Proclínico.

    Dentro do setor de microbiologia, seu trabalho é bem dinâmico passando desde a atuação junto ao profissional médico até o atendimento ao cliente. A farmacêutica revela que orienta os colaboradores da recepção do laboratório a verificar com os clientes o uso de antibióticos, se as instruções de preparo antes da coleta foram cumpridas e se a estabilidade das amostras coletadas fora da instituição está de acordo com as normas técnicas.

    “Nosso cuidado com o cliente vai desde avaliar o desempenho dos insumos antes de serem utilizados com as amostras biológicas, rastreabilidade dos processos até o pós-laudo com o contato com cliente/médico para os casos de resultados críticos, que necessitam de intervenção médica de imediato, exemplo hemocultura positiva”, comentou.

    Flavia pontua que esse é um segmento essencialmente de procedimentos manuais, no entanto, a automação tem se tornado uma realidade dentro dos laboratórios e ela trouxe para o dia a dia do profissional o refinamento dos processos, oferecendo ao médico mais uma ferramenta para o tratamento através do reporte no laudo a Concentração Inibitória Miníma (MIC) dos antimicrobianos.

    “A área de análises clínicas é bem diversificada podendo o profissional atuar em diversas áreas, como: hematologia, bioquímica, imuno-hormônio, Microbiologia, urinálise, parasitologia, biologia molecular, além da área de Gestão da Qualidade que vem crescendo a cada dia”, informou.

    Como consultora, a farmacêutica revela que o seu trabalho é baseado elaboração de POPs (Procedimento Operacional Padrão), treinamentos para os colaboradores e gerenciar as fases pré-analíticas, analíticas e pós-analítica dos processos do Laboratório e na gestão de riscos e segurança do paciente.

    Fonte: Ascom CRF-AL

  • Thayse Cabral escolheu o segmento de logística e distribuição para atuar como farmacêutica

    Thayse Cabral escolheu o segmento de logística e distribuição para atuar como farmacêutica

    No mês da mulher, o Conselho Regional de Farmácia fala da atuação das mulheres farmacêuticas no segmento de logística e distribuidora. Thayse Cabral, que trabalha na Distribuidora MixFarma conta que no seu dia a dia, ela é responsável por acompanhar a chegada do medicamento a distribuidora, do armazenamento do produto no galpão até a distribuição para os clientes.

    Contudo, ela ressalta que esse segmento vai muito além da logística e distribuição e destaca que um dos pontos essenciais desenvolvidos pelo profissional farmacêutico são os assuntos regulatórios. 

    Segundo Thayse para que a venda seja realizada o cliente precisa estar em dia com toda a sua documentação que é verificada junto aos órgãos de controle quando ela chega distribuidora. “É importante que o profissional farmacêutico tenha um bom contato com a vigilância sanitária, com o Conselho de Farmácia e com a Anvisa para checar essa documentação é verdadeira, se o cliente está com ela regularizada para fazer a venda”, informou. Ela pontua que a documentação da indústria e da distribuidora também precisa estar em dia.

    É de responsabilidade do farmacêutico elaborar os manuais de boas práticas e os Pops (Procedimentos Operacionais Padrão) que são documentos obrigatórios as distribuidoras. Já na venda dos controlados, ela ressalta que apenas o farmacêutico é quem pode fazer esse controle. “Eles ficam num ambiente separado e fechados com chaves, que ficam de posse do profissional farmacêutico que é o responsável pela liberação. Nós prezamos pelo controle de validade dos produtos, ofertando o melhor aos nossos clientes”, comentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Diretoria do CRF/AL participa de reunião anual em Brasília

    Diretoria do CRF/AL participa de reunião anual em Brasília

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia, Alexandre Correia e o vice-presidente, Robert Nicácio e a diretora tesoureira Lizete Vitorino estão em Brasília, participando da LXII Reunião Geral dos Conselhos Federal e Regionais de 2017. O objetivo do encontro é apresentar a realidade de cada regional e deliberar sobre a uniformização das ações administrativas e, também da valorização do profissional farmacêutico.

    Nesta quarta-feira, 22, a pauta contou com 19 pontos de discussões, entre eles, a extinção da carteira profissional farmacêutico e a criação de uma ferramenta para que todas as informações nela contidas sejam inseridas no microchip existentes na identidade farmacêutica, recursos para campanhas nacionais de valorização do profissional farmacêutico, intervenção, junto a Anvisa, na liberação da venda de toxina botulínica para farmacêuticos, discussão acerca da proposta para criação do Fundo de Financiamento aos CRF’s e outros.  

    Robert Nicácio, pontuou que esse encontro anual é importante porque promove o conhecimento do que vem sendo discutido em outros Estados. “Essa reunião é uma oportunidade que os conselhos regionais têm de estreitar os laços, bem como acatar as sugestões para melhorar o funcionamento do sistema CFF-CRFs”.

    Alexandre Correia revela que serão dois dias de muito trabalho, mas a expectativa é trazer melhorias para o funcionamento do Conselho. “Ainda temos muitos assuntos que serão discutidos amanhã. As discussões são bem variadas tratando desde questões administrativas, que são importantes, assim como assuntos gerais de interesse da categoria”.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Eleição: Renê Gondim disputa vaga em comissões de Conselho Estadual de Saúde

    Eleição: Renê Gondim disputa vaga em comissões de Conselho Estadual de Saúde

    Depois de ser empossado como membro do Conselho Estadual de Saúde, em fevereiro deste ano, o representante do Conselho Regional de Farmácia, Renê Gondim, vai disputar uma vaga nas Comissões de Saúde e de Orçamento do Conselho Estadual de Saúde. Isso porque a eleição para a escolha dos membros acontece agora em abril.

    O diretor revelou que uma das preocupações dele nesta atual gestão é que os problemas de 2016 permaneçam que foi a falta de repasse para a assistência farmacêutica dos municípios alagoanos. “A gente espera que 2017 seja diferente. O final da gestão anterior foi bem difícil, ficamos parados cinco meses e com a publicação da portaria já demos início aos novos trabalhos”, comemorou.    

    Ele reconhece que este será um ano com muitas dificuldades já que alguns recursos que deveriam ser destinados para projetos farmacêuticos ainda não foram repassados porque o Estado não consegue localizar. “Para o projeto Farmácia Viva nós temos cerca de R$ 2 milhões que foram aprovados pelo Conselho Estadual de Saúde desde 2012 e esse dinheiro não é aplicado”, lamentou.

    O Conselho Estadual de Saúde, órgão responsável pela fiscalização das políticas de saúde em todo o estado de Alagoas. Ele é a instância de deliberação do Sistema Único de Saúde (SUS) em Alagoas de caráter permanente e deliberativo. É responsável também em promover estudos, análise, acompanhamento e compatibilização de políticas e programas de interesse para a Saúde, bem como, se aprofundar acerca de temas específicos, produzindo Relatórios/Pareceres, aperfeiçoando a dinâmica de funcionamento do CES/AL.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Workshop farmacêutico apresentou diversas áreas de atuação profissional

    Workshop farmacêutico apresentou diversas áreas de atuação profissional

    Nos dias 17 e 18 de março, o auditório do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF/AL) foi o local onde os estudantes de farmácia da Uninassau realizaram o II Workshop de atuação farmacêutica. Neste encontro os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais a atividade do profissional de farmácia em diversos campos de atuação.

    De acordo com uma das organizadoras do encontro, Hianne Alencar, o encontro foi muito proveitoso. “Ficamos felizes em saber que os colegas buscaram melhoria na qualificação profissional, ainda que estejam no âmbito acadêmico. Tivemos palestras que esgotaram as vagas”, comemorou.   

    O presidente do CRF/AL, Alexandre Correia, revelou que ver um auditório cheio de estudantes é muito satisfatório porque foram dois dias de capacitação profissional. “Vamos levar ao mercado farmacêuticos preparados. Fora que antes mesmo de ingressar no mercado eles já tiveram a oportunidade de conhecer a entidade de classe que os representa, que defende os seus direitos”, destacou.

    Um dos palestrantes, Marek Ferreira, que é perito criminal realizou um “minicurso” sobre a atuação do farmacêutico na perícia criminal. Ele revelou que essa é uma área aberta para qualquer profissional do ensino superior e que é campo de trabalho que está em crescimento para o profissional farmacêutico. “A intenção deste minicurso foi mostrar para os graduandos e para os profissionais formados que existe mais um campo de trabalho”, ressaltou.

    Marek informou que a atuação do perito criminal farmacêutico será dentro do âmbito da química e da toxicologia forense fazendo a análise de drogas ilícitas que chegam assim como a análise de fluidos corporais para verificar a presença de substâncias tóxicas. “Nada impede que um farmacêutico que tenha especialização ou um mestrado em outra área que não a farmácia, como por exemplo, a genética, microbiologia, meio ambiente, venha atuar nesses ambitos também”, comentou.

    A perícia oficial atualmente conta com apenas um profissional farmacêutico em seu quadro, o que reforça a ideia de que esse é um campo em crescimento e conforme, o perito, existe uma necessidade crescente desse profissional. “Ele fica lotado no laboratório de química e toxicologia forense e ele sozinho é responsável para fazer a analise de droga e medicamento de todo Estado”, lamentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Diga não à graduação à distância para áreas de saúde !

    Diga não à graduação à distância para áreas de saúde !

    Chegou a nossa hora de dizer BASTA! Digam NÃO à graduação à distância para as áreas da saúde!

    Esta petição trata-se do posicionamento contrário à autorização de todo e qualquer curso de graduação da área da saúde, ministrado na modalidade EAD pelos prejuízos que tais cursos podem oferecer à qualidade da formação de seus profissionais.

    Link: http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR97416

    Fonte: Comunicação CFF