Category: Notícias

  • CRF/AL faz entrega de carteiras a novos profissionais

    CRF/AL faz entrega de carteiras a novos profissionais

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas realizou na última sexta-feira, 10 de março, a solenidade de entrega das carteiras aos novos profissionais que chegam ao mercado de trabalho. No encontro foi apresentada atuação do CRF/AL e do Sindicato dos Farmacêuticos de Alagoas, bem como dos conselhos estadual e municipal de saúde e da Vigilância Sanitária que foi apresentada por Renê Gondim e Saulo Sales, que é da Vigilância Sanitária de Arapiraca. 

    No bate papo com a diretoria do Conselho, os profissionais esclareceram suas dúvidas quanto à legislação profissional, sobretudo, com relação aos contratos de trabalho. O vice-presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, pontuou que esse encontro é importante para evitar que eles caiam nas armadilhas das relações de trabalho. “Muitos profissionais são jovens e não tem conhecimento da legislação trabalhista, esse encontro é para que eles possam cumprir sua carga horária de trabalho conforme determina a legislação”, afirmou.

    A farmacêutica, Natalia Velasquez, fez uma palestra para os novos profissionais orientando sobre preparação de currículo, vestimenta para entrevista de emprego e claro, sobre a escolha do segmento em que eles querem trabalhar. “Nós passamos pelas principais áreas de farmácia, mostrando como o farmacêutico atua em cada uma delas para que eles pudessem definir onde querem atuar e a partir daí organizar seu currículo em busca dessa vaga de emprego”, comentou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Farmácia magistral é a paixão de Priscilla Fonseca

    Farmácia magistral é a paixão de Priscilla Fonseca

    Na semana de comemoração ao dia das mulheres, a Priscilla Fonseca que atua na área magistral há 10 anos diz que esse é o segmento mais encantador da profissão porque é onde se vê a essência do farmacêutico, que é na arte de manipular. “A farmácia de manipulação tem essa característica de fazer uma manipulação personalizada para os pacientes”, pontuou. 

    A farmacêutica ressalta que esse segmento consegue atender as particularidades de cada paciente, como por exemplo, um paciente alérgico que não consegue encontrar determinado produto sem corante, neste caso, ele procura a farmácia magistral. “Essas soluções diferenciadas existem na indústria, mas na magistral vem crescendo gradativamente porque hoje, nós temos um perfil de paciente que vem mudando e quem tem buscado a personalização, com suas formas específicas e farmácia de manipulação consegue fazer a adequação e se ajustar a esse tipo de paciente”, afirmou.

    Priscilla revela que o seu dia a dia vai desde a assistência farmacêutica até a aquisição de matérias primas, com qualificação de fornecedores, analises físico químicas por meio do controle e qualidade dos insumos farmacêuticos e toda triagem das prescrições. “A gente vê a interação medicamentosa, se as doses estão dentro das faixas usais e alguma incompatibilidade que possa acontecer durante a manipulação. Toda essa triagem é feita antes de manipulação”, observou.

    Ela explica que no ato da dispensação do medicamento ao paciente, ela orienta como deve ser tomado o medicamento, qual o melhor horário, com ou sem alimento. “Nós tiramos todas as dúvidas durante o horário de funcionamento. São inúmeras as atividades desenvolvidas pelo profissional farmacêutico magistral”, informou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Presidente do CRF/AL participa do encontro Norte, Nordeste e Centro Oeste dos Conselhos de Farmácia

    Presidente do CRF/AL participa do encontro Norte, Nordeste e Centro Oeste dos Conselhos de Farmácia

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Alexandre Correia, esteve nos dias 9 e 10 de março em São Luiz do Maranhão participando do III Encontro Norte, Nordeste e Centro Oeste de Diretores dos Conselhos Regionais de Farmácia.


    Ao longo destes dois dias foram debatidos assuntos relevantes como o andamento do projeto Farmasis, a cobrança de anuidades de filiais sem capital social, a unificação dos valores das multas de acordo com o grau da infração e a discussão e esclarecimento sobre a resolução do Conselho Federal de Farmácia nº 616, 586, 623, 576 entre outros.
    Alexandre revelou que esse encontro é importante porque é o momento em que os conselhos discutem uma maneira de se uniformizar as ações administrativas. “Discutimos várias resoluções do CFF, conhecemos a realidade de cada uma das regionais e saímos daqui com muitas pautas para o encontro geral dos conselhos federal e regionais que acontecerá em Brasília”, pontuou.
    Fonte: Ascom CRF-AL

  • No serviço público, o farmacêutico atua desde a logística até a atenção básica

    No serviço público, o farmacêutico atua desde a logística até a atenção básica

    A farmacêutica Walquiria Ramalho atua no segmento serviço público, no complexo Lourenço Vasconcelos, em Maceió. Ela explica que o profissional de farmácia que trabalha no Sistema Único de Saúde (SUS) tem uma rotina de atividade muito ampla que vai desde a logística até a atenção farmacêutica. 

    No seu dia a dia, ele faz a seleção de medicamentos que vão constar na farmácia, faz a solicitação pra central de abastecimento e a checagem desse medicamento quando chega a farmácia, fazendo controle de validade dele. “O médico faz a prescrição, o paciente vai à farmácia e nós fazemos a orientação farmacêutica necessária no ato da dispensação”, comentou.

    Ela explica que o SUS possui uns programas específicos para o tratamento de algumas patologias, como por exemplo, osteoporose, tuberculose, hanseníase, onde a função do farmacêutico é fazer a orientação aos paciente quanto ao uso do medicamento. “A gente faz um trabalho com toda equipe multidisciplinar, médicos, agentes de saúde, enfermeiros, dentistas e ainda estamos inseridos na equipe de saúde que faz os testes de HIV e Sífilis”, pontuou.

    Walquiria ressalta que a principal função do farmacêutico do SUS é não deixar faltar medicamentos na unidade de saúde, contudo, ela ressalta que o trabalho feito pelo profissional de farmácia não é apenas de fornecimento, mas também todo o controle e orientação referente a ele. “Os medicamentos disponíveis nas unidades depende da demanda daquela comunidade em que ela está inserida. Você pode encontrar certos medicamentos em uma unidade e na outra não ter porque não é o perfil”, analisou.

    Fonte: Ascom-CRF/AL

  • Farmacêutica se preocupa com uso racional de medicamentos

    Farmacêutica se preocupa com uso racional de medicamentos

    Dando continuidade a atuação feminina no mercado farmacêutico, vamos apresentar o trabalho da Marivalda Barbosa que é farmacêutica hospitalar. Ela que coordena o serviço de farmácia do Hospital Daniel Houly, em Arapiraca, e faz um trabalho de controle das rotinas farmacêuticas. 

    Marivalda explicou que a unidade de saúde possui uma central de abastecimento farmacêutica, um núcleo de distribuição farmacêutica (também conhecida como farmácia satélite), centro cirúrgico e atendimento de emergência. “A nossa equipe de farmácia está preparada para atender todas as demandas. O nosso trabalho acontece de forma multidisciplinar porque atuamos em conjunto com a equipe médica e a enfermagem”, informou.

    A central de abastecimento é o local onde ocorre a estocagem, conservação de medicamentos e materiais médicos. “Precisamos de um lugar adequado para garantir a segurança e qualidade desses produtos que serão usados nos pacientes”, argumentou a farmacêutica. A distribuição dos medicamentos é realizada por dose individualizada conforme a prescrição farmacêutica, com um serviço de assistência farmacêutica de 24hs todos os dias da semana, incluindo sábado e domingo.

    Uma preocupação da coordenadora é quanto ao uso racional de medicamentos. Ela revela que diariamente é feito uma triagem e validação das prescrições médicas. “Como coordenadora me preocupo com essa questão do uso racional de medicamentos, por isso, respeitamos o protocolo dos nove erros que são paciente certo, medicamento certo, via certa, hora certa, forma certa, dose certa, resposta certa, registro certo da administração e orientação correta. Assim conseguimos promover uma melhor qualidade de vida para o paciente”, garantiu.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Oncologia: acompanhamento do paciente é feito pela farmacêutica Rafaela Ribeiro.

    Oncologia: acompanhamento do paciente é feito pela farmacêutica Rafaela Ribeiro.

    No dia Internacional da Mulher nós vamos conhecer a farmacêutica Rafaela Ribeiro, que vai falar como é a sua rotina de trabalho no Centro de Tratamento de Câncer da Medradius, no segmento de manipulação. 

    Rafaela faz atendimento aos pacientes oncológicos e o seu dia a dia é fazer o controle dos ciclos deste paciente. Ao chegar para o tratamento o paciente passa pela enfermagem onde é feita a pesagem e a verificação dos sinais vitais, encaminhando as informações para a farmácia, onde é feito o cálculo para verificar a prescrição médica. “Eu faço a checagem da prescrição, observando a interação medicamentosa, se a diluição está de acordo com o medicamento prescrito e se os medicamentos que antecedem a quimioterapia são necessários”, pontuou.

    Como esses pacientes são de tratamento contínuo, a farmacêutica revela que alguns deles fazem uso de medicamentos em casa, por isso, é fundamental que esse paciente converse com o farmacêutico. “Aqui eu faço um trabalho de orientação e reconciliação medicamentosa ao paciente e acompanho todas as etapas que antecedem a manipulação”, informou.

    Ao chegar à manipulação, onde é feita a preparação da quimioterapia, a farmacêutica antes de dispensar o medicamento para enfermagem faz uma última conferência para saber se ficou de acordo com a prescrição. “Observo a característica fisicoquímica do medicamento, se a quimioterapia está correta e libero para enfermagem, que é responsável pela administração ao mesmo tempo em que eu faço a orientação ao paciente”, explicou.

    Ela revelou que é importante saber quais os medicamentos que ele está tomando, até porque, segundo ela, alguns pacientes continuam tomando ainda que o médico já tenha suspendido. “O trabalho de orientação também acontece sob as excretas da quimioterapia, como vai ser o manuseio, sobre as reações adversas que ele vai ter em casa e sobre o mecanismo de ação da droga, ou seja, como ela vai agir no organismo e o tipo de tratamento. É um trabalho junto ao paciente para tudo o que diz respeito ao medicamento nós (farmacêuticos) estarmos inseridos”, comentou.

    O atendimento é tão personalizado, que Rafaela revelou que deixa inclusive o número de telefone caso o paciente necessite. “O paciente recebe alguns informativos e se ele tiver alguma dúvida pode entrar em contato e assim, o tratamento acaba se tornando mais humanizado e com resultados positivos porque ele não terá insegurança sobre o que está sendo feito”, garantiu.

    Fonte: Ascom CRF-AL

  • CRF/AL promove manhã de beleza em comemoração ao Dia da Mulher

    CRF/AL promove manhã de beleza em comemoração ao Dia da Mulher

    O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas realizou uma manhã de beleza para comemorar o dia Internacional da Mulher. As farmacêuticas que foram a sede do CRF em Maceió puderam cuidar do cabelo, em parceria com o salão de beleza Erika Cabelos e cuidados com a pele com a consultoria da Mary Kay. 

    A farmacêutica Maria Graciela foi uma das que aprovou a iniciativa da instituição, que valorizou a mulher, sobretudo as farmacêuticas. “Hoje estamos sendo homenageadas, foi muito boa essa ação. Nós nos sentimos importantes e isso nos motiva e é incentivo para que a gente lembre do quanto somos importantes. Eu adorei”, comemorou a farmacêutica.

    Alexandre Correia, presidente do CRF/AL, pontuou que a mulher tem um papel importante na sociedade com uma dupla função, cuidando da família e do seu trabalho. “Nada mais justo do que oferecer um cuidado especial as mulheres que muitas vezes, por conta da sua rotina, não tem tempo de cuidar de si mesmo e foi isso que o CRF/AL promoveu, um dia para que ela fosse ao trabalho mais bonita”, argumentou.

    Também foram distribuídos botões de rosas para as mulheres que foram ao Conselho.

    Fonte: Ascom-CRF/AL

  • Semana da Mulher: CRF/AL mostra atuação feminina no mercado farmacêutico

    Semana da Mulher: CRF/AL mostra atuação feminina no mercado farmacêutico

    Na semana da mulher, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas vai fazer uma série de reportagens mostrando a atuação da profissional farmacêutica em seus respectivos segmentos.  Hoje, nós vamos conhecer a Juliana Braga que atua na farmácia popular como farmacêutica comunitária.

    Ela que faz cerca de trinta atendimentos diários revela que o seu dia a dia é trabalhar diretamente com o paciente que chega a farmácia para buscar a solução dos seus problemas. “É nesse contato com ele, que eu dou as respostas que ele precisa”, afirmou.

    Juliana contou que a orientação dada ao paciente vai desde a explicação do tipo de medicamento foi prescrito pelo médico até a melhor forma daquele paciente tomar a medicação. “Muitas vezes, o paciente não consegue ter essas respostas com o médico e a farmácia acaba sendo o lugar aonde ele vai atrás das informações. Saber o porquê dele está tomando aquele remédio”, explicou.

    Além disso, ela também acompanha os pacientes com relação à pressão arterial, glicose e aqueles que decidiram parar de fumar. “O farmacêutico comunitário faz esse tipo de atendimento, de acompanhamento e de ajuda. O meu trabalho é estar ajudando essas pessoas que vem procurando uma solução dos seus problemas”, pontuou.

    De acordo com a farmacêutica alguns pacientes chegam à farmácia em busca de serem apenas ouvidos e alguns dos problemas apresentados podem ser resolvidos apenas com algumas pequenas mudanças, a exemplo do horário de tomar aquele medicamento. “A farmácia acaba sendo o primeiro lugar que as pessoas procuram quando apresenta algum problema de saúde. É muito importante que o farmacêutico esteja preparado para atender esse paciente, e identificar esse problema pode ou não ser resolvido ali na farmácia. E se necessário, encaminhar esse paciente ao médico”, alertou.

    Fonte: Assessoria CRF/AL

  • Fiscais amazonenses fazem treinamento de fiscalização eletrônica no CRF/AL

    Fiscais amazonenses fazem treinamento de fiscalização eletrônica no CRF/AL

    Durante três dias, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, recebeu as fiscais amazonenses Inês Oliveira e Daiane Freitas para o treinamento do sistema de fiscalização eletrônica móvel. Écio Sales, fiscal de Alagoas, explicou que o sistema já funciona no Estado desde 2013 e cobre 100% da fiscalização. “O primeiro momento foi teórico, mostrando como é o planejamento da fiscalização e nos dois últimos dias, nós fizemos o treinamento in loco em Maceió e no interior”, pontuou.


    O fiscal pontuou que o material usado para essa fiscalização é um tablet e uma impressora portátil que permite ao fiscal entregar o auto de infração no momento da fiscalização. Ele revelou que antes do sistema digital, as fiscalizações eram feitas manualmente, o que demandava muito tempo. “Com a fiscalização eletrônica, nós tivemos mais agilidade e maior rapidez durante as inspeções, e ao encerrar a fiscalização nós já conseguimos exportar os dados para o sistema com muita rapidez”, comemorou. Écio reforçou que Alagoas foi um dos primeiros Estados a ter 100% de cobertura digital no processo de fiscalização.


    Para Inês Oliveira, o treinamento foi proveitoso porque houve uma troca de experiência e de condutas. “Viemos para fazer o treinamento de fiscalização eletrônica móvel, aprendemos muito, fomos muito bem recebidas e vamos retornar já para implantar no nosso Estado. Essa é uma ferramenta muito importante para a fiscalização”, informou.


    A fiscal Daiana Freitas reforçou que o diferencial desse sistema é que ele traz as informações completas da empresa e isso traz uma agilidade. “Quando a gente sai com o termo manual, as informações são limitadas e muitas vezes a gente precisava entrar em contato com o Conselho para coletar outras informações e com o programa nós já temos essas informações e fiscalização torna-se mais produtiva”, analisou.

    Fonte: Ascom CRF-AL

  • Governo reúne academia e indústria em debate sobre incentivo à pesquisa clínica

    Governo reúne academia e indústria em debate sobre incentivo à pesquisa clínica

    Associações, laboratórios privados e públicos se reuniram na última semana para debater um plano de ação de incentivo e melhoria em pesquisa clínica no Brasil. Do evento, realizado pelo Ministério da Saúde, participaram a Interfarma; o grupo FarmaBrasil e a Sociedade Brasileira de Profissionais em Pesquisa Clínica (SBPPC). Entre os pontos discutidos estão as capacitações de profissionais para pesquisa clínica, aumento da infraestrutura para realização de estudos, viabilização de parcerias entre instituições públicas e privadas para realizar levantamentos epidemiológicos e realização de ações de comunicação e de plataformas para a disseminação de informações.

    O Encontro aprofunda a discussão iniciada no Fórum Pesquisa Clínica no Brasil, que contou com a presença do Ministro da Saúde, Ricardo Barros, em outubro de 2016. Na ocasião, foi apresentado um panorama da realização de estudos clínicos no país que permitiu a colaboração entre os setores interessados na busca de processos mais ágeis e de melhor infraestrutura para pesquisa clínica. “Naquele momento, nós assumimos um compromisso de alavancar a pesquisa clínica no Brasil e, para isto, vamos envolver todo o setor saúde”, afirmou o secretário da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde (SCTIE/MS), Marco Fireman.

    O presidente-executivo do grupo FarmaBrasil, Reginaldo Arcuri, comemorou a interação entre governo e iniciativa privada em torno da pesquisa clínica. “É muito estimulante ver o governo cumprindo bem seu papel de coordenar, de estabelecer os nortes e dar visibilidade para as ações. O caso da pesquisa clínica é uma questão absolutamente central porque o país começou a entrar numa nova época com novos campos na pesquisa,” afirmou. A iniciativa privada também ressaltou a importância do encontro. “Estou há quinze anos na pesquisa clínica e é a primeira vez que eu me lembro de ver governo, academia e indústria no mesmo ambiente, tentando discutir essa agenda positiva”, completou o representante do laboratório Bristol-Meyers, Rafael Laurino.

    A necessidade de diminuição da burocracia e dos entraves regulatórios na autorização da realização de pesquisas com seres humanos também foi um ponto citado pelos representantes dos laboratórios. O Decit propôs levar o debate do plano de ação também à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

    Fonte: Por Agência Saúde com contribuição da Juliana Ronconi