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  • Grupo de Trabalho se reúne para discutir sobre descarte de medicamentos

    Grupo de Trabalho se reúne para discutir sobre descarte de medicamentos

    O Grupo de Trabalho de Descarte de Medicamentos e a Logística Reversa do Conselho Federal de Farmácia (CFF) esteve reunido na sede do conselho nesta terça e quarta-feira, dias 7 e 8 de fevereiro. Encarregado de conduzir as discussões com vistas à materialização da política já aprovada e nunca implementada da logística reversa de medicamentos, o GT avaliou a resposta o Ministério do Meio Ambiente a uma nota técnica produzida por ele e encaminhada ao órgão no mês de dezembro.

    No ofício encaminhado ao CFF, o Ministério do Meio Ambiente informa que já tem elaborada uma minuta de decreto para retirar do papel o chamado Acordo Setorial. O acordo envolve três propostas apresentadas por fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes sobre logística reversa de medicamentos, mas que está sem parecer do Ministério do Meio Ambiente desde 2014.

    Nesses dois dias de reuniões, o GT realizou uma avaliação crítica das medidas que estão sendo adotadas pelo governo com vistas à proposição de mudanças que visem ao aperfeiçoamento dos resultados. Estiveram presentes à reunião, o juiz federal Clenio Jair Schulze, ex-presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e os representantes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Virgínia Maria Jorge e Jairo Sotero Nogueira de Souza, que também é suplente de conselheiro federal pelo Rio Grande do Norte.

    Ao final da reunião, os membros do GT e convidados foram recebidos pelo presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, que destacou a importância da questão. “O principal objetivo do CFF é levar o acordo setorial adiante, unindo os esforços de todas as entidades envolvidas para resolver este grande problema no país. Temos um papel fundamental neste contexto, porque o farmacêutico é o profissional que mais está ligado a questão do descarte de medicamentos”, observou.

    A avaliação feita nestes dois dias de trabalho será colocada em discussão durante a Reunião Geral, no mês de março. O Grupo de Trabalho de Descarte de Medicamentos e a Logística Reversa foi instituído pelo CFF, em outubro de 2016, para resgatar as atividades que foram realizadas sobre resíduos de medicamentos, desde a publicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

    O GT sobre Descarte de Medicamentos é composto por:

    • Rossana Freitas Spiguel – Conselheira Federal de Farmácia pelo Acre
    • Gilberto Dutra – Presidente do Conselho Regional de Farmácia do Espírito Santo (CRF-ES)
    • Clenir Sani Avanza – Comissão de Saúde da OAB/ES
    • Simone Ribas – Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba
    • Teófila Margarida Monteiro – CRF-MA
    • Thiago Coelho Saraiva – CRF-ES
    • Fabiana Pugliese – CRF-RJ
    • Josélia Frade – CFF
  • Hospitais de alagoas descumprem legislação e empregam poucos farmacêuticos

    Hospitais de alagoas descumprem legislação e empregam poucos farmacêuticos

    Os farmacêuticos podem atuar em mais de 70 áreas distintas e uma delas é dentro dos hospitais. Atualmente, Alagoas possui 68 unidades hospitalares e somente 10% delas tem assistência farmacêutica plena, ou seja, um profissional farmacêutico atuando dentro das suas unidades em todo o seu horário de funcionamento.  

    Segundo os dados levantados pela fiscalização do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL) cada hospital deveria empregar no mínimo cinco farmacêuticos, o que daria 340 profissionais trabalhando na área hospitalar. Hoje nós temos 86 farmacêuticos dentro dos hospitais, um número aquém do desejado. “Antes da legislação 13021/2014, esse número era bem menor e com esse instrumento jurídico nós estamos conseguindo avançar na empregabilidade e transformar essa realidade dentro dos hospitais em Alagoas”, afirmou o presidente do CRF-AL, Alexandre Correia.

    Ele informa que a partir a de legislação 13021/2014, os hospitais só conseguem a certidão de regularidade técnica se prestarem assistência farmacêutica plena. “Sem a certidão, o hospital fica sem poder realizar compra de medicamentos, e em situação irregular junto ao Conselho e a Vigilância Sanitária”, alertou. O presidente garante que o CRF-AL tem fiscalizado todas essas unidades e o resultado tem sido decisões liminares a favor do Conselho para que elas cumpram a legislação.

    Jamisson Barbosa, presidente da Comissão de Farmácia Hospitalar do CRF-AL, pontua que a realidade do interior é alarmante porque muitos hospitais não querem empregar farmacêuticos em suas unidades de saúde. “Infelizmente, os gestores não entendem a importância do farmacêutico dentro do hospital, eles pensam que nós somos apenas um dispensador de medicamentos, no entanto, a nossa função é muito mais ampla, e a principal atribuição é o controle de qualidade com relação ao uso desses medicamentos e a orientação farmacêutico na assistência ao paciente”, pontuou.

    Outro dado importante do farmacêutico dentro do hospital é que ele consegue diminuir os custos na compra dos fármacos, porque é feito todo um trabalho junto à equipe multidisciplinar com relação ao uso racional de medicamentos. “A interação medicamentosa pode ser fatal e é exatamente o farmacêutico quem vai monitorar essas situações, por isso, é importante que ele esteja dentro do hospital, como já acontece nas farmácias comunitárias”, comentou Jamisson.

    Além disso, estudos mostram que mais de 80% dos erros cometidos em ambiente hospitalar são causados pela utilização inadequada de medicamentos. “Nosso trabalho não é apenas para garantir o cumprimento da legislação, mas acima de tudo garantir a segurança do paciente dentro do ambiente hospitalar”, falou.

     

    Fonte: Ascom-CRF/AL

  • Livros do Profar já estão disponíveis

    Livros do Profar já estão disponíveis

    Todos os livros do Profar estão sendo encaminhados aos inscritos no EAD via correios imediatamente após a conclusão e aprovação no curso. Mas o prazo médio para as publicações chegarem às casas dos destinatários é de um mês. Assim, se você concluiu o curso e foi aprovado há mais de um mês, verifique o seu endereço cadastrado na plataforma. Se estiver errado, corrija.

    E, estando certo ou errado, informe ao CFF por meio do formulário de atendimento, que pode ser acessado no link www.profar-cff.org.br/atendimento.

    Fonte: CFF

  • Mercado Farmacêutico alagoano tem crescimento de 18% em 2016

    Mercado Farmacêutico alagoano tem crescimento de 18% em 2016

    Apesar de um cenário econômico de crise, o mercado farmacêutico apresentou um crescimento no ano de 2016. No Brasil, segundo levantamento realizado pela INTERFARMA (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), com dados da IMS Health (Consultoria Internacional de Marketing Farmacêutico), o varejo farmacêutico brasileiro cresceu 13,1% em 2016, passando de R$ 75,49 bilhões para R$ 85,35 bilhões.
     
    E Alagoas acompanhou esse crescimento. O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL) registrou 175 novas inscrições de estabelecimentos farmacêuticos. Esse número contempla a rede privada e pública. Comparado ao ano de 2015, onde 143 novas inscrições foram feitas, o crescimento no ano passado foi um pouco maior que 18%. O presidente do CRF-AL, Alexandre Correia, explica que esse quantitativo corresponde apenas as farmácias que estão de acordo com a legislação. 
     
    Ele ressaltou que o crescimento do número de estabelecimento tem um reflexo positivo para a categoria porque novos postos de trabalho são abertos. “A legislação determina que todo estabelecimento farmacêutico tenha um profissional durante todo o seu horário de funcionamento, isso significa que a farmácia só pode funcionar com a presença de um farmacêutico”, afirmou.
     
    O presidente pontua que o crescimento está atrelado ao empreendedorismo, onde os profissionais farmacêuticos têm optado ser donos do próprio negócio. “Muitos jovens que estão se formando tem decidido montar sua própria farmácia, o que para nós é muito satisfatório porque sabemos que o responsável pelo estabelecimento é um profissional capacitado”, comemorou.
     
    De acordo com o IMS Health o Brasil possui hoje 66,5 mil farmácias, cerca de 50% das quais são parte de grandes redes de varejo. Para o ano de 2017, a perspectiva do mercado farmacêutico é que este segmento deve atingir R$ 87 bilhões em vendas este ano.
     
    Fonte: Ascom CRF-AL
  • CFF e FCFAS chamam profissões da saúde ao debate sobre cursos de EAD na graduação

    CFF e FCFAS chamam profissões da saúde ao debate sobre cursos de EAD na graduação

    No dia 24 de fevereiro, em Brasília, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) realizará, em parceria com o Fórum dos Conselhos Federais da Área da Saúde (FCFAS), um encontro destas entidades para debater sobre a problemática do ensino a distância nos cursos de graduação. O objetivo é traçar um panorama dessa nova modalidade de ensino autorizada pelo Ministério da Educação (MEC) e propor encaminhamentos que de fato resultem na garantia da qualidade da formação dos profissionais das 14 áreas, que futuramente estarão responsáveis pelo cuidado com a saúde do paciente, da família e da comunidade.


    O presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João, explica que o conselho propôs e o FCFAS encampou a ideia de realizar a discussão no sentido de agregar todas as profissões em torno de propostas e encaminhamentos comuns. “Trata-se de um tema complexo, que exige discussão aprofundada e a união de todas as profissões, para que possamos levar a termo o melhor resultado”, destacou. “Não podemos e nem devemos tratar isoladamente uma questão que implica todas as áreas e que é tão crucial para a sociedade.”


    Está claro para o CFF que a formação na graduação em saúde exige o contato do aluno com a prática profissional, e, no caso da Farmácia, essa necessidade torna-se ainda mais premente na medida em que a profissão envereda cada vez mais para o cuidado ao paciente, ou seja, a prática clínica.  A intenção do CFF é propor uma ação coordenada entre as diferentes profissões na busca de uma solução definitiva. “Agradeço ao FCFAS pela parceria na realização deste encontro, que certamente será crucial para o enfrentamento desta questão tão importante para as profissões da saúde e para a qualidade de vida e o bem-estar da população”, destaca Walter da Silva Jorge João.

    Fonte: CFF

  • Instituto Racine amplia prazo de inscrição para participar de sorteio de bolsa de estudos

    Instituto Racine amplia prazo de inscrição para participar de sorteio de bolsa de estudos

    Atenção farmacêuticos! O Instituto Racine prorrogou o prazo de inscrição para sorteio de bolsas com descontos de 50% para os farmacêuticos que estiverem interessados em se atualizar profissionalmente.

    No total serão 12 de bolsas de estudo sendo 4 (quatro) para Cursos de Pós-Graduação e 4 (quatro) para Cursos Intensivos e 4 (quatro) para Curso de Educação Continuada. Só pode participar do sorteio aqueles que estão devidamente inscritos no Conselho Regional de Farmácia de Alagoas e que não estejam fazendo qualquer curso na instituição.

    Para participar do sorteio basta acessar o link e preencher o formulário até o dia 23 de outubro.

  • Representantes do CRF/AL participam de discussão de EAD para cursos de saúde

    Representantes do CRF/AL participam de discussão de EAD para cursos de saúde

    O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas (CRF-AL), Alexandre Correia, esteve em Brasília juntamente com os representantes da comissão de ensino do CRF-AL Mônica Meira, Flávia Dabbur e Rui Reys participando da discussão sobre o Ensino a Distância para os cursos de farmácia.

    Ele que é membro da Comissão Parlamentar do Conselho Federal de Farmácia destacou que o debate desta sexta-feira, 24, é para alertar toda sociedade sob o risco de se ter o ensino a distância para farmácia. “Somos um curso em que a prática está muito presente e o ensino a distância não se adequada a nossa formação profissional”, afirmou.

    Alexandre pontuou que o presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter Jorge da Silva João, foi quem abriu os trabalhos e convocou todas as profissões de saúde para se unirem e trabalharem contra o ensino a distância. De acordo com o presidente do CFF, a sociedade hoje já sofre com a má prestação de serviço e se, o ensino a distância for aprovado essa realidade será pior.

    A presidente da Comissão de Ensino do CRF/AL, Mônica Meira, revelou que foi importante porque existe um decreto para ser assinado pelo presidente da república, Michel Temer, que autoriza o ensino a distância em 100% para os cursos de saúde. “Isso é impossível porque os cursos da área de saúde precisam do contato com os pacientes, precisam de prática. Como é que um farmacêutico pode desenvolver a sua profissão sem ter prática?” questionou.

    Segundo Mônica, a ideia é mobilizar os estudantes, os representantes de classe, centros acadêmicos e os sindicatos da categoria para que esse decreto não seja assinado pelo presidente. “Vamos confeccionar um documento para levar ao Ministério da Educação, ao Inep e fazer um movimento junto a bancada federal de Alagoas para que eles se sensibilizem com a causa”, destacou.

    Para Flávia Dabbur,  a participação de todos os representantes dos Conselhos Federais da área de saúde reforça que o objetivo é único e é por meio dessa união que o movimento se fortalece. “Tem que ser cumprido o que já é determinado que são apenas 20% das disciplinas sendo ofertadas a distância. Acredito que a população também se sensibilize e compreenda que não podemos colocar maus profissionais no mercado”, analisou.

    Fonte: Ascom CRF/AL

  • Profissões da saúde se reúnem para definir estratégias em relação ao EAD na graduação

    Profissões da saúde se reúnem para definir estratégias em relação ao EAD na graduação

    Em um cenário em que a qualidade do ensino presencial na graduação em saúde já é uma grande preocupação, o ensino a distância nesta etapa da formação dos profissionais da área está sendo debatido em Brasília. E o debate ocorre em um auditório lotado por cerca de 180 pessoas, apesar de esta ser uma sexta-feira de carnaval, durante encontro promovido pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), em parceria com o Fórum dos Conselhos Federais da Área da Saúde (FCFAS). O debate se estenderá durante todo o dia.

    Estão presentes representantes de conselhos profissionais de todas 14 áreas da saúde, que debaterão estratégias pela preservação da qualidade da formação diante da franca expansão dessa modalidade de ensino na graduação, amplamente estimulada pelo Ministério da Educação (MEC). De acordo com o Sistema e-MEC de Instituições e Cursos de Educação Superior, já estão autorizadas 274,1 mil vagas de ensino a distância em 11 das 14 profissões da saúde. Somente não foram ainda autorizadas vagas para Medicina, Psicologia e Odontologia.

    O curso campeão em EAD é o de Serviço Social, com mais de 80 mil vagas. Logo atrás, vêm a Educação Física, com mais de 68 mil vagas, e a Enfermagem, com 59 mil vagas. No caso da Farmácia, que coordena o encontro, 6 instituições de São Paulo, Bahia, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Paraná, oferecem 9.320 vagas. “É preciso deixar claro que as profissões da saúde não são contra a incorporação das novas tecnologias pela graduação, mas a favor da qualidade do ensino que deve ser uma prioridade para os profissionais, para a sociedade e sobretudo para o MEC. Os cursos dessa área têm peculiaridade e possuem competências que exigem a formação presencial, sob pena de prejuízos à saúde da população”, disse o presidente do CFF, Walter da Silva Jorge João.

    Para seu funcionamento, os cursos EAD são obrigados a obedecer uma série de pré-requisitos (ver lista abaixo). Essas exigências, que já têm sido descumpridas e que não são suficientes para assegurar a qualidade do ensino, correm o risco de serem abolidas por decisão do MEC. A possibilidade foi anunciada pelo órgão, por meio de sua Coordenação-Geral de Regulação da Educação Superior a Distância – COREAD – DIREG, como proposta de alteração do Decreto nº 5.622/2005 (Regulamenta o art. 80 da LDB, que trata da Educação a Distância), atual marco legal vigente para a regulação do EAD.

    O coordenador adjunto do FCFAS, representante do Conselho Federal de Biomedicina, Edgar Garcez, também encara a questão com preocupação. “A formação em saúde está centrada no cuidado com o ser humano. Não vemos como algo possível desenvolver este lado humanístico sem o contato com o paciente. Não há tecnologia que possa possibilitar o refino manual nas habilidades e competências necessárias no cuidado ao paciente”, justifica Edgar Garcez. “No caso da Farmácia, essa preocupação toma dimensão ainda maior na medida em que a profissão farmacêutica, impulsionada por mudanças verificadas nos últimos cinco anos, envereda cada vez mais em direção à prática clínica”, reforça o presidente do CFF.

    O encontro foi aberto com a fala do presidente do CFF, do coordenador do FFCAS e do presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), Ronald Ferreira dos Santos. Em seguida a coordenadora da Comissão Assessora de Educação Farmacêutica (Caef), do CFF, Zilamar Costa traçou um panorama do ensino EAD no país, apresentando as suas considerações a partir da realidade constatada no estudo, que inclui açougues e padarias funcionando onde deveriam estar localizados os polos presenciais das instituições que ofertam cursos EAD de Enfermagem. “A avaliação que se faz é que o ensino à distância na graduação tal como tem ocorrido, ainda não está adequado ao ensino da área da saúde com suas concepções de formação”, comenta.

    Fonte: Ascom CFF

  • Instituto Racine sorteia 12 bolsas de estudos

    Instituto Racine sorteia 12 bolsas de estudos

    O Instituto Racine realizará um sorteio de bolsas de estudo de 50% de desconto  para os farmacêuticos que estiverem interessados em se atualizar profissionalmente. Para participar do sorteio basta acessar o link e preencher o formulário até o dia 17 de fevereiro.

    No total serão 12 de bolsas de estudo sendo 4 (quatro) para Cursos de Pós-Graduação e 4 (quatro) para Cursos Intensivos e 4 (quatro) para Curso de Educação Continuada. Só pode participar do sorteio aqueles que estão devidamente inscritos no Conselho Regional de Farmácia de Alagoas e que não estejam fazendo qualquer curso na instituição.

    Clique aqui e confira a lista dos cursos disponíveis.

  • Câmara Técnica se reúne em Arapiraca e passa informes para farmacêuticos

    Câmara Técnica se reúne em Arapiraca e passa informes para farmacêuticos

    A Câmara Técnica do Conselho Regional de Farmácia, seccional Arapiraca, se reuniu na noite desta segunda-feira, 20, para discutir temas direcionados a qualificação profissional e atualização das orientações aplicadas para regulamentação do mercado farmacêutico em Alagoas.

    O vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia de Alagoas, Robert Nicácio, pontuou que esses encontros são importantes, sobretudo, porque existem muitos profissionais que não estão atuando nos grandes centros. “Existem muitos colegas que atuam no interior e passar esses informes do que estamos conseguindo de avanços na profissão é muito importante para estreitar ainda mais o diálogo com quem não está nos grandes centros”, afirmou.

    Rommel Tinô, que é membro da Câmara Técnica, revelou que a reunião foi proveitosa, sobretudo quanto à qualificação profissional, já que alguns temas para realização de cursos foram decidicos na reunião. “Nós percebemos o envolvimento de todos os membros da Câmara, e já conseguimos alguns temas para educação continuada no interior”, comemorou.

    Ainda na reunião, foi apresentado um modelo de uma cartilha que trata da fiscalização: explicando o que é e como ela funciona para que seja distribuída aos farmacêuticos. “É importante que eles tenham conhecimento de como a fiscalização funciona”, informou.

    O vice-presidente do Conselho expos aos membros da Câmara Técnica o ofício em que o Conselho Federal de Farmácia recomenda que os Conselhos Regionais não realizem festas e eventos, mas sim solenidades desde que tenham valores moderados e sejam previamente licitados e que não estão condizente ao fim da instituição, como por exemplo, coquetel, buffet e coffe-break. “Isso foi uma determinação do Tribunal de Contas, e para nós é de fundamental importância ter esse conhecimento para que futuramente a gente não responda judicialmente”, revelou.

    Participaram da reunião: Fernando Minervo, Adriano Mateus, Rommel Tinô, Fernando Manoel e Robert Nicácio.

    Fonte: Ascom CRF/AL