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  • Laboratório lança insulina inalável para diabéticos nos Estados Unidos

    Laboratório lança insulina inalável para diabéticos nos Estados Unidos

    Medicamento deve ser administrado com a ajuda de um pequeno inalador.
    Inalação promete agir mais rápido e ser mais conveniente que injeções.
     
    A partir de agora, diabéticos que vivem nos Estados Unidos e cujo tratamento inclui o uso de insulina terão uma alternativa ao produto injetável. O laboratório Sanofi lançou uma insulina em pó inalável. O produto já tinha sido aprovado pela Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) em junho de 2014.
     
    A inalação promete agir mais rapidamente e ser muito mais conveniente do que as injeções.No entanto um produto inalável já falhou no passado e há preocupações sobre os potenciais riscos associados com o ato de respirar a insulina em pó.
     
    Chamado Afrezza, o medicamento deve ser inalado com a ajuda de um pequeno inalador de fácil uso. O produto dissolve-se rapidamente quando atinge o pulmão e fornece insulina para a corrente sanguínea, cumprindo o papel de regular a quantidade de açúcar no sangue.
     
    O Afrezza não deverá ser usado em pacientes com asma ou por aqueles que sofrem de certas complicações. Também não é recomendado para fumantes ou ex-fumantes.
     
    Uma outra insulina inalável produzida pela concorrente Pfizer chamada Exubera foi aprovada em 2006, mas deixou de ser vendida logo depois. O inalador era grande e desajeitado e os pacientes acabaram desistindo de usá-lo, desencorajados pelos testes de função pulmonar periódicos a que tinham de submeter.
     
    Fonte: Bem Estar
  • Libéria inicia testes de duas vacinas contra o ebola

    Libéria inicia testes de duas vacinas contra o ebola

    As vacinas ChAd3 e rVSV-ZEBOV são as mais promissoras contra doença.
    Produtos protegeram animais contra o vírus, em testes iniciais.
     
    Os primeiros testes clínicos das duas vacinas mais promissoras contra o ebola iniciaram nesta segunda-feira (2), na Libéria, um dos países mais afetados pelo vírus, anunciou o projeto de cooperação Prevail.
     
    Trata-se do ChAd3, desenvolvido pela companhia britânica GSK (GlaxoSmithKline) com o Instituto americano de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID) e do rVSV-ZEBOV, da agência de saúde pública do Canadá (PHAC), cujos direitos foram comprados pelo laboratório americano Merck, em cooperação com a empresa americana NewLink Genetics.
     
    “Essas duas vacinas protegeram animais contra o vírus ebola e foram consideradas seguras durante os testes humanos durante os estudos de inocuidade menores na África, na Europa e América”, lembra o Prevail (Parceria para a Pesquisa sobre Vacinas anti-Ebola na Libéria) em um comunicado.
     
    “O teste começa no hospital Redemption em Monróvia e outros hospitais participarão posteriormente após os 600 primeiros participantes”, indica o texto.
     
    Os testes foram oficialmente lançados neste hospital no domingo durante uma cerimônia na presença do vice-presidente Joseph Boaikai.
     
    “Esperamos que este projeto científico lançado hoje traga uma resposta ao mistério que representa esta doença”, para a qual não existe nenhuma vacina homologada, declarou Boaikai.
     
    O diretor do Wellcome Trust, no Reino Unido, que financia as pesquisas contra o ebola, Jeremy Farrar, considerou “fantástico que esses primeiros testes de vacinas em grande escala aconteçam na Libéria, um país que tem sofrido enormemente com a epidemia”, com ao menos 3.700 mortos do total de cerca de 9 mil vítimas fatais da doença.
     
    Os pesquisadores, sob a supervisão do NIAID, visam atingir 27 mil homens e mulheres com boa saúde, a partir de 18 anos.
     
    Segundo o Prevail, essas vacinas podem causar dor, inflamações e inchaço nos braços, assim como febre, dor de cabeça e fadiga. Mas esses efeitos colaterais “foram leves ou moderados e desapareceram em pouco tempo”, ressaltou.
     
    De acordo com os pesquisadores, o nível de imunização necessário para evitar que um ser humano seja contaminado com o Ebola permanece desconhecido.
     
    Fonte: Bem Estar
  • Sem pressão. Apoio é a chave para lidar com pessoa deprimida

    Sem pressão. Apoio é a chave para lidar com pessoa deprimida

    Era 18h30 de uma quarta-feira e a maior sala da Abrata (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos) já estava lotada. Todos os presentes ouviam com bastante atenção às informações repassadas pela executiva de vendas Andreia Marino, 46, uma das voluntárias da associação, sobre as atividades da entidade, voltadas para familiares, amigos e pacientes que sofrem com transtornos afetivos — doenças em que a característica fundamental é alteração do humor ou do afeto –, especificamente depressão e bipolaridade.
     
    “Acho que essa vai ser a minha última tentativa, porque eu já não aguento mais. Tenho dois filhos e os dois acham que eu sou louca”, contou a professora de música Sueli Figueiredo Faria, 52, que sofre de depressão e foi ao grupo de acolhimento da Abrata na esperança de encontrar ajuda. Sueli está entre os 11,2 milhões de brasileiros que receberam diagnóstico positivo para depressão. Segundo dados da PNS (Pesquisa Nacional de Saúde) divulgados em dezembro de 2014, essas pessoas correspondem a 7,6% da população com 18 anos ou mais de idade.
     
    Em âmbito mundial, a OMS (Organização Mundial de Saúde) estima que 350 milhões de pessoas sofram da doença, considerada uma das principais causas de suicídio – a OMS afirma que cerca de um milhão de pessoas morrem por ano por suicídio -, a principal causa de incapacitações e um dos principais contribuintes para a carga global de doenças.
     
    Naquela sala da Abrata, além de pacientes, havia pais e mães de pessoas que receberam diagnóstico positivo para transtornos afetivos, acompanhados ou não dos pacientes. Isso porque não é apenas o paciente que sofre com a doença. Quem está próximo à pessoa que tem depressão também é afetado pelo transtorno, afinal, lidar com alguém com depressão não é uma tarefa fácil e certas condutas podem, inclusive, agravar o quadro do paciente.
     
    A diarista Fátima Xavier dos Reis, 50, contou que vive dividida entre a vontade de apoiar a filha que tem depressão e a de “dar uns tapas” nela. “Eu não sei como lidar. Não sei se a forço a sair do quarto ou se apoio a vontade dela. No geral, eu a deixo escolher, mas ela sempre tende a optar pelo não”, diz. A filha de Fátima, Bruna Cristina dos Santos, tem 20 anos, mas desde os 15 tem o diagnóstico de depressão. “Mas ela vem assim desde os 12 anos, desde que teve uma crise de pânico. É um sofrimento. Você não sabe o que é chegar em casa, em um dia de muito calor, e ver a sua filha deitada na cama, enrolada nas cobertas, no quarto todo escuro, sem querer falar com ninguém”, diz.
     
    Segundo o médico psiquiatra e conselheiro da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), Sérgio Tamai, quem lida com esses pacientes sofre com o sofrimento dele, mas, muitas vezes não têm a consciência de que se trata de uma doença e não se dão conta de que o paciente não tem o controle de melhorar por conta própria. “Ouvir um 'você não quer melhorar?' deixa a pessoa que sofre de depressão muito pior, porque ela se sente ainda mais pressionada”, afirma.
     
    O desafio no trato com quem sofre da doença é encontrar o equilíbrio, ou seja, insistir sem pressionar. “É preciso encontrar um meio termo. Não pode largar a pessoa a sua sorte, mas também não pode pressionar. A dica é lidar sempre pensando que a pessoa em questão não vive uma situação normal, ela está doente. Ninguém pede para quem está mal após uma sessão de quimioterapia para ir ao shopping, por exemplo”, diz o psicólogo e coordenador do Programa de Estresse da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Armando Ribeiro.
     
    O médico psiquiatra do Gruda (Programa de Transtornos Afetivos) do Instituto de Psiquiatria do HC-USP (Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo), Fernando Fernandes, explica que, no caso de amigos próximos, se mostrar sempre disponível é bom para o paciente. “Quem tem amigos acometidos por essa doença deve se perguntar se convém visitar a pessoa naquele momento. A depressão é uma doença médica como outras. Será que convém visitar um paciente que tem câncer, por exemplo. Convém, mas é preciso saber o momento adequado para isso. Caso contrário, o paciente pode se sentir angustiado com a visita”, diz.
     
    Armando Ribeiro aconselha amigos de pacientes com depressão a se colocarem disponíveis para visitas e evitar convites para atividades em um ambiente externo. “É preciso evitar situações incômodas e acabar com discursos otimistas, porque a pessoa não está em um dia de mau humor, ela tem uma doença. Sair forçada pode gerar culpa, vergonha e efeitos colaterais importantes. Em vez disso, pode ser bom um convite para ouvir música juntos, dentro da casa, no local de conforto do paciente”, diz. 
     
    Fonte: Uol Saúde
  • Novo tratamento contra câncer de colo de útero é testado no AC

    Novo tratamento contra câncer de colo de útero é testado no AC

    Estado é pioneiro nos testes da Terapia Fotodinâmica no colo do útero.
    Técnica também será utilizada em pacientes com câncer de pele.
     
    Um novo tratamento contra câncer de colo de útero será testado no Acre, a partir de fevereiro deste ano. Segundo o médico oncologista, Antônio Vendette, o estado é o pioneiro nas pesquisas no mundo. Trata-se da Terapia Fotodinâmica, que, atualmente, já é utilizada apenas contra câncer de pele em Brasília e São Paulo. No Acre, 30 pessoas diagnosticadas com algum dos dois tipos de câncer podem participar do tratamento, mediante inscrição e seleção.
     
    De acordo com o médico, contra o câncer de colo de útero, serão tratadas mulheres ainda com lesões iniciais, devido ao caráter inicial das pesquisas. O médico explica que a técnica é desenvolvida com incidência de laser, que deve identificar as lesões com mais exatidão e matar as células cancerígenas.
     
    “Para o câncer de colo de útero, como é uma coisa inédita, vamos começar com as lesões bem iniciais, as chamadas NIC 1 e 2, também conhecidas de displasia de alto grau. Serão aplicadas duas medicações dentro de uma cápsula nanométrica, que vai carregar a droga até dentro da célula com câncer. Uma é fluorescente, para identificarmos, com o laser, onde tem célula cancerígena. A outra é para eliminar essa célula”, explica.
     
    O equipamento é desenvolvido pela USP Ribeirão Preto. Ele contém um sistema de vídeo, com o qual é possível obter imagens digitais, e dois sistemas de laser. Um de cor azul para fazer a fluorescência de uma das medicações para fazer a identificação de células infectadas. O outro laser é de cor vermelha destinado a fazer a ativação da segunda medicação que vai matar o câncer. Vendette garante que o procedimento não causa sensação na paciente.
     
    As pesquisas serão realizadas no Hospital do Câncer, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e a Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, sob a coordenação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Vendette diz que, com a terapia, o câncer tem no mínimo 90% de chances de ser curado, de forma menos agressiva e sem a necessidade de cirurgia.
     
    “A chance de eliminarmos as células com câncer são superiores a 90%. A vantagem maior é que não vai danificar o colo do útero da paciente, nem cirurgicamente nem com radioterapia. Então, além de eliminar o câncer, vai manter anatomia dela e a fertilidade. Ou seja, além de estar curada, ela vai poder ser mãe no futuro, que é uma complicação no tratamento atual”, fala.
     
    Segundo o oncologista, após a pesquisa nos 30 pacientes acreanos, um estudo maior deve ser feito, incluindo também outros hospitais do Acre, com o intuito de analisar o grau de eficácia e segurança do procedimento. Além disso, a terapia deve ser testada futuramente em casos mais avançados de câncer. “A partir do momento que padronizarmos todo o sistema, avaliar o grau de eficácia, quantas sessões, complicações, vamos oferecer para casos mais avançados, numa segunda etapa. Até vermos qual o limite da segurança desse novo método”, garante.
     
    Se comprovada, a terapia deve sair a um custo pequeno para o Sistema Único de Saúde (SUS), tendo em vista que o equipamento e a medicação são desenvolvidos no Brasil. “Será uma transformação, se a gente conseguir comprovar todo o nosso desenvolvimento teórico. O custo do tratamento para o SUS é irrisório, porque o equipamento é fabricado no Brasil, dentro de uma universidade. A droga é simples e também produzida no laboratório da universidade. É um tratamento que não precisa de centro cirúrgico, em de anestesista. É feito no próprio consultório do ginecologista”, diz.
     
    Câncer de pele
     
    A Terapia Fotodinâmica, diz Vendette, já é utilizada para câncer de pele em hospitais em Brasília e São Paulo. No entanto, também é a primeira vez que será utilizada em pacientes acreanos. Ele explica que o procedimento é o mesmo daquele feito no colo do útero, porém, é totalmente externo. Como vantagem, o paciente não vai ficar com nenhum tipo de cicatriz.
     
    “A terapia será testada em pacientes com câncer de pele tipo basocelular, espinocelular, ou carcinoma superficial da pele. É o mesmo tratamento, mas de forma exterior, com a vantagem da eliminação do câncer sem cicatriz. A célula vai morrer e a pele vai descamar como se fosse uma queimadura solar. A pele que nascer por trás vem saudável”, garante.
     
    Como participar?
     
    Para se inscrever nos testes com a Terapia Fotodinâmica, o paciente deve entrar em contato por meio do número de telefone (68) 3223-4005. Dentre os pré-requisitos, a pessoa deve ter de 18 a 70 anos, não ter tido câncer previamente ou nenhuma doença infeccionas ou imunossupressora, acrescenta o oncologista.
     
    “Nossos pacientes podem se inscrever e haverá uma seleção. As amostras da medicação estão chegando ao Acre. Todos passarão por exames de colposcopia gratuitamente e será acompanhada. Todo o aparato de atendimento médico e enfermagem estarão disponíveis também de graça”, finaliza Vendette.
     
    Fonte: G1 Saúde
  • Espanha cria técnica que trata coração com células de doadores

    Espanha cria técnica que trata coração com células de doadores

    Tratamento visa recuperar órgão danificado por uma parada cardíaca.
    Testes são realizados em hospital da capital do país, Madri.
     
    O hospital espanhol Gregorio Marañon apresentou na última semana, em Madri, um novo tratamento para recuperar um coração danificado por uma parada cardíaca através do uso de células cardíacas de doadores.
     
    “Como parte deste teste clínico, 55 pacientes no total serão tratados. Sete pacientes já foram operados, e a evolução de todos tem sido muito favorável, visto que seus tecidos cardíacos haviam sido severamente afetados”, explicou o governo regional de Madri em um comunicado.
     
    “Esta é a primeira vez que este tipo de célula é utilizada para reparar danos causados por um infarto agudo do miocárdio”, acrescentou. “Esta é uma experiência pioneira no mundo”, disse um porta-voz do hospital.
     
    “Estas células alogênicas, ou seja, que não vêm do próprio paciente, mas de corações de doadores, são processadas e armazenadas” antes de serem usadas no coração do paciente, explicou Francisco Fernandez-Avila, chefe do departamento de cardiologia do Hospital Gregorio Marañon, citado no comunicado.
     
    A vantagem deste método é que é não necessário esperar “as quatro ou oito semanas” que seriam necessárias no caso da utilização de células cardíacas do próprio paciente. Além disso, estas células cardíacas selecionadas oferecem um “potencial de reparação maior', disse o cardiologista.
     
    Reutilização
     
    Retiradas do tecido cardíaco de doadores voluntários “remanescentes após uma cirurgia”, como na implantação de um marcapasso, essas células que foram alvos de uma seleção, permitem uma melhor reparação de tecidos do coração danificados por um ataque cardíaco do que se viessem de outras fontes, indicou.
     
    Antes de serem tratadas, elas “são estudadas de forma exaustiva” e somente aquelas que funcionam “de forma ideal” são selecionadas e, posteriormente, multiplicadas até alcançar “a dose necessária de 35 milhões por paciente”.
     
    As células são então implantadas através de uma artéria coronária, “um processo seguro e simples semelhante a uma angioplastia”, de acordo com os médicos. Trata-se de “produzir novo tecido cardíaco, ativando a capacidade de regeneração local do próprio coração.”
     
    O paciente deve receber as células “sete dias após o infarto, quando a sua situação clínica se estabilizou e o efeito cardiorreparador pode ser mais eficaz.”
     
    Financiado pela União Europeia, o teste é realizado na Espanha pelo grupo espanhol privado Genetrix e coordenado pelo hospital Gregorio Maranon com vinte organizações europeias, incluindo o Hospital Saint-Louis, de Paris.
     
    Fonte: Bem Estar
  • CONVITE PARA O BAILE

    CONVITE PARA O BAILE

    A Diretoria do Conselho Regional de Farmácia do Estado de Alagoas tem a honra de convidar a V.Sª para as solenidades alusivas a Outorga da Comenda do Mérito Farmacêutico  Alagoano , oportunidade em que prestará homenagem a ilustres personalidades do setor farmacêutico, por relevantes serviços prestados à profissão.
     
    Em Maceió, o  evento realizar-se-á no dia 30 de janeiro de 2015, a partir das 22h, no Iate Clube Pajuçara, Avenida Doutor Antônio Gouveia, 1259, Pajuçara, Maceió -AL.
     
     
    Em Arapiraca será dia 01/02/2015 a partir das 11hs. Local: Honório Fest, Rua: Dioclesio Barbosa da Silva, Bairro: Cavaco. Ponto de Referência:  Próximo a antiga Secretaria de Saúde.
     
    * Entrega das senhas começará dia 26/01/2015 as 9hs até dia 30/01/2015, as 12hs.
     
     
     
    Obs.: Valor : 1 pacote de  fralda geriátrica.
     
    Atenção:
     
    * Será obrigatório  a apresentação de documento de identificação do Farmacêutico.
     
    * Só será permitida a entrada do convidado com a presença do Farmacêutico  titular da senha.
     
     
    Contamos com vossa estimada presença para abrilhantar o evento
     
     
    Alexandre Correia
    Presidente do CRF-AL
  • Cinco genéricos inéditos no Brasil ganham registro da Anvisa

    Cinco genéricos inéditos no Brasil ganham registro da Anvisa

    Remédios são alternativas a produtos de marca ainda sem concorrência.
    Anvisa tem priorizado registro de genéricos inéditos para reduzir preços.
     
    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou, nesta quarta-feira (21), o registro de cinco medicamentos genéricos inéditos no Brasil. Os genéricos inéditos são medicamentos que substituem produtos de referência que ainda não tinham nenhuma alternativa mais barata no país.
     
    Os genéricos serão pelo menos 35% mais baratos do que os medicamentos de referência. A agência divulgou que está priorizando o registro de genéricos inéditos para estimular a concorrência e promover a queda de preço dos medicamentos. Os novos produtos são: cloridrato de moxifloxacino, ciclesonida, baclofeno, dienogeste e pitavastatina.
     
    O cloridrato de moxifloxacino, segundo a Anvisa, é um antibiótico que pode ser usado em infecções respiratórias, pneumonia, sinusite, bronquite crônica e doença inflamatória pélvica. O medicamento de marca com esse princípio ativo é o Avalox.
     
    A ciclesonida é usada para tratar os sintomas da rinite alérgica. Com esse princípio ativo, está no mercado o medicamento Alvesco.
     
    O baclofeno é um relaxante muscular usado para aliviar rigidez e espasmos musculares decorrentes de condições como esclerose múltipla e doenças cerebrais. O medicamento de referência é o Lioresal.
     
    O dienogeste é indicado para tratar sintomas dolorosos da endometriose. Um medicamento de marca no mercado com esse princípio ativo é o Allurene.
     
    A pitavastatina é indicada como terapia adjunta à dieta para reduzir níveis de colesterol e triglicérides. O medicamento de marca com esse princípio ativo é o Livalo.
     
    Fonte: Bem Estar
  • Cigarro eletrônico pode ser de 5 a 15 vezes mais cancerígeno, diz estudo

    Cigarro eletrônico pode ser de 5 a 15 vezes mais cancerígeno, diz estudo

    Caso ocorre quando ele é aquecido ao máximo e aspirado profundamente.
    Pesquisadores de universidade dos EUA usaram máquina para inalar vapor.
     
    Aquecido ao máximo e aspirado profundamente, o vapor com nicotina dos cigarros eletrônicos pode produzir formaldeído, uma substância que o torna de cinco a quinze vezes mais cancerígeno que o cigarro comum, revela um estudo publicado nesta quarta-feira (21).
     
    “Constatamos que o formaldeído pode se formar durante o processo de vaporização dos cigarros eletrônicos”, destacam pesquisadores da Universidade de Portland (Oregon) no New England Journal of Medicine (NEJM).
     
    Os pesquisadores utilizaram uma máquina para “inalar” o vapor dos cigarros eletrônicos de baixa e alta tensão para determinar como se forma o formaldeído – uma conhecida substância cancerígena – a partir do líquido que utilizam estes dispositivos.
     
    Durante a experiência, os pesquisadores constataram que quando o cigarro eletrônico aquece o líquido a alta tensão (5 volts) se produz uma taxa de formaldeído mais elevada que a do cigarro comum.
     
    Desta maneira, o usuário de cigarro eletrônico que inala diariamente o equivalente a três mililitros deste líquido vaporizado e aquecido ao máximo absorve cerca de 14 mg de formaldeído, contra 3 mg para quem fuma um maço de cigarro comum.
     
    A longo prazo, a inalação de 14 mg desta substância nociva por dia pode aumentar de 5 a 15 vezes o risco de câncer, destaca o estudo.
     
    Para o diretor da divisão de tabagismo da Faculdade de Medicina de Londres, Peter Hajek, o estudo não reflete a realidade, já que “quando os cigarros eletrônicos aquecem muito, o líquido produz um sabor acre desagradável” para o fumante.
     
    Fonte: Bem Estar
  • Brasil registrou 24,6 mil novos casos de hanseníase em 2014

    Brasil registrou 24,6 mil novos casos de hanseníase em 2014

    O governo federal identificou no ano passado 24.612 novos casos de hanseníase no país, segundo dados preliminares divulgados nesta quarta-feira pelo Ministério da Saúde. O número representa uma queda em relação aos casos identificados em 2013, mas indica um ligeiro aumento da prevalência de casos a cada 10 mil habitantes: de 1,42 casos nesse universo para 1,56. “Tivemos capacidade de diagnosticar aquilo que estava oculto”, justificou o ministro Arthur Chioro (Saúde).
     
    “Quando a gente olha os 10 últimos anos, temos um declínio lento, gradual, mas consistente da enfermidade no nosso pais. Podemos falar que a tendência da hanseníase no Brasil é para a eliminação, para o controle”, completou.
     
    A meta acordada com a OMS (Organização Mundial da Saúde) é chegar a menos de 1 caso para o grupo de 10 mil pessoas. A partir desse patamar, entende-se que a doença está sob controle. O objetivo inicialmente foi projetado para o ano 2000. “Optamos pela sustentabilidade das ações, não por fazer o decréscimo rápido, mas com risco de retrocesso”, ponderou Rosa Castália, coordenadora de hanseníase e doenças em eliminação do ministério.
     
    Campanha nacional
     
    Na manhã desta quarta, a pasta lançou campanha nacional de luta contra a doença. Serão usados cartazes, folhetos para profissionais da saúde e informações divulgadas na internet. “Quanto antes as pessoas descobrirem, mais cedo vão se curar”, destaca a iniciativa.
     
    Rosa Castália destacou que a doença se concentra em Estados como Mato Grosso, Maranhão e Tocantins. “Ela tem grande concentração na borda externa da região amazônica e alguns estados do Nordeste também”, disse.
     
    Para ela, a adoção de iniciativas descentralizadas para o combate da doença ajudou na redução de novos casos, o que vem ocorrendo desde 2003. Entre elas, estão a estratégia da saúde da família e diagnóstico de crianças matriculadas na rede pública
     
    No dia 25 de janeiro, é celebrado o dia mundial contra a hanseníase. O ministro da Saúde reconheceu que a doença ainda enfrenta estigma e, assim como as demais doenças negligenciadas, está associada a situações de pobreza e dificuldade de acesso a serviços de saúde.
     
    A doença é transmitida pelas vias aéreas superiores e tem período de incubação muito longo, de até cinco anos. Entre os sintomas, estão manchas de diferentes colorações, perda de sensibilidade térmica e tátil. A doença tem cura e o tratamento é oferecido de forma gratuita no SUS (Sistema Único de Saúde).
     
    Fonte: Valor Econômico
  • COMUNICADO FRESENIUS MEDICAL CARE

    COMUNICADO FRESENIUS MEDICAL CARE

    A Fresenius Medical Care, por determinação da ANVISA, envia em anexo, o comunicado de recolhimento dos lotes relacionados  do produto Peritosteril, publicados no Diário Oficial da União em 15/01/2015 e 16/01/2015.
     
     
    O anexo encontra-se na aba de DOWNLOADS!