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  • Vacina de hepatite A passa a ser oferecida em todo o país este mês

    Vacina de hepatite A passa a ser oferecida em todo o país este mês

    Paraná, São Paulo e Roraima eram últimos estados que faltavam.
    Em outros estados, a vacina começou a ser oferecida a partir de julho.
     
    O SUS já está oferecendo a vacina contra o vírus da hepatite A em todo o país. Os três últimos estados que faltavam – São Paulo, Paraná e Roraima – passaram a ter a vacina disponível este mês, de acordo com o Ministério da Saúde.
     
    Em 29 de julho, a pasta tinha anunciado a inclusão da imunização no calendário vacinal. Desde então, os estados passaram a incluir a vacina progressivamente.
     
    A imunização é direcionada a crianças de 1 ano até 1 ano e 11 meses. A meta do ministério é imunizar 95% desse público em um ano, o que totaliza três milhões de crianças.
     
    Com a vacinação contra a hepatite A, o Ministério da Saúde passa a oferecer, de graça, 14 vacinas de rotina no calendário. Ainda segundo o ministério, com a nova vacina, o Brasil passa a ofertar todas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS)
     
    Hepatite A
     
    A hepatite A é uma doença infecciosa aguda que atinge o fígado. De acordo com a OMS, a cada ano, ocorrem cerca de 1,4 milhão de casos no mundo. Nos países com precárias condições sanitárias e socioeconômicas, a hepatite A apresenta alta incidência.
     
    De acordo com o Ministério da Saúde, a doença é considerada comum no Brasil, área de risco para a hepatite A. Foram 3,2 casos para cada 100 mil habitantes em 2013. De 1999 a 2012, foram 761 mortes.
     
    De 1999 a 2013 foram registrados 151.436 casos de Hepatite A no Brasil. A maioria dos casos se concentra nas regiões Norte e Nordeste do país, que juntas representam 55,8% das confirmações do vírus. De 2% a 7% dos casos apresentam a forma grave da doença, que pode levar à hospitalização e à morte.
     
    A principal forma de contágio da doença é a fecal-oral, por contato entre as pessoas infectadas ou por meio de água e alimentos contaminados.
     
    Fonte: Bem Estar
  • Hipertensão, colesterol alto, cigarro e diabetes aumentam risco cardíaco

    Hipertensão, colesterol alto, cigarro e diabetes aumentam risco cardíaco

    Bem Estar desta segunda-feira (15) deu dicas para proteger o coração.
    A partir dos 40 e 50 anos, chances de problemas são maiores; entenda.
     
    Será que você presta atenção e cuida do seu coração do jeito que devia? No Bem Estar desta segunda-feira (15), os cardiologistas Roberto Kalil e Marcelo Sampaio alertaram que é fundamental proteger a saúde cardíaca e deram dicas para evitar doenças. De acordo com o médico Roberto Kalil, é importante lembrar que a partir dos 40 ou 50 anos, as chances de algum evento cardiovascular aumentam, tanto nos homens como nas mulheres.
     
    Se o paciente fuma, tem hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade, os riscos podem ser ainda maiores. No caso da pressão alta, o risco sobe em 30%, como alertou o cardiologista Marcelo Sampaio. Geralmente, não há sintomas, mas pode ser que a pessoa sinta dor de cabeça e dor na nuca e na região dos olhos.
     
    O cardiologista Roberto Kalil alerta que é fundamental procurar um médico para tratar a pressão o quanto antes, para diminuir os riscos de problemas, como infarto e derrame cerebral, pro exemplo. Se o paciente for um hipertenso leve, pode ser que apenas uma mudança de hábitos, com atividade física regular e dieta equlibrada, já ajude a melhorar. Em casos mais graves, pode ser que ele precise de medicamentos.
     
    Outro agravante importante para a saúde do coração é o colesterol alto, que pode aumentar em 40% os riscos – nesse caso, o médico pode receitar a estatina, o mais clássico medicamento para quem tem o problema. O cardiologista Roberto Kalil alerta que crianças que têm casos na família devem dosar o colesterol logo na maternidade.
     
    Em relação ao cigarro, o médico Marcelo Sampaio explica que ele é o maior fator de risco evitável. Cerca de 40% dos homens fumam e isso pode lesionar as paredes das artérias, aumentando as chances de diversos problemas cardíacos. A diabetes também pode aumentar o risco, assim como a obesidade – por isso, é fundamental se proteger, com uma rotina regular de atividade física e uma dieta equilibrada e saudável.
     
    Fonte: G1 Saúde
  • SUS vai oferecer medicamento para sintomas do autismo a partir de 2015

    SUS vai oferecer medicamento para sintomas do autismo a partir de 2015

    Risperidona será oferecido na rede pública ainda no começo do ano.
    Ministério da Saúde estima que 19 mil pessoas serão beneficiadas ao ano.
     
    O Ministério da Saúde vai passar a oferecer a partir de 2015 o medicamento Risperidona, que trata os sintomas do autismo.
     
    Em nota divulgada, a pasta afirma que o remédio auxilia na diminuição das crises de irritação, agressividade e agitação, características comuns em pacientes com a síndrome.
     
    O ministério informou ainda que o remédio estará disponível na rede pública no início do próximo ano, sem precisar data, e estima que 19 mil pacientes serão beneficiados.
     
    O autismo é considerado um distúrbio com um amplo espectro de manifestações, desde as crianças, que têm enormes dificuldades de responder aos estímulos, até pessoas que têm problemas de convívio social, mas são extremamente talentosas em áreas específicas. O cérebro deles funciona de forma única, que ainda é um mistério para a ciência.
     
    A síndrome se instala nos três primeiros anos de vida, quando os neurônios que coordenam a comunicação e os relacionamentos sociais deixam de formar as conexões necessárias. Embora o transtorno seja incurável, quando demora para ser reconhecido, esses neurônios não são estimulados na hora certa e a criança perde a chance de aprender.
     
    Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) sugere que 70 milhões de pessoas no mundo tenham autismo. No Brasil, a estimativa é de dois milhões de pessoas.
     
    Fonte: G1 Saúde
  • CURSO DE PRESCRIÇÃO FARMACÊUTICA

    CURSO DE PRESCRIÇÃO FARMACÊUTICA

    CURSO DE PRESCRIÇÃO FARMACÊUTICA
     
    Profa. Dra. Margarete Akemi Kishi 
    Farmacêutica Industrial pela FCF/Araraquara-UNESP, Especialista em Homeopatia pela FCFSP- USPS, Professora de Graduação e Pós Graduação na Universidade Presbiteriana Mackenzie, Professora de Pós Graduação na Universidade Guarulhos, Conselheira Federal Suplente pelo Estado de São Paulo no CFF (mandato 2012-2015) / Coordenadora da Comissão de Práticas Integrativas e Complementares.
     
    CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
     
    Prescrição Farmacêutica (3º MÓDULO)
     
     

    Dia 19/09 – 19:00 às 22:00 hs

    Dia 20/09 – 08:00 às 12:00 e 13:30 às 17:00 hs

     
    Local: Auditório do CRF-AL Maceió
    Inscrições no CRF-AL em Maceió ou pelos telefones: 3338-5018/3338-5474
    Fone: 3338-5018/3338-5474
    Valor: 1kg de alimento não perecível                                                                                              
     
    Alexandre Correia
    Presidente do CRF-AL
  • Ebola já deixou mais de 2.400 mortos na África Ocidental, segundo OMS

    Ebola já deixou mais de 2.400 mortos na África Ocidental, segundo OMS

    De acordo com balanço, ao todo 4.784 pessoas foram infectadas.
    Cuba enviará 165 médicos e enfermeiros a Serra Leoa.
     
    A epidemia de ebola na África Ocidental já matou mais de 2.400 pessoas, de um total de 4.784 casos, segundo um balanço anunciado nesta sexta-feira (12) pela diretora da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan.
     
    “No dia 12 de setembro, há 4.784 casos” e “mais de 2.400 mortos”, declarou Chan, em uma coletiva de imprensa na sede da OMS, em Genebra, de acordo com a AFP.
     
    Não foi informado, no entanto, se estes números incluem a Nigéria ou se é um balanço dos três países mais afetados: Guiné, Libéria e Serra Leoa.
     
    O balanço anterior publicado na terça-feira pela OMS informava sobre 2.300 mortos de um total de 4.293 casos em toda a África Ocidental.
     
    “Nos três países mais afetados”, o número de casos “aumenta mais rápido que a capacidade para tratá-los”, advertiu nesta sexta-feira Margaret Chan, que pede uma maior mobilização da comunidade internacional. Ela lembrou que já não resta nenhum leito disponível para tratar esses pacientes na Libéria.
     
    A epidemia de ebola que atinge atualmente a África Ocidental é a mais grave já registrada. Outra epidemia de ebola se desenvolve de forma independente em uma área remota do noroeste da República Democrática do Congo, com 32 vítimas mortais em quase um mês.
     
    Cuba envia 165 médicos
     
    Em uma coletiva de imprensa conjunta com Margaret Chan, o ministro da Saúde cubano, Roberto Morales Ojeda, anunciou nesta sexta-feira que seu país enviará 165 médicos e enfermeiros a Serra Leoa durante seis meses para ajudar as autoridades a combater a epidemia de ebola. Trata-se do envio mais importante de especialistas à região, destacou Chan.
     
    “Se vamos para a guerra contra o ebola, precisamos de recursos para lutar”, disse ela, de acordo com a Reuters. “Cuba é mundialmente famosa por sua capacidade de formação de médicos e enfermeiros, por sua generosidade excepcional em ajudar outros países no caminho para o progresso.”
     
    O pessoal cubano incluirá médicos, enfermeiros, epidemiologistas, especialistas em controle de infecção em cuidados intensivos e profissionais de mobilização social. Em uma entrevista à imprensa na sede da OMS, Ojeda disse que os primeiros trabalhadores de seu país começarão a chegar a Serra Leoa no início de outubro.
     
    Fonte: G1 Saúde
  • Sangue tipo AB pode afetar memória na velhice, diz estudo

    Sangue tipo AB pode afetar memória na velhice, diz estudo

    Pessoas com sangue tipo AB são mais propensas a desenvolver perda de memória ao envelhecer do que aquelas com outros tipos sanguíneos, de acordo com estudo publicado na última quarta-feira (10). no periódico on-line Neurology, jornal médico da Academia Americana de Neurologia.
     
    Segundo a pesquisa, quem tem sangue tipo AB é 82% mais propenso a desenvolver problemas de memória e distorções de pensamento (que podem levar a demência), quando comparados às pessoas com outros tipos sanguíneos
     
    O tipo de sangue AB é o mais incomum entre a população. No Brasil, 3% das pessoas possuem este tipo sanguíneo.
     
    A análise contou com o acompanhamento de mais de 30 mil pacientes durante uma média de 3,4 anos. Desses, 495 que não tinham problemas com memória, ou a falta dela, no início do procedimento passaram a desenvolver alguma doença mental até o fim do estudo. A maioria deles possuía sangue AB.
     
    Os pesquisadores também analisaram os níveis sanguíneos do que eles chamaram de fator VIII, uma proteína que ajuda o sangue a coagular. Altos níveis desse fator estão relacionados ao maior risco de comprometimento cognitivo e demência. No fim do estudo, 24% dos pacientes com altos níveis da proteína foram mais propensos as confusões mentais do que os que continham baixos níveis. Pessoas com sangue AB tinham, em média, um nível mais elevo de fator VIII do que pessoas com outros tipos sanguíneos. 
     
    Fonte: UOL Saúde
  • Pais precisam prestar atenção aos sinais de perda auditiva nas crianças

    Pais precisam prestar atenção aos sinais de perda auditiva nas crianças

    Volume alto da televisão e dificuldade de aprendizado ou fala são exemplos.
    Bem Estar desta quinta-feira (11) deu dicas de cuidados com a audição.
     
    Nem sempre é fácil identificar problemas de saúde em crianças, mas é importante que os pais prestem atenção em alguns sinais. Se os filhos escutam a televisão no volume alto, estão com dificuldade de aprendizado, falam muito alto ou não respondem ao serem chamados, por exemplo, isso pode ser um indício de perda de audição, como explicou a pediatra Ana Escobar no Bem Estar desta quinta-feira (11). No caso dos bebês menores, a dica é observar se há demora na fala – o ideal é que eles comecem a falar por volta dos 2 anos e, se isso não acontecer, é bom investigar se há algo errado com o ouvido.
     
    É muito comum também que as crianças tenham mais infecções no ouvido do que os adultos, porque a tuba auditiva ainda não está totalmente desenvolvida, o que facilita o acúmulo de secreção, como mostrou a pediatra.
     
    Uma das mais recorrentes é a otite, uma inflamação que causa muita dor e uma sensação de pressão no ouvido. Nesse caso, a criança pode ter dificuldade para escutar e, por isso, os pais precisam ficar atentos. Em algumas situações, pode ser até que seja preciso fazer uma pequena cirurgia, como mostrou a reportagem do Giliardy Freitas, do interior de São Paulo
     
    É importante ressaltar ainda que os pais devem monitorar o uso de fones de ouvidos e deixar o volume sempre pela metade, para evitar danos irreversíveis à audição. Já os aparelhos eletrônicos, como computadores e celulares, por exemplo, devem ser usados pelas crianças apenas 2 horas por dia. No caso do celular, a otorrinolaringologista Tanit Sanchez alerta que pode existir um risco de dano à audição, não pelo som do aparelho, mas pela radiação emitida por ele.
     
    Essa radiação, emitida enquanto o aparelho está ligado e com sinal, pode afetar a parte interna do ouvido, principalmente em pessoas que têm maior sensibilidade nos ouvidos. No entanto, a associação responsável pelos aparelhos móveis explica que todos os celulares são testados e emitem uma radiação dentro do nível de segurança recomendado pela OMS. Há uma recomendação, porém, de utilizar apenas produtos originais e testados, e evitar a compra de aparelhos falsos, que podem oferecer riscos.
     
    Fonte: Bem Estar
  • Estudo relaciona uso de maconha ao fracasso de adolescentes na escola

    Estudo relaciona uso de maconha ao fracasso de adolescentes na escola

    Menores de 17 anos têm risco 60% maior de não terminar ensino médio.
    Pesquisa foi publicada esta semana na revista científica 'The Lancet'.
     
    Os adolescentes que fumam regularmente maconha estão muito mais expostos ao fracasso escolar que os outros, segundo os resultados de um estudo publicados nesta quarta-feira na revista médica “The Lancet Psychiatry”. Os adolescentes de menos de 17 anos que fumam maconha todos os dias correm 60% a mais de riscos de não concluir o ensino médio do que aqueles que nunca fumaram a substância.
    Além disso, aqueles que fumam diariamente têm sete vezes mais riscos de uma tentativa de cometer suicídio e oito vezes mais riscos de utilizar outras drogas posteriormente, destaca o estudo.
     
    “Estes resultados aparecem no momento oportuno, já que vários estados americanos e países da América Latina tomaram o caminho da descriminalização da maconha, o que poderia tornar mais fácil para os jovens o acesso a esta droga”, afirmou Richard Mattick, da Universidade de Nova Gales do Sul (Austrália), um dos autores da pesquisa.
     
    A maconha é a droga ilegal mais consumida no mundo. Estatísticas recentes indicam que em alguns países os jovens começam a usar a substância cada vez mais cedo. O estudo publicado na revista “The Lancet” tem como base dados obtidos por três pesquisas entre jovens da Austrália e Nova Zelândia.
     
    Os cientistas tentaram traçar um paralelo da frequência do consumo de maconha entre os jovens com menos de 17 anos e seus comportamentos na vida posteriormente. Os critérios usados foram o êxito escolar, o uso de drogas ilegais, dependência da maconha, a depressão e as tentativas de suicídio.
     
    Uma relação “clara e consistente” foi encontrada entre a frequência da utilização da maconha antes dos 17 anos e a maioria dos critérios citados, destaca a “Lancet”.
     
    Para o doutor Edmund Silins, outro autor do estudo, os resultados demonstram “de maneira evidente” que a luta contra o consumo precoce da maconha entre os jovens representa “importantes benefícios em termos sociais e de saúde”.
     
    Fonte: G1 Saúde
  • Anvisa recua e remédio equivalente não será mais barato

    Anvisa recua e remédio equivalente não será mais barato

    Diante das críticas do setor, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recuou e modificou a proposta de regras para equivalentes, remédios que, a exemplo do que já ocorre hoje com genéricos, poderão ser comprados no lugar de medicamentos de referência, mesmo quando isso não está indicado na receita.
     
    Em vez de uma embalagem própria, exibindo letras EQ e preços mais baixos, como havia sido proposto na versão original, os remédios que passarão a ser classificados nessa categoria (hoje similares) devem manter a embalagem original.
     
    A indicação da nova classificação, com o símbolo, virá apenas na bula. E não haverá alteração de preços. Quando a proposta foi lançada, em janeiro, a ideia era que equivalentes custassem 35% a menos do que os remédios de referência.
     
    A minuta da proposta foi apresentada ao ministro da Saúde, Arthur Chioro, e a representantes de produtores de medicamentos e deve ser votada pela Anvisa no dia 25.
     
    Fonte: O Estado de S.Paulo
  • Pacientes com ebola sem força para ficar de pé são barrados em hospital

    Pacientes com ebola sem força para ficar de pé são barrados em hospital

    Sem leitos disponíveis, centros na Libéria estão recusando novos pacientes; ministro da Defesa diz que surto da doença é 'ameaça séria' à existência do país.
     
    O sistema médico da Libéria está à beira do colapso devido o surto do ebola, e pacientes contaminados estão sendo barrados em hospitais sem leitos disponíveis.
     
    Em um centro médico, pessoas infectadas, sem forças nem para ficar de pé, deitam no chão diante do portão à espera de atendimento, numa cena que se repete pelo país.
     
    A Libéria é o país mais atingido pelo surto do ebola que já matou mais de 2,2 mil pessoas na África Ocidental. A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que milhares de outros casos poderão ser registrados no país.
     
    O ministro da Defesa, Brownie Samukai, disse que o vírus “se espalha como fogo” e que o sistema de saúde está sobrecarregado.
     
    “A Libéria está enfrentando uma ameaça séria à sua existência nacional. O mortal vírus do ebola tem prejudicado o funcionamento normal do nosso Estado”, disse ele ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).
     
    Segundo ele, o ebola está “devorando tudo o que está em seu caminho” na Libéria, e o país não possui infraestrutura, capacidade logística, conhecimento profissional ou recursos ficanceiros para atacar a doença.
     
    A OMS disse que, ao contrário de outros países afetados pelo surto, as medidas para conter o vírus na Libéria não estão tendo o efeito esperado. Os motivos são incertos, mas especialistas dizem que podem incluir as práticas de enterro, que incluem tocar o corpo e realizar uma refeição perto dele.
     
    Com a falta de leitos nos hospitais – especialmente na capital, Monróvia -, muitos pacientes estão voltando para casa, o que também poderia estar contribuindo para a disseminação do vírus.
     
    Fonte: G1 Saúde