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  • SP produzirá mais remédios para o SUS com Parceria Público-Privada inédita

    SP produzirá mais remédios para o SUS com Parceria Público-Privada inédita

    O governo do Estado de São Paulo irá ampliar a oferta de medicamentos na rede pública de saúde brasileira a partir de uma Parceria Público-Privada inédita entre a Furp (Fundação para o Remédio Popular), laboratório oficial da Secretaria de Estado da Saúde, um dos maiores da América Latina, e a EMS, maior farmacêutica de capital nacional.



    Com o contrato, a empresa vencedora do edital da PPP deverá investir R$ 130 milhões em cinco anos na fábrica de medicamentos da Furp de Américo Brasiliense, situada na região de Araraquara, no interior de São Paulo.



    Por meio desta parceria, a fábrica da Furp será mais competitiva, atingindo sua plena operação e com registro de novos medicamentos. A expectativa é que sejam produzidos 96 novos medicamentos anualmente, num total de 1,26 bilhão de unidades farmacotécnicas.



    Uma das principais vantagens da PPP é a transferência de tecnologia da empresa parceira para a fábrica estatal, que tornará a Furp o laboratório farmacêutico público com a maior e mais abrangente lista de produtos genéricos do Brasil.



    A contratação da PPP se dará na modalidade de Concessão Administrativa, pelo prazo de 15 anos.



    “Os investimentos do novo parceiro serão em infraestrutura e equipamentos para os laboratórios de controle de qualidade e desenvolvimento farmacotécnico, registro dos produtos, instalação dos almoxarifados, áreas administrativas e rede de tecnologia da informação, validação e certificação da planta de produção e, finalmente, a operação da planta de produção”, explica o superintendente da Furp, Flávio Vormittag.



    Com a PPP o governo do Estado obterá economia para os cofres públicos, pois caberá ao parceiro privado a realização dos investimentos necessários à operação da fábrica e os registros de medicamentos genéricos, bem como com as despesas com pessoal e outros custos.



    A plena operação da fábrica demandará a contratação de cerca de 400 novos funcionários. Além de investir em pessoal e matéria-prima, a empresa parceira entregará os medicamentos já na caixa para a Furp.



    A PPP não inclui a fábrica da Furp de Guarulhos, na Grande São Paulo.

     
    Fonte: Uol Saúde
  • Novo tratamento é promissor contra doença de Crohn e colite ulcerosa

    Novo tratamento é promissor contra doença de Crohn e colite ulcerosa

    Um novo tratamento se mostrou muito promissor contra a doença de Crohn e a colite ulcerosa, graves inflamações intestinais crônicas, segundo dois testes clínicos internacionais publicados nesta quarta-feira (21) nos Estados Unidos.

    Uma nova molécula, a vedolizumab, do laboratório japonês Takeda, oferece esperança renovada aos quatro milhões de pessoas que sofrem de alguma destas duas doenças autoimunes, afirmam cientistas que realizaram estes estudos clínicos, publicados na revista New England Journal of Medicine.

    Os testes clínicos de fase 3, realizados em 39 países e dos quais participaram 3.000 pessoas, “mostraram resultados muito promissores para os doentes que sofrem de doença de Crohn e colite ulcerosa, para as quais os tratamentos convencionais como os esteroides ou supressores do sistema imunológico são ineficazes”, explicou William Sandborn, diretor do Centro de Doenças Inflamatórias Intestinais da Universidade da Califórnia em San Diego, que fez o estudo sobre a doença de Crohn.

    “Este tratamento modifica o enfoque terapêutico destas doenças, já que muitos doentes que sofrem de colite ulcerosa observaram a cura do intestino, mantida com a continuidade da ingestão de vedolizumab”, acrescentou.

    O anticorpo, administrado via intravenosa, ataca as células imunológicas do intestino que liberam um tipo de proteínas (citocinas) responsáveis pela inflamação, que causa danos nos tecidos dos intestinos grosso e delgado e provoca diarreia.

    O tratamento é muito direcionado, o que limita o risco de efeitos colaterais, enquanto os tratamentos tradicionais são acompanhados de efeitos como perda de peso, náuseas ou dor de cabeça, afirmaram os cientistas.

    Além disso, os medicamentos convencionais contra a doença de Crohn e a colite ulcerosa fragilizam o sistema imunológico, o que por sua vez aumenta o risco de infecções.

    Esta doença pode provocar complicações graves, como oclusão intestinal, desnutrição ou câncer de cólon, às vezes uma extirpação cirúrgica de parte do intestino.

    Sobre os 3.000 participantes nos testes clínicos, de 18 a 80 anos de idade, 1.900 sofriam de doença de Crohn e 1.100 de colite ulcerosa.

    Takeda, que financiou os testes clínicos, pediu a luz verde às agências americanas e europeias de medicamentos, a FDA e a EMA, para lançar o medicamento no mercado.

    Fonte: Uol Saúde

  • ” no Reino Unido

    ” no Reino Unido

    Empresa quer substituir bisturi por scanner e computador touchscreen.
    Com ressonância magnética, especialista pode dissecar corpo virtual.

    O empresário Matt Chandran, da Malásia, quer substituir o bisturi por um scanner e um computador touchscreen. Ele acredita que sua “autópsia digital” pode substituir a autópsia tradicional, acelerando investigações, reduzido o estresse das famílias em luto e amenizando sensibilidades religiosas.

    Ele pretende lançar o primeiro serviço de autópsia digital em outubro no Reino Unido e espera trabalhar em conjunto com autoridades locais. Pelo menos 18 serviços como esse estão planejados.

    Segundo o empresário, que vê no ramo um grande negócio, cerca de 70 milhões de pessoas morrem todos os anos e por volta de 10% dessas mortes são casos que necessitam de autópsia. “Esse é um número grande, então temos a visão de que essa é uma grande linha de serviços que está se formando ao redor do mundo”, disse Chandran em entrevista.

    Para ele, a percepção ruim que as pessoas têm de autópsias tem prejudicado seu apelo comercial. “Infelizmente, porque o processo de autópsia é visto como macabro, as pessoas tendem a ignorar isso”, diz Chandran.

    História de 3 mil anos
    Humanos têm cortado seus mortos há pelo menos 3 mil anos para entender melhor a morte, mas a autópsia nunca foi muito popular fora dos programas de TV sobre investigações criminais.

    Na década de 1950, a autópsia estava no seu ápice. Patologistas realizavam o procedimento em mais de 60% dos que morriam nos Estados Unidos e na Europa, o que ajudou a descobrir mais detalhes sobre muitas doenças.

    Mas o número de autópsias têm caído: hoje, menos de 20% das mortes na Grã-Bretanha são seguidas de uma autópsia. A maioria delas é ordenada por médicos legistas quando a causa da morte não está clara. A queda tem sido atribuída a uma rejeição cada vez maior por um procedimento considerardo bruto e ultrapassado.

    Chandran quer mudar tudo isso conectando o software de imagens em 3D de sua empresa iGene com um aparelho de ressonância magnética. Um especialista pode, então, explorar um cadáver virtual em 3D, removendo camadas de tecido, pele e osso com um mouse ou com o auxílio do touchscreen.

    De acordo com Chandran, as vantagens são consideráveis. O material digital permanence intacto e pode ser revisto; especialistas podem localizar e identificar com mais facilidade fraturas ou objetos estranhos como balas e outros fragmentos. Dessa forma, a família pode saber como seus entes queridos morreram sem que o corpo tenha de ser cortado.

    Apesar de não ser a primeira vez que a técnica é utilizada, o empresário afirma que iGene é a primeira empresa a oferecer o serviço – que vai desde o momento da morte até a entrega do relatório post-mortem – comercialmente. A ideia é que, nos casos em que autoridades solicitarem uma autópsia, a família possa optar por uma autópsia comum, paga pelo estado, ou uma autópsia digital, que deve custar o equivalente a R$1.900.

    Céticos
    Nem todos acreditam que a autópsia digital pode substituir completamente a autópsia tradicional. Alguns questionam se ela pode localizar alguns tipos de doença. Mesmo um pioneiro como Guy Rutty, patologista forense da Universidade de Leicester e o primeiro a usar imagens de tomografia computadorizada como evidência em um julgamento criminal, diz que ainda há limites para o que uma autópsia digital pode fazer, particularmente a determinação de onde e quando o paciente morreu.

    “Há centros que proporcionam esses serviços, mas outros estão sendo mais cautelosos e ainda estão em um estágio de pesquisa”, disse Rutty. Mesmo diante de ressalvas, Chandran continua sonhando alto. “Assim como a certidão de nascimento começa com o nascimento de um bebê, o final de sua vida será marcado por um relatório no qual o corpo em 3D é capturado”, ele diz. “Dessa maneira, poderemos arquivar todas as pessoas nascidas nesse planeta.”

    Fonte: G1 Saúde

  • Senado proíbe venda de refrigerantes e alimentos gordurosos nas escolas

    Senado proíbe venda de refrigerantes e alimentos gordurosos nas escolas

    A garantia de uma alimentação adequada nas escolas de ensino básico do país depende agora da aprovação dos deputados federais. Hoje (21), o Senado concluiu a votação do projeto de lei que proíbe cantinas e lanchonetes instaladas em escolas de vender bebidas com baixo teor nutricional, como os refrigerantes, ou alimentos com quantidades elevadas de açúcar, de gordura saturada, de gordura trans ou sal.



     A montagem dos cardápios destes estabelecimentos é motivo de preocupação em alguns estados, que definiram normas para os cardápios oferecidos aos alunos, mas, até hoje, não há regra que padronize a medida nacionalmente. O assunto é discutido no Congresso há quase oito anos.



    Os senadores esperam uniformizar a qualidade dos alimentos e estimular ações de educação nutricional e sanitária nas escolas. O projeto havia sido aprovado no colegiado mas, como a decisão é terminativa, a medida precisou ser submetida a segundo turno de votação. O projeto segue agora para apreciação da Câmara dos Deputados.

     
    Fonte: Uol Saúde
  • Absorvente íntimo que pode ser usado em relações sexuais chega ao Brasil

    Absorvente íntimo que pode ser usado em relações sexuais chega ao Brasil

    Chega ao mercado brasileiro no próximo mês um absorvente íntimo que, segundo o fabricante, pode ser usado durante as relações sexuais. Sem cordão e com um material maleável (uma esponja com tratamento especial), o produto faz com que o parceiro nem perceba que a usuária está menstruada.

    Segundo Alessandra Seitz, diretora da Intt Cosméticos, empresa que comercializa o Soft Tampom, o produto permite que a mulher não interrompa suas atividades, nem deixe de fazer sexo, durante o sangramento. “Todo mundo sempre sonhou com isso”, diz a diretora, que está confiante no sucesso do absorvente entre as brasileiras.

    Estudos mostram que, da puberdade até a menopausa, cada mulher fica menstruada em média 400 vezes, somando 2.400 dias, o que representa seis anos e meio da vida. “Pensando por esse lado, muitas oportunidades são perdidas nesses dias de menstruação”, ressalta.

    A auxiliar administrativa Aline (que pediu para não ter sua identidade revelada), de 33 anos, ganhou o produto para experimentar e aprovou: “Ele tem uma abertura, em forma de coração, onde você coloca seu dedo para introduzi-lo. Deve-se colocá-lo o mais fundo que conseguir. Não senti desconforto e não me incomodou”, conta. Ela acrescenta que não houve vazamento e que, na hora de tirar o absorvente, foi só usar a cavidade para puxá-lo.

    Aline diz que o produto mantém o mesmo volume (5 cm de altura por 4,5 cm de largura) depois de usado, e garante que não há risco de o absorvente se perder lá dentro. “O ideal é usar lubrificante antes de colocá-lo. Eu usei com meu marido e só contei depois de termos feito sexo. Ele não notou nenhuma diferença”, conta.

    Opinião médica

    O ginecologista Augusto Bussab, da clínica que leva seu nome, diz desconhecer o produto. Mas ele comenta que, dependendo de suas dimensões, é possível que incomode o casal.  “Acredito que se for colocado antes de se iniciar a relação sexual não há problemas. O importante é saber a opinião de quem usou.”

    Mas ele aponta um detalhe importante: “A brasileira não tem o hábito de se tocar e acredito que este será o primeiro inconveniente do produto”. Para o médico, só as usuárias poderão dar o veredito final sobre o novo absorvente. 

    Já a ginecologista e obstetra Carolina Mocarzel, do Hospital Federal Servidor do Estado do Rio, ressalva que algumas mulheres podem confundir as funções do produto: “Ele não tem efeito contraceptivo. É preciso continuar a usar anticoncepcional ou camisinha. Tenho receio que as pessoas o confundam com um diafragma”.

    A ginecologista também faz questão de frisar que o absorvente também não protege contra DSTs (doenças sexualmente transmissíveis).

    Ela lembra que as mulheres têm fluxos menstruais diferentes e, nos casos mais intensos, o Soft Tampom pode não ser eficiente. “Já para algumas, pode ser mais interessante que o absorvente interno comum, mas não é toda mulher que vai achar confortável”, opina.

    Oito horas?

    De acordo com o fabricante, o absorvente pode ser usado por até oito horas. “Há pessoas predispostas a desenvolverem infecções vaginais. Acho oito horas um período longo demais”, alerta Mocarzel.

     A médica ainda cita outro possível “efeito colateral”: o produto pode absorver a secreção natural da região. “Pessoas que têm infecção vaginal recorrente como candidíase não devem usá-lo. Outros riscos são causar irritabilidade no local e incomodar durante a relação sexual.”

    O produto será comercializado em embalagens com dez unidades ao custo de R$ 38,00 e pode ser encontrado na Loja Intt, de produtos eróticos.

    Fonte: Uol Saúde

  • App para bebê não tem valor didático e pode ser prejudicial, diz grupo dos EUA

    App para bebê não tem valor didático e pode ser prejudicial, diz grupo dos EUA

    Os vídeos da série “Baby Einstein”, da Walt Disney Company, não transformam bebês em prodígios. E, apesar do que diz a propaganda da Fisher-Price, sua popular linha de aplicativos Laugh & Learn talvez não ajude os bebês a desenvolverem habilidades linguísticas ou matemáticas, segundo uma queixa apresentada à Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos.

    A queixa, feita pela Campanha para uma Infância Livre de Comércio, mesma organização sem fins lucrativos que obrigou o “Baby Einstein” a recuar das afirmações sobre seu caráter didático, contesta a ideia de que aplicativos educacionais ofereçam algo a mais do que entretenimento.

    Além da queixa contra os aplicativos Laugh & Learn, da Fisher-Price, já baixados mais de 2,8 milhões de vezes, a ONG apresentou uma queixa semelhante contra aplicativos para bebês comercializados pela Open Solutions.

    Segundo essas queixas, as empresas propagandeiam que seus aplicativos ensinam habilidades espaciais, números, linguagem ou habilidades motoras aos bebês. Mas, afirmam os críticos, não há provas científicas de que os produtos garantam tais benefícios.

    “A indústria é notória por comercializar produtos como sendo educativos, quando, na verdade, não há provas de que o sejam”, disse Susan Linn, diretora da Campanha para uma Infância Livre de Comércio, em Boston.

    O grupo argumenta que o uso desses aplicativos “pode até ser prejudicial para bebês”. Linn afirmou que os programas podem roubar tempo de outras atividades, como brincadeiras manuais criativas ou momentos frente a frente com adultos afetuosos. Segundo ela, a Associação Americana de Pediatria recomenda que os pais evitem mídias com telas para crianças menores de dois anos.

    Kathleen Alfano, diretora-sênior de pesquisas com crianças da Fisher-Price, disse que a empresa realiza amplas pesquisas “para criar brinquedos apropriados”.

    Stefan Babinec, executivo da Open Solutions, com sede em Bratislava, na Eslováquia, diz que o marketing da sua empresa não faz afirmações como “pegue o jogo e deixe que ele ensine tudo ao seu filho”. Em vez disso, afirmou, a empresa acha que seus aplicativos “ajudam pais com bebês”.

    A Campanha para uma Infância Livre de Comércio apontou sete aplicativos comercializados pela Fisher-Price, junto com oito da Open Solutions, que estão disponíveis nas lojas App Store e iTunes, ambas da Apple. Os aplicativos apresentam ilustrações animadas ou em alta definição de personagens animais que convidam crianças pequenas a escutar frases ou barulhos de bichos e a apontar as partes do corpo do animal. Os aplicativos são comercializados como tendo valor educativo para crianças muito pequenas.

    A página de informação de um aplicativo para iPad da Fisher-Price chamado Laugh & Learn Let's Count Animals for Baby, por exemplo, diz que o aplicativo “ensina números, a contagem de um a dez e primeiras palavras”.

    Russ Chupnik, vice-presidente-sênior de análise setorial da empresa de pesquisa de mercado NPD Group, disse que os pais sentem que a tecnologia tornou o aprendizado mais fácil e divertido para os seus filhos.

    Em 2011, o grupo de defesa do consumidor protocolou uma queixa contra um vídeo chamado “Your Baby Can Read” (seu bebê consegue ler). Propagandas sugeriam que o produto poderia ensinar bebês com idade a partir de nove meses a ler.

    No ano passado, a empresa, chamada Your Baby Can, aceitou um acordo que levou a Comissão de Comércio a arquivar as acusações de propaganda enganosa.

    Agora, desenvolvedores de aplicativos estão comercializando esse mesmo tipo de programa para o aprendizado de bebês em formatos para dispositivos portáteis.

    Para Linn, isso tem o potencial de aumentar o tempo que os bebês passam diante de telas, afetando seu desenvolvimento cerebral.

    Fonte: Folha de São Paulo

  • ANS anuncia nova suspensão de 212 planos de saúde de 21 operadoras

    ANS anuncia nova suspensão de 212 planos de saúde de 21 operadoras

    Punição é por descumprimento de prazos e negar atendimento a usuário.

    Suspensão vale a partir da próxima sexta-feira (23).

    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta terça-feira (20) a suspensão da venda, por três meses, de 212 planos de saúde, administrados por 21 operadoras. A medida foi tomada por descumprimento de prazos estabelecidos para atendimento médico, realização de exames e internações, além de negativas indevidas de cobertura. A medida vale a partir desta sexta (23).

    Além disso, outros 34 planos de 5 operadoras, que já haviam sido punidos em monitoramento anterior da ANS, permanecem suspensos por mais três meses por não conseguirem recuperar seus índices de qualidade.

    Novo critério

    Esse é o primeiro ciclo de avaliação feito pela ANS com a incorporação do 
    novo critério para suspensão dos planos: a negativa de cobertura indevida. Antes, as operadoras eram punidas somente com base no descumprimento de prazo para consultas e realização de exames.

    De acordo com a agência, no último trimestre foram registradas 17.417 reclamações contra 553 operadoras – o maior número desde o início do monitoramento.



    “Isso demonstra um maior conhecimento das normas [pela população] e que os usuários de plano de saúde estão buscando garantir os seus direitos”, disse o diretor-presidente da ANS, André Longo.



    A suspensão das vendas não afeta o atendimento aos atuais usuários desses planos de saúde, mas impede a inclusão de novos clientes. Este é o sexto ciclo de monitoramento divulgado pelo governo e a quarta vez que é anunciada a suspensão de planos.



    Ainda de acordo com a ANS, 125 planos de saúde de 6 operadoras, que haviam sofrido suspensão anteriormente, foram reativados agora porque apresentaram melhora em seus resultados. Desses, 52 planos são da Unimed Paulistana – Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico.



    Como funciona

    Uma resolução normativa publicada em dezembro de 2011 estabeleceu tempo máximo para marcação de exames, consultas e cirurgias. O prazo para uma consulta com um clínico-geral, pediatra ou obstetra, por exemplo, não pode passar de sete dias.

    Para verificar o cumprimento da resolução, a ANS vem monitorando os planos de saúde por meio de reclamações feitas em seus canais de relacionamento. E, a cada três meses, publica um relatório.



    Depois, em janeiro de 2013, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a inclusão de novos critérios para suspensão, entre eles os casos em que os planos se negam a liberar o atendimento ao cliente, irregularidade na exigência de carência e não pagamento de reembolsos.



    São punidas com a suspensão da venda todas as operadoras que atingiram, por dois trimestres consecutivos, um índice de reclamação superior a 75% da mediana do setor apurada pela ANS. A punição dura três meses, até que um novo relatório seja divulgado.



    Além da proibição, é aplicada multa de R$ 80 mil por descumprimento da norma para cada reclamação comprovada. Se for um caso de urgência ou emergência, a multa sobe para R$ 100 mil. Existem hoje no país 1.503 operadoras ativas com beneficiários de planos médicos e hospitalares.



    De acordo com o ministro Alexandre Padilha, até agora 618 planos de saúde, de 73 operadoras, já foram punidos com suspensão de venda. A medida, disse ele, levou à proteção de 7,9 milhões de consumidores (16,3% do total).



    Ainda segundo o ministro, no primeiro semestre de 2013 a ANS recebeu 33.567 notificações de negativas de cobertura por planos de saúde, sendo que 27.491 foram resolvidas por mediação de conflito.

    PLANOS DE SAÚDE SUSPENSOS PELA ANS

    AMICO Saúde LTDA (Total: 31 produtos / 665.685 beneficiários)

    AMPHLA COLETIVO  402496996

    BÁSICA GR MUNICÍPIOS EMP QC  444148036

    CLINIC GR MUNICÍPIOS EMP QC  444152034

    CLINIC GR MUNICÍPIOS EMP QP  444150038 

    CONVENCIONAL REDE PLENA GR MUNICÍPIOS EMP QC  402859987 

    Dix 10 RJ SP GR. MUN. QC  462993101 

    Dix 10 RJ SP GR. MUN. QP  463363106 

    Dix 100 DF QC PJCA  464361115 

    Dix 100 DF QP PJCA  464362113 

    Dix 100 DF QP PJCE  464385112 

    Dix 100 GR.EST. QC PJCE  465321111 

    Dix 100 GR.EST. QP PJCE  465327111 

    Dix 100 RM RJ QC PJCA  464382118

    Dix 100 RM RJ QP PJCA  464381110

    Dix 100 RM SP QC PJCA  464378110 

    Dix 20 RJ SP PR QC  463368107 

    Dix 20 RJ SP PR QP  463369105 

    Dix 200 GR.EST. QC PJCE  465326112 

    Dix 200 GR.EST. QP PJCE  465325114

    Dix 200 RM RJ QC PJCA  464380111 

    Dix 200 RM RJ QC PJCE  464374117 

    Dix 200 RM RJ QP PJCE  464373119 

    Dix 200 RM SP QP PJCE  464367114 

    DIX CLASSIC GR MUNICÍPIOS EMP QP  432745004 

    Dix Classic RJ SP GR. MUN. QC  463374101

    DIX DENTAL I GR MUNICÍPIOS EMP  435809011 

    DIX R50 REDE BÁSICA GR MUNICÍPIOS EMP QC  429523004

    QUALIS SEM CO-PARTICIPAÇÃO  409122991 

    STANDARD GR MUNICÍPIOS EMP QC  444154031

    VITA PREMIUM SEM CO-PARTICIPAÇÃO  409120995 

    VITA sem Co-participação  409118993 

    AMIL Assitência internacional S.A. (Total: 91 produtos / 2.196.665 beneficiários)

    AMESP PROTEÇÃO ESSENCIAL 220/E  439245021 

    AMESP PROTEÇÃO ESSENCIAL 240/E  439384028 

    Amil 110 Nacional QP PJCA  466756125 

    Amil 120 Nacional Emp QP  415608991 

    Amil 120 Nacional PJ QC  462783101 

    Amil 130 Nacional Emp QP  415610992 

    Amil 140 Nacional PJ QP  463048103 

    Amil 140 Nacional PJ QP Copart  462785107 

    Amil 140 Plus Gr Estados PJ QP  462870105 

    Amil 150 Nacional Emp QP  415613997 

    Amil 160 Nacional Emp QP  415611991 

    Amil Blue Clássico Estadual CA QC  458181084 

    Amil Blue Gold Nacional PJ QP  462787103 

    Amil Blue I Estadual Emp Sem Obst QC Co-Part  458129086 

    Amil Blue I Estadual CA QP  458127080 

    Amil Blue I Nacional PJ QC  462788101 

    Amil Blue I Nacional PJ QC Copart  462798109 

    Amil Blue II Nacional PJ QC  462791101 

    Amil Blue II Nacional PJ QP  462799107 

    Amil Blue III Nacional PJ QP  462794106 

    Amil Blue IV Nacional PJ QP  462796102 

    Amil Dental I Nacional CA  463262101 

    AMIL DENTAL I Nacional Emp  401899991 

    Amil Dental II Plus Nacional Emp  463281108 

    Amil Linha Dental Nac PJCE  465705115 

    AMIL MEDICUS 122 PJ (COM E SEM FRANQUIAS – APTO.OU ENFERM.)  401883994 

    AMIL MEDICUS ESP. 122 ENF PJ (COM E SEM FRANQUIAS)  401885991 

    Amil ONE Nacional PJ QP  462851109 

    AMIL PJ MEDICUS MA 122  452602043 

    AMIL PJ RC 20.101  448951049 

    AMIL PJ RC 30.101  448952047 

    AMIL PJ RC 40.101  448953045 

    AMIL PJ RE 50 SERIE 100  448954043 

    Blue 200 MG QC PJCA  466865121 

    Blue 200 MG QP PJCE  464096119 

    Blue 200 NAC QC PJCE  465290118 

    Blue 200 RMC QC PJCA  464202113 

    Blue 300 DF QC PJCA  464297110 

    Blue 300 DF QP PJCA  464295113 

    Blue 300 NAC QC PJCE  465282117 

    Blue 300 NAC QP PJCE  465281119 

    Blue 300 RM PR QP PJCE  464240116 

    Blue 300 RM RJ QC PJCA  464120115 

    Blue 300 RM RJ QC PJCE  464111116 

    Blue 300 RM RJ QP PJCE  464097117 

    Blue 300 SP QC PJCE  464134115 

    Blue 400 NAC QC PJCE  464154110 

    BLUE 400 NAC QC PJCE GEQ  467957121 

    Blue 400 NAC QP PJCA  464160114 

    Blue 400 NAC QP PJCE  464152113 

    Blue 500 NAC QP PJCA  464161112 

    Blue 500 NAC QP PJCE  464150117 

    Blue 600 NAC QP PJCA  464167111 

    Blue 600 NAC QP PJCE  464159111 

    Blue 700 NAC QP PJCE  464175112 

    Blue 800 NAC QP PJCE  464173116 

    Blue Life Executivo Gr Estados Emp QP  440302029 

    Consult Executivo Gr Estados CA QP  439723021 

    Dental 200 Nac PF  466953123 

    Dental 200 Nac PJCA  466507124 

    Dental 200 Nac PJCE  466516123 

    ESSENCIAL 350 A  465429113 

    ESSENCIAL 350 E  464084115 

    H0+L  456221076 

    H3+L  456223072 

    H4+L  456224071 

    Medial 100 RM SP QC PJCA S/COPART   464937111 

    Medial 200 RM PR QC PJCA COPRC4 S/Obst  464421112 

    Medial 200 RM RJ QC PJCE COPRC4  464114111 

    Medial 200 RMC QC PJCE COPRC4  464186118 

    Medial 200 RMC QP PJCE COPRC4  464185110 

    Medial 300 DF QC PJCE COPRC5  464301111 

    Medial 300 RM PR QC PJCA COPRC5  464234111 

    Medial 300 RM PR QC PJCE COPRC5 S/Obst  464431110 

    Medial 300 RM PR QP PJCA COPRC5 S/Obst  464424117 

    Medial 300 SP QC PJCE COPRC5  464136111 

    Medial 400 NAC QC PJCA S/ Copart  464943115 

    Medial 500 NAC QP PJCA S/Copart  464933118 

    MEDIAL CONFORTO CLASS 620/E  433744001 

    MEDIAL CONFORTO CLASS 620A  451011049 

    MEDIAL CONFORTO PREMIUM 840A  437559029 

    Medial INTER I NAC QC PJCE  465305110 

    Medial Odonto Empresarial  456228073 

    Medial Odonto P  456229071 

    MEDIAL PROTEÇÃO IDEAL 420/A  440102026 

    MEDIAL PROTEÇÃO IDEAL 420/E  440101028 

    Medial STANDARD I GR.EST. QC PJCE  465312112 

    Medial STANDARD I GR.EST. QP PJCE  465308114 

    Medial STANDARD II NAC QC PJCE  465311114 

    Medial STANDARD II NAC QP PJCE  465307116 

    REFERENCIAL PME Gr Municipios Emp QC Co-Part  451027045 

    Associação de Beneficência e Filantropia São Cristovão (Total: 5 produtos / 36.533 beneficiários)

    SÃO CRISTÓVÃO 20 A  463169102 

    SÃO CRISTÓVÃO 20 E  463170106 

    SÃO CRISTÓVÃO EMPRESARIAL 10 A  465674111 

    SC EMPRESARIAL 1A  454912061 

    SC EMPRESARIAL 1E  454913069 

    BENEPLAN Plano de Saúde LTDA. (Total: 6 produtos / 22.552 beneficiários)

    PLENO ESPECIAL GRUPAL I  439564026 

    PLENO GRUPAL PRÉ PAGAMENTO  411488994 

    PLUS GRUPAL – EMPRESARIAL  705528995 

    TEC SEG ECONÔMICO INDIVIDUAL FAMILIAR  415705992 

    TEC SEG PLENO INDIVIDUAL/FAMILIAR  411486998 

    TEC SEG PLUS INDIVIDUAL/FAMILIAR  705527997 

    Centro Trasmontano de São Paulo (Total: 2 produtos / 10.569 beneficiários)

    GOLD 712 Enfermaria  467145127 

    GOLD I 712 Apartamento  467144129 

    ECOLE Serviços Médicos LTDA (Total: 2 produtos / 51.237 beneficiários)

    Ecole Básico  439023027 

    Ecole Empresarial Básico  400748994 

    Fundação Assistêncial dos Servidores do Ministério da Fazenda (Total: 7 produtos / 67.079 beneficiários)

    ASSEFAZ DIAMANTE APARTAMENTO  466493121 

    ASSEFAZ DIAMANTE APARTAMENTO EMPRESARIAL  466498121 

    ASSEFAZ RUBI APARTAMENTO  466496125 

    ASSEFAZ RUBI APARTAMENTO EMPRESARIAL  466490126 

    ASSEFAZ SAFIRA APARTAMENTO  466497123 

    ASSEFAZ SAFIRA ENFERMARIA  466492122 

    ASSEFAZ SAFIRA ENFERMARIA EMPRESARIAL  466491124 



    Fundação Saúde ITAÚ (Total: 8 produtos / 169.274 beneficiários)

    BASICO  462162100 

    ESPECIAL  462166102 

    ESPECIAL I  462163108 

    EXECUTIVO I  462164106 

    PLANO DE SAÚDE ITAU  450510047 

    UBBAP Especial V  468530130 

    UBBAP Executivo V  468529136 

    UBBAT Especial V  468519139 

    G & M Assessoria Médica Empresarial LTDA – EPP (Total: 1 produto / 661 beneficiários)

    Plano Ambulatorial Coletivo por Adesão  432785003 

    GEAP Fundação de Seguridade Social (Total: 5 produtos / 538.091 beneficiários)

    GEAPClássico  456093071 

    GEAPEssencial  455835079 

    GEAP-Referência  455830078 

    GEAPSaúde II  458004084 

    PLANO GEAPFAMÍLIA  434233000 

    PREVENT Senior Private Operadora de Saúde LTDA (Total: 2 produtos / 155.938 beneficiários)

    PREVENT SENIOR ESMERALDA APARTAMENTO  444214038 

    PREVENT SENIOR ESMERALDA ENFERMARIA  444213030 

    PROMÉDICA – Proteção Médica à Empresas S.A. (Total: 6 produtos / 32.031 beneficiários)

    Co-Participado Especial  433792001 

    Co-Participado Essencial  433793000 

    Co-Participado Referencia Promedica  433786007 

    Plano Ambulatorial  459136084 

    Plano Especial  402792982 

    Standard Plus  700252991 

    PRONTOMED Assistência Médica LTDA. (Total: 2 produtos / 2.432 beneficiários)

    ProntoMed Saúde  414822993 

    PRONTOPLAN – BRONZE  435296013 

    Sindicato dos Assalariados Ativos, Aposentados e Pensionistas nas Empresas Geradoras, ou Transmissoras, ou Distribuidoras, ou afins de Energ (Total: 4 produtos / 12.118 beneficiários)

    Plano Global  432218005 

    Plano Odontológico  432221005 

    Plano Odontológico “A”  432217007 

    Sener Alternativo  436375012 

    SMS – ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA (Total: 2 produtos / 25.351 beneficiários)

    EMPRESARIAL PREMIUM APARTAMENTO REDE CREDENCIADA  401569980 

    SMS-SPECIAL EMPRESARIAL  437026021 

    Sociedade Portuguesa de Beneficência (Total: 3 produtos / 15.150 beneficiários)

    BENESAÚDE – REFERÊNCIA  426780990 

    BENESAÚDE – REFERÊNCIA  432166009 

    BENESAÚDE – REFERÊNCIA  432175008 

    SOMEL – Sociedade para Medicina Leste LTDA. (Total: 4 produtos / 57.011 beneficiários)

    UNISIS CE APARTAMENTO  467067121 

    UNISIS CE ENFERMARIA  467068120 

    UNISIS I/F APARTAMENTO  466366127 

    UNISIS I/F ENFERMARIA  466365129 

    SOSAUDE Assistência Médico Hospitalar LTDA (Total: 6 produtos / 33.085 beneficiários)

    Só Saúde Enfermaria Individual/Familiar sem Obstetrícia  467561124 

    SoSaude Flex Standart  455751074 

    SOSAUDE FLEX STANDART EMPRESARIAL  455750076 

    STANDARD ENFERMARIA SEM OBSTETRICIA  453350040 

    STANDART SEM OBSTETRICIA EMPRESARIAL  447049034 

    VIP APARTAMENTO SEM OBSTETRICIA  453351048 

    SUL AMERICA Companhia De Seguro Saúde (Total: 13 produtos / 501.456 beneficiários)

    505 – Especial 100 QP  466058117 

    505 – Exato QC  466065110 

    505 – Exato QP  466064111 

    Básico 10 Empresarial/PME Trad.10 AHO QC  463401102 

    Básico 10 Empresarial/PME Trad.10 AHO QP  463400104 

    Básico Adesão Tradicional AHO QC  700473997 

    Básico Adesão Tradicional AHO QP COP  432411001 

    Básico PME Tradicional AHO QC  431427001 

    Beta Adesão AHO QP  445324037 

    Beta Empresarial AHO QP COP  445497039 

    Especial Adesão Tradicional AHO QP  700474995 

    Especial PME Tradicional AHO QP  431428000 

    Executivo/Máximo Adesão Tradicional AHO QP  700476991 

    UNIMED Sergipe – Cooperativa De Trabalho Médico (Total: 5 produtos / 55.672 beneficiários)

    UNIMED CIDADE BASICO  704574993 

    UNIVIDA BÁSICO EMPRESARIAL  409030996 

    UNIVIDA BASICO PLUS 1  703790992 

    UNIVIDA ESPECIAL ADESÃO PARTICIPATIVO  703792999 

    UNIVIDA ESPECIAL PLUS 1  703788991 

    VIVA Planos De Saúde LTDA (Total: 7 produtos / 31.278 beneficiários)

    GLOBAL II  468024123 

    PREFERENCIAL I  468021129 

    SAÚDE GLOBAL 20  460041090 

    SAÚDE GLOBAL 30  457591081 

    SAUDE PE120 QP  460050099 

    SAUDE PE21 QC  460044094 

    SAÚDE QC – 11  460039098 

     

    Fonte: G1 Economia

  • Estudo prova que ronco pode ser eliminado com exercícios de canto

    Estudo prova que ronco pode ser eliminado com exercícios de canto

    Um estudo realizado na Grã-Bretanha provou que o ronco pode ser reduzido ou mesmo eliminado com exercícios de canto. 



    Durante três meses, 60 pacientes participantes dos testes clínicos no hospital Royal Devon and Exeter, na cidade de Exeter (sudoeste da Inglaterra) fizeram os exercícios para melhorar a tonificação dos músculos da garganta desenvolvidos por uma professora de canto local, Alise Ojay, especificamente para pessoas que roncam. 



    “Foi um teste consideravelmente grande, tivemos 60 pessoas com roncos simples e outros 60 com apneia do sono. A metade deles estava nos grupos de controle onde não fizeram nada, enquanto os outros fizeram os exercícios”, explicou Ojay à BBC. 



    Segundo ela, pacientes que fazem estes exercícios de voz, pronunciando os sons “ung” e “gar” juntos e em tons diferentes conseguiram diminuir e até acabar com o ronco. 



    A diretora de coral afirmou à BBC que os exercícios precisam ser feitos diariamente, durante três meses, para o paciente conseguir alguma melhora. Estes exercícios diários são realizados durante 12 minutos no primeiro mês e 18 minutos nos meses seguintes. 



    Academia 



    Depois de anos de estudo e testes com voluntários que roncavam, os estudiosos descobriram que os exercícios vocais funcionam para as pessoas que sofrem de uma forma simples do problema e aquelas com apneia do sono suave ou moderada. 



    Existem diferentes causas para o ronco. Mas, de acordo com Ojay, a maioria dos que começam a roncar com o passar do tempo, como parte do processo de envelhecimento, o fazem devido à falta de tônus muscular na garganta. 



    “Quando se deitam para dormir, os tecidos obstruem a garganta, a respiração é mais turbulenta e forçada. É quando qualquer tecido solto começa a vibrar”, disse a especialista. 



    “E estes exercícios foram elaborados especificamente para as pessoas que roncam porque os músculos da garganta ficaram flácidos”, acrescentou. 



    A diretora de coral gravou um CD com os exercícios para tonificar a garganta que, segundo ela, são diferentes do que simplesmente o ato de cantar. 



    “Trabalho com sons que soam vigorosamente e movimentos fortes e repetitivos no músculo importante para a pessoa que ronca”, afirmou. 



    Ojay acrescenta que estes exercícios são como ir à academia para trabalhar uma área específica de músculos, de uma forma repetitiva. 



    Um estudo realizado na Grã-Bretanha provou que o ronco pode ser reduzido com exercícios de canto. 



    Durante três meses, 60 pacientes participantes dos testes clínicos no hospital Royal Devon and Exeter, na cidade de Exeter (sudoeste da Inglaterra) fizeram os exercícios para melhorar a tonificação dos músculos da garganta desenvolvidos por uma professora de canto local, Alise Ojay, especificamente para pessoas que roncam. 



    “Foi um teste consideravelmente grande, tivemos 60 pessoas com roncos simples e outros 60 com apneia do sono. A metade deles estava nos grupos de controle onde não fizeram nada, enquanto os outros fizeram os exercícios”, explicou Ojay à BBC. 



    Segundo ela, pacientes que fazem estes exercícios de voz, pronunciando os sons “ung” e “gar” juntos e em tons diferentes conseguiram diminuir e até acabar com o ronco. 



    A diretora de coral afirmou à BBC que os exercícios precisam ser feitos diariamente, durante três meses, para o paciente conseguir alguma melhora. Estes exercícios diários são realizados durante 12 minutos no primeiro mês e 18 minutos nos meses seguintes. 



    Academia 



    Depois de anos de estudo e testes com voluntários que roncavam, os estudiosos descobriram que os exercícios vocais funcionam para as pessoas que sofrem de uma forma simples do problema e aquelas com apneia do sono suave ou moderada. 



    Existem diferentes causas para o ronco. Mas, de acordo com Ojay, a maioria dos que começam a roncar com o passar do tempo, como parte do processo de envelhecimento, o fazem devido à falta de tônus muscular na garganta. 



    “Quando se deitam para dormir, os tecidos obstruem a garganta, a respiração é mais turbulenta e forçada. É quando qualquer tecido solto começa a vibrar”, disse a especialista. 



    “E estes exercícios foram elaborados especificamente para as pessoas que roncam porque os músculos da garganta ficaram flácidos”, acrescentou. 



    A diretora de coral gravou um CD com os exercícios para tonificar a garganta que, segundo ela, são diferentes do que simplesmente o ato de cantar. 



    “Trabalho com sons que soam vigorosamente e movimentos fortes e repetitivos no músculo importante para a pessoa que ronca”, afirmou. 



    Ojay acrescenta que estes exercícios são como ir à academia para trabalhar uma área específica de músculos, de uma forma repetitiva. 

     
    Fonte: Uol Sáude
  • Hospital da Alemanha realiza cirurgia de fígado com auxílio de tablet

    Hospital da Alemanha realiza cirurgia de fígado com auxílio de tablet

    Realidade aumentada permite localizar com precisão estruturas de órgão.
    Durante o procedimento, o fígado foi filmado por um iPad.

    Uma equipe médica da Alemanha liderada pelo professor Karl Oldhafer realizou uma das primeiras cirurgias com o auxílio de tablet em Hamburgo. O recurso de “realidade aumentada” possibilitou que os cirurgiões visualizassem informações sobre o planejamento da cirurgia.

    Durante o procedimento, o fígado é filmado por um iPad, que sobrepõe às imagens do órgão modelos virtuais em terceira dimensão construídos com base no próprio órgão. Esse recurso ajuda a localizar estruturas críticas como tumores e vasos.

    O processo funciona da seguinte maneira: exames de imagem feitos antes da operação, como tomografia ou ressonância magnética, permitem a reconstrução de uma imagem completa do órgão em terceira dimensão no computador.

    Com a técnica de realidade aumentada, é possível projetar essas imagens na tela do tablet, sobre as imagens que estão sendo filmadas naquele momento, o que possibilita a localização das estruturas essenciais para a cirurgia.
    Fonte: Bem Estar
  • Governo envia ao Congresso adendo à lei do Ato Médico

    Governo envia ao Congresso adendo à lei do Ato Médico

    O ministro Alexandre Padilha (Saúde) afirmou, nesta terça-feira (20), que o governo enviou ao Congresso um novo projeto de lei para fazer um adendo à polêmica lei do Ato Médico, sancionada com vetos no mês passado.

    O texto, porém, vai na linha dos vetos feitos e não deve agradar aos médicos.

    A lei regulamenta a profissão do médico, estabelecendo atos que são privativos desse profissional. Durante uma década de tramitação no Congresso, o projeto colocou os médicos de um lado (apoiando o texto) e as demais profissões da saúde de outro.

    Ao sancionar a lei, no mês passado, a presidente Dilma Rousseff vetou trechos fundamentais do projeto defendido pelos médicos. Retirou da lei, por exemplo, trecho que afirmava que o diagnóstico de doenças e a prescrição de medicamentos eram atos privativos do médico. O governo usou como justificativa o eventual impacto da lei no SUS.

    No novo texto, segundo o ministro, o governo que restabelecer na lei que o diagnóstico de doenças e a prescrição são atos privativos do médico. Há um detalhe, porém, que deve continuar desagradando a categoria médica: o governo coloca que são privativos esses atos, desde que não afetem protocolos do SUS, usados tanto na rede pública quanto na privada.

    “Quando o governo encaminha um projeto para o Congresso é para debater exatamente o que o governo já falava: o diagnóstico é privativo do médico, ressalvando o conjunto das demais profissões”, afirmou Padilha.

    Segundo ele, outros trechos do novo projeto pretendem deixar claro que a acupuntura não é ato privativo do médico e que outras profissões não dependem de um parecer do médico para agirem.

    “O texto protege, por exemplo, que o psicólogo faça o diagnóstico de uma depressão leve, sem uso de medicamentos, sem a precrição do médico”, explicou o ministro.

    O texto do projeto de lei, encaminhado ao Congresso nesta terça, ainda não foi divulgado. Está marcado para hoje, também no Congresso, a análise dos vetos feitos por Dilma ao Ato Médico.

    Fonte: Folha de São Paulo