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  • Vacina contra H1N1 não pode ser aplicada em bebês de até 6 meses

    Vacina contra H1N1 não pode ser aplicada em bebês de até 6 meses

    A imunização contra o vírus H1N1 já está disponível para crianças, mas tem um grupo que não pode participar da vacinação nem na rede pública nem na particular: são os bebês com menos de 6 meses que, embora não possam tomar a dose, também podem ter sérias complicações ao serem infectados.
     
    “Os componentes da vacina não são adequados para eles e a recomendação do fabricante é que a vacinação seja feita em crianças acima de 6 meses. Mas o sistema imunológico deles é mais frágil, principalmente se não estiverem em aleitamento materno”, explica Sonia Liston, pediatra do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.
     
    A principal recomendação dada pela especialista para os pais manterem as mãos, o rosto e as cavidades nasais limpas ao ter contato com o bebê. “Os pais devem lavar bem as mãos e o rosto, fazer uma lavagem nasal e bochechos antes de pegar as crianças. O álcool em gel também é importante.”
     
    Segundo Sonia, a família deve evitar locais com aglomeração e, como essas crianças costumam receber muitas visitas, o ideal é tentar evitar o contato com pessoas resfriadas. “A gente sabe que todos querem ver, mas é bom evitar as visitas aos recém-nascidos, perguntar se ninguém está gripado e pedir gentilmente para que lavem as mãos.”
     
    A pediatra diz que os pais devem tomar a vacina para evitar a infecção. Caso o pai ou a mãe peguem a doença, a recomendação é usar máscara. A mãe deve continuar amamentando mesmo se estiver infectada. “Se ela ficar debilitada e não conseguir amamentar, pode tirar o leite e dar em uma mamadeira.”
     
    Fonte: Uol Saúde
  • País registra 102 mortes por complicações da gripe H1N1; SP lidera

    País registra 102 mortes por complicações da gripe H1N1; SP lidera

    O Brasil já registra 102 mortes relacionadas à gripe H1N1. Em todo o ano passado, foram 36 registros.
     
    O Estado de São Paulo concentra a maioria das mortes pelo vírus, com 70 registros. Em seguida, estão Goiás (6), Santa Catarina (5) e Bahia (3), entre outros dez Estados, com dois ou um registro cada. Um dos óbitos, no entanto, é de um paciente que adquiriu o vírus fora do país, mas foi internado no Brasil.
     
    Ao todo, o vírus da gripe A H1N1 responde por 88% das mortes registradas neste ano após complicações dos sintomas de gripe. De 115 mortes por gripe, 102 são de pacientes que tiveram resultado positivo para o H1N1 em exames.
     
    Os dados são de novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde e foram contabilizados até o dia 2 de abril.
     
    Segundo o balanço, o número de casos de síndrome respiratória aguda grave ligados ao H1N1 já chega a 686, aumento de 76% em relação ao registrado em todo o ano anterior, quando houve 141 registros.
     
    São Paulo também em número de casos graves, com 534 internações de pacientes por síndrome respiratória grave, ou 78% do total. O quadro é caracterizado pela ocorrência de febre, tosse ou dor de garganta e pela dificuldade para respirar.
     
    Outros 17 Estados apresentam registros de casos graves pelo vírus, mas em número menor. Entre eles, estão Santa Catarina (40), Paraná (21) e Goiás (12).
     
    Em nota, o Ministério da Saúde informa que “está monitorando os casos de H1N1 nos Estados junto com as vigilâncias locais”.
     
    Boletim aponta ainda que o H1N1 responde, neste ano, por 80% dos 854 casos de internações de pacientes por complicações da gripe. No ano passado, o vírus correspondia a 12% do total de casos de síndrome respiratória grave.
     
    ACINAÇÃO
     
    Segundo a pasta, os casos ligados ao H1N1 ocorrem fora do período esperado para o aumento de casos de gripe, previsto geralmente para o fim de abril e início de maio, com a chegada do inverno.
     
    A preocupação com o registro de casos fora de época fez com que alguns Estados antecipassem a vacinação contra a gripe neste ano, prevista inicialmente para 30 de abril, para uma parte do público-alvo.
     
    Em São Paulo, a vacinação de crianças, gestantes e idosos começou nesta segunda-feira (11). Em Goiás, o início da vacinação está prevista para o dia 12 em Goiânia e na região metropolitana.
     
    Também decidiram antecipar as datas, mas para o dia 25, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. No Distrito Federal, a secretaria anunciou que irá iniciar a vacinação contra gripe nessa mesma data para crianças até seis anos e gestantes.
     
    Já a campanha nacional está marcada para ocorrer entre 30 de abril e 20 de maio. Além do H1N1, a vacina contém cepas de outros dois tipos de vírus da gripe: H3N2 e influenza B.
     
    Além da vacina, o Ministério da Saúde recomenda que sejam tomadas medidas de prevenção, como lavar as mãos com frequência e evitar locais com aglomeração de pessoas.
     
    REGISTROS
     
    A notificação dos casos de gripe no país é feita por meio de dois tipos de monitoramento. Um deles é a vigilância sentinela, modelo que acompanha os tipos de vírus da gripe em circulação por meio de amostras coletadas de uma parte dos pacientes atendidos em hospitais de referência.
     
    Hoje, não há uma notificação obrigatória de casos de gripe no país, devido à impossibilidade de registrar todos os casos, segundo o governo.
     
    Um segundo monitoramento, assim, ocorre apenas para os casos graves, quando o paciente é internado com complicações dos sintomas.
     
    A orientação é que todas as internações por esse motivo sejam informadas pelos hospitais às secretarias de saúde.
     
    Fonte: Folha de S.Paulo / Site
  • Anvisa dá aval temporário a uso de mosquito transgênico

    Anvisa dá aval temporário a uso de mosquito transgênico

    Após quase dois anos de análise, a diretoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu conceder uma espécie de aval temporário a pesquisas com mosquitos transgênicos.
     
    A medida, que ocorre em meio a críticas pela demora na avaliação do tema, é a primeira iniciativa da agência para regular o uso desse tipo de tecnologia no país.Até então, a Anvisa alegava ter dúvidas se poderia interferir nessa questão.
     
    O pedido de análise foi feito em 2014 pela britânica Oxitec, que possui uma filial em Campinas (SP) e detém uma linhagem de mosquitos Aedes aegypti geneticamente modificados.
     
    Na época, a empresa havia obtido aprovação inicial pela CTN Bio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) para uso da tecnologia em larga escala e consultou a Anvisa na tentativa de obter aval para a comercialização.
     
    Liberados no ambiente, esses mosquitos têm como função reduzir a população dos mosquitos silvestres —e, assim,reduzir também a circulação de doenças por eles transmitidas, como adengue.
     
    Dois anos depois, a agência definiu que os mosquitos geneticamente modificados “são objeto de regulação sanitária, no que diz respeito à segurança sanitária de seu uso e em relação à sua eficácia”. Mas ainda não se posicionou sobre eventual comercialização da tecnologia.
     
    Segundo a Anvisa, até que seja concluída a elaboração de uma norma sobre o tema, a Oxitec ganhará um “registro especial temporário”,que permite que ela realize mais pesquisas para comprovar a eficácia da tecnologia.
     
    A medida deve abrir espaço para novas parcerias com prefeituras que desejam utilizar a ferramenta no combate ao Aedes aegypti. Essa utilização, porém, ainda deve ocorrer em caráter de testes.
     
    Em nota, a Anvisa diz que, além da análise da CTNBio, “caberá aos órgãos específicos dos ministérios o registro e a fiscalização comercial dos organismos geneticamente modificados”.
     
    O uso de uma linhagem transgênica do aedes ganhou repercussão após resultados positivos em testes-piloto. Na prática, funciona assim: como só as fêmeas do aedes picam —e assim podem contrair e transmitir vírus como a dengue, por exemplo— os pesquisadores liberam apenas os machos transgênicos no ambiente.
     
    Soltos, os mosquitos “recém-chegados”encontram as fêmeas silvestres e as fecundam. Os ovos desse encontro ganham um gene “mortal”, e produzem larvas que morrem antes de ultrapassar a fase da pupa e chegar à vida adulta. Assim ocorre a redução na população de mosquitos.
     
    Os projetos-piloto foram conduzidos em dois municípios da Bahia, Juazeiro e Jacobina, e em Piracicaba, no interior paulista. Em Piracicaba, resultados mostraram redução de 82% nas larvas selvagens em áreas onde o mosquito foi liberado, segundo dados da Oxitec.
     
    O aval temporário à pesquisa foi concedido em meio a uma explosão da dengue no país. Dados do Ministério da Saúde mostram que o Brasil registrou 495.266 casos prováveis da doença em 2016, de janeiro até o início de março. O número é 47% maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior, quando havia 337.738 casos notificados.
     
    Fonte: Folha de S.Paulo
     
  • Cientistas brasileiros ligam zika a novo distúrbio cerebral em adultos

    Cientistas brasileiros ligam zika a novo distúrbio cerebral em adultos

    Cientistas brasileiros revelaram um novo distúrbio cerebral em adultos associado ao vírus da zika: uma síndrome autoimune chamada encefalomielite disseminada aguda, ou Adem, que ataca o cérebro e a espinha dorsal.
     
    O vírus já foi relacionado a outro distúrbio autoimune, a síndrome de Guillain-Barré, que ataca os nervos periféricos fora do cérebro e espinha dorsal, causando uma paralisia temporária que pode, em alguns casos, fazer com que os pacientes precisem da ajuda de equipamentos para respirar.
     
    A nova descoberta mostra que o zika pode provocar também um ataque imune contra o sistema nervoso central. Com isso, aumenta a lista de danos neurológicos associados a ele.
     
    De acordo com a Organização Mundial da Saúde, existe um grande consenso científico de que, além da Guillain-Barré, o vírus da zika pode causar a microcefalia em recém nascidos, embora a produção de provas conclusivas ainda deva demorar meses ou anos.
     
    A microcefalia é uma má-formação cerebral, na qual os bebês nascem com cabeças menores do que o normal, o que pode resultar em problemas de desenvolvimento.
     
    Além de doenças autoimunes, alguns pesquisadores também têm apresentado relatos de pacientes com vírus da zika que desenvolvem encefalite e mielite –distúrbios neurológicos tipicamente causados pela infecção direta de células nervosas.
     
    “Embora nosso estudo seja pequeno, pode fornecer evidência de que, nesse caso, o vírus tem efeitos diferentes sobre o cérebro do que aqueles identificados nos estudos atuais”, disse em um comunicado a doutora Maria Lúcia Brito, neurologista do Hospital da Restauração, no Recife.
     
    A Adem ocorre tipicamente como consequência de uma infecção, provocando o inchaço acentuado do cérebro e da espinha dorsal e danificando a mielina, a proteção esbranquiçada que envolve as fibras nervosas. Os sintomas são fraqueza, dormência e perda do equilíbrio e da visão, similares aos da esclerose múltipla.
     
    Maria Lucia Brito apresentou suas descobertas neste domingo, durante um encontro da Academia Americana de Neurologia, em Vancouver, no Canadá.
     
    O estudo envolveu 151 pacientes que foram atendidos no hospital entre dezembro de 2014 e junho de 2015. Todos foram infectados com arbovírus, a família de vírus da qual fazem parte dengue, zika e chikungunya.
     
    Seis dos pacientes desenvolveram sintomas consistentes com distúrbios autoimunes. Desses, quatro tinham Guillain-Barré e dois tinham Adem. Em ambos os casos de Adem, imagens do cérebro mostraram danos na mielina. Os sintemas da Adem duram tipicamente seis meses.
     
    Todos os seis pacientes testaram positivo para zika, e todos tiveram efeitos prolongados após receberem alta do hospital, com cinco pacientes tendo apresentado disfunção motora, um problemas de visão e um declínio cognitivo.
     
    Fonte: Folha de S.Paulo / Site
  • Google registra patente de drone que entrega medicamentos sob demanda

    Google registra patente de drone que entrega medicamentos sob demanda

    Seja em uma escalada no Monte Everest, uma trilha no meio da floresta Amazônica ou uma tarde de pesca na Antártida, em algumas situações você não terá um hospital ou mesmo um kit de primeiros socorros à sua disposição. 
     
    Em caso de emergência em uma localidade remota, o que fazer? Graças ao Google, agora esse problema recebe uma solução bem high-tech. A empresa acredita que drones podem muito bem ser úteis nesses casos. No ano passado, a gigante da web registrou a patente de uma frota de quadricópteros automatizados capazes de transportar suprimentos médicos como autoinjetores de adrenalina, desfibriladores e medicamentos direto de uma central para uma pessoa em necessidade. E, segundo o projeto, também não existe limite de ocasiões em que o drone pode oferecer auxílio. A versatilidade dele permite que o dispositivo ajude uma vítima de afogamento ou ofereça remédios para quem sofre de asma ou esteja em princípio de parada cardíaca. A novidade da vez é que uma nova patente registrada pelo Google na última segunda-feira (4) dá mais detalhes de como as vítimas poderiam chamar os drones de onde quer que estejam. Em um dos exemplos citados na patente, o drone é ativado por meio de um rádio retangular que possui vários botões indicando as ocasiões em que o veículo pode ajudar, como “choque anafilático”, “machucado no pescoço”, “insulina”, “kit de primeiros socorros”, entre outros. No rádio, um visor também mostra quanto tempo falta para o drone chegar ao local.
     
    Uma das características que o Google aposta para o sucesso da iniciativa é a maior facilidade de chegada do drone em alguns locais em detrimento de veículos terrestres. A velocidade de entrega dos suprimentos também seria mais rápida. O Google ainda precisa fazer testes e trabalhar em alguns detalhes antes que o drone seja disponibilizado para uso, mas considerando o estado das patentes registradas, não deve demorar muito para você receber ajuda de um drone para curar uma torção no pé durante uma trilha no meio da floresta.
     
    Fonte: Canaltech
  • Diabetes: quase 1 em cada 10 brasileiros tem a doença

    Diabetes: quase 1 em cada 10 brasileiros tem a doença

    O número de adultos diagnosticados com diabetes no Brasil atingiu 7,4% no ano passado, valor acima dos 5,5% registrados em 2006. Ou seja, quase 1 em cada 10 brasileiros possuem a doença atualmente.
     
    Os dados são do Vigitel 2015 (Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico) e foram divulgados na manhã desta quinta-feira (7) pelo Ministério da Saúde.
     
    Com base numa entrevista feita com 54 mil pessoas (com 18 anos ou mais), o órgão observou que a doença é mais comum em mulheres (7,8%) do que em homens (6,9%). Além disso, ela é mais frequente em pessoas mais idosas.
     
    As cidades que apresentaram maior índice de adultos diabéticos foram Rio de Janeiro (8,8%), Porto Alegre (8,7%) e Campo Grande (7,9%). Por outro lado, a que registrou o menor número foi Palmas (3,9%).
     
    O representante da Organização Pan-Americana da Saúde Dr. Joaquin Molina reforçou que o crescimento do diabetes no Brasil segue a tendência internacional. A OMS (Organização Mundial da Saúde) informou ontem que o número de adultos diabéticos em todo o mundo quadruplicou em menos de quatro décadas, chegando a 422 milhões.
     
    “O diabetes está crescendo mais rápido nos países de renda média e baixa. Em 2012, o diabetes causou 1,5 milhão de mortes”, alertou Molina.
     
    Para o ministro da Saúde, Marcelo Castro, fatores como o aumento de peso, sedentarismo, alimentação à base de carboidratos, refrigerantes e doces estão ajudando a aumentar a prevalência de diabetes no mundo.
     
    “Basicamente, é uma enfermidade que pode ser evitada com bons hábitos alimentares e atividade física”, acrescentou o ministro.
     
    Fonte: Uol Saúde
  • Uma em cada dez pessoas tem insônia; conheça dez causas para o distúrbio

    Uma em cada dez pessoas tem insônia; conheça dez causas para o distúrbio

    A dificuldade para dormir é muitas vezes um mistério para pacientes e médicos. Cientistas tentam desvendar o mais comum distúrbio do sono, associado a uma série de fatores, muitos dos quais podem ser controlados.
     
    Rolar de um lado para o outro da cama e, apesar do cansaço, ver o tempo passar sem conseguir pregar o olho. Se você se vê nessa situação com frequência, pode estar entre os 10% da população adulta que sofre de insônia, o distúrbio do sono mais comum.
     
    A condição é definida como a dificuldade de pegar ou manter o sono por ao menos três noites por semana, acompanhada de problemas durante o dia. Quem sofre de insônia tende a ficar cansado e irritadiço durante o dia, além de ter dificuldades de concentração e dor de cabeça.
     
    Um estudo divulgado nesta terça-feira (05) pela revista New Scientist afirma que a causa da insônia pode ser conexões falhas no cérebro. A radiologista Shumei Li, de um hospital em Guangzhou, na China, e sua equipe descobriram que, nos cérebros das pessoas com insônia grave – dificuldade de dormir por mais de um mês -, as regiões do hemisfério direito ligadas à memória, ao aprendizado, ao olfato e à emoção estavam mais mal conectadas do que as de uma pessoa saudável.
     
    A equipe também descobriu que quem sofre de insônia tem conexões mais fracas na chamada substância branca do cérebro, região que regula a consciência, o estado de alerta e o sono.
     
    “Este estudo nos leva um passo adiante no entendimento da insônia e um passo mais próximos de um potencial tratamento”, afirma Max Wintermark, radiologista de Stanford, afirmando ainda não ser possível comprovar a relação entre as conexões cerebrais e o distúrbio do sono.
     
    As causas da insônia são identificáveis em apenas 50% dos casos, segundo a Universidade de Maryland. No entanto, alguns fatores são frequentemente associados ao distúrbio:
     
    1. Computador
     
    Trabalhar demais no computador resulta num excesso de estímulo cerebral. Ficar focado na tela, sobretudo perto da hora de dormir, pode tornar mais difícil pegar no sono.
     
    2. Atividade física
     
    É verdade que um estilo de vida sedentário pode levar à insônia. Mas se o exercício físico for praticado de quatro a seis horas antes de ir para a cama, ele pode atrapalhar o sono.
     
    3. Cafeína, álcool e drogas
     
    Ingerir cafeína, álcool, drogas recreativas em excesso ou certos medicamentos, como estimulantes e remédios para pressão, afeta o sono. Cigarro também pode causar inquietação. Ao mesmo tempo, parar de fumar pode causar insônia temporária.
     
    4. Depressão
     
    A depressão costuma afetar o sono. Cerca de 80% das pessoas com depressão têm dificuldade de pegar no sono, segundo o site WebMD. Ao mesmo tempo, muitas vezes quem sofre da doença dorme demais.
     
    5. Doenças neurológicas
     
    Além da depressão, condições psiquiátricas e neurológicas, como ansiedade, síndrome das pernas inquietas, mal de Parkinson e Alzheimer, podem levar à insônia. A causa pode ser tanto alterações nas regiões cerebrais que afetam o sono como medicamentos usados para tratar as doenças.
     
    6. Stress
     
    O stress é uma das causas mais comuns da insônia. Um acontecimento traumático ou preocupações com as finanças, o trabalho ou a família costumam tirar o sono. Trabalhar em turnos noturnos ou mudar de escala constantemente também afeta o relógio biológico.
     
    7. Hormônios
     
    Alterações hormonais durante o ciclo menstrual podem influenciar o sono. Geralmente se tem problemas para dormir durante a menstruação, e o sono melhora na metade do ciclo, com a ovulação. Entre 30% e 40% das mulheres na menopausa também sofrem de insônia. No geral, as mulheres têm mais chance de serem acometidas pelo distúrbio do sono do que os homens.
     
    8. Dor crônica
     
    Males como refluxo, fibromialgia, artrite e outras síndromes de dor crônica podem afetar a qualidade do sono. De acordo com um estudo de 2015 da Fundação Nacional do Sono dos Estados Unidos, 36% das pessoas com dor crônica disseram dormir bem ou muito bem. Entre as pessoas sem dores, a taxa sobe para 65%.
     
    9. Idade avançada
     
    Alterações biológicas associadas ao envelhecimento, assim como condições médicas decorrentes da idade e efeitos colaterais de medicamentos contribuem para a insônia.
     
    10. Ronco
     
    Se você ronca ou tem um parceiro que ronca, isso pode ser um grande problema. Barulhos imprevistos podem impedir que você pegue no sono ou fazer com que você acorde no meio da noite. O melhor é recorrer a um protetor de ouvidos.
     
    Fonte: Uol Saúde
     
  • Ministério dobra pedido e estoca antiviral para tratar 2,5 milhões contra o H1N1

    Ministério dobra pedido e estoca antiviral para tratar 2,5 milhões contra o H1N1

    Com o surto antecipado de gripe H1N1 no país, o Ministério da Saúde dobrou o pedido de antiviral feito ao laboratório responsável pela produção do medicamento e se prepara para tratar até 2,5 milhões de pessoas infectadas pelo vírus até o fim do ano. Se a demanda chegar ao ápice, será o maior número de pessoas tratadas no país desde a pandemia da doença, em 2009. O recorde de tratamentos oferecidos foi em 2013, com 2 milhões de caixas com dez cápsulas cada de oseltamivir distribuídas pela rede pública.
     
    No início deste ano, o ministério encomendou ao laboratório público Farmanguinhos, da Fiocruz, quantidade de medicamento oseltamivir (Tamiflu) suficiente para tratar 1,5 milhão de pessoas, o dobro do solicitado em 2015, quando 769 mil tratamentos foram pedidos. Além da nova remessa, o ministério conta ainda com 1 milhão de tratamentos em estoque.
     
    A encomenda de 2016 é a segunda maior em sete anos, inferior apenas ao volume pedido em 2010, quando ainda acontecia a pandemia e o ministério comprou da Farmanguinhos 1,7 milhão de tratamentos, conforme dados do próprio laboratório. Com o fim do surto no mesmo ano, o estoque de medicamentos comprado do laboratório público foi suficiente ainda para abastecer o país nos anos de 2011, 2012 e 2013.
     
    A estimativa do número de pessoas que serão tratadas neste ano pode crescer ainda mais se forem incluídos os lotes do medicamento nas dosagens infantis. Como a Farmanguinhos produz apenas as unidades de 75 miligramas, para adultos, a versão do oseltamivir para crianças é comprada do laboratório Roche. A empresa não informou quantas unidades foram pedidas neste ano, mas afirmou que, no ano passado, foram vendidas ao governo federal 558 mil caixas do Tamiflu nas dosagens de 30 e 45 miligramas.
     
    O ministério informou que a compra de medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS) segue o cronograma e a compra de oseltamivir é uma medida preventiva para evitar o desabastecimento em Estados e municípios. De acordo com o órgão, a distribuição do remédio está regular em todo o país e é feita conforme demanda estadual.
     
    Para a infectologista Nancy Bellei, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e integrante da Sociedade Internacional de Influenza e Doenças Respiratórias, o volume de antiviral encomendado pelo ministério reflete preocupação com o impacto da epidemia neste ano. “Com o que está acontecendo em São Paulo, com casos precoces e óbitos, o ministério talvez esteja com uma preocupação de que esse surto possa ser igual aos de 2009 e 2013”, diz ela. No ano da pandemia, 2.060 pessoas morreram no país por complicações do H1N1. Em 2013, segundo pior surto, foram 768 óbitos. Em 2016, já são 71 vítimas, mas o período de pico de casos costuma ocorrer no inverno.
     
    Sem pânico
     
    A médica diz que, embora a expectativa seja de crescimento de casos, não há razão para pânico na população, pois cerca de 90% dos pacientes infectados evoluem bem espontaneamente. “O medicamento é indicado prioritariamente para pessoas com fatores de risco, para evitar possíveis complicações”, diz.
     
    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
     
    Fonte: Uol site
  • Lista de Denominações Comuns Brasileiras da Farmacopeia tem novas nomenclaturas

    Lista de Denominações Comuns Brasileiras da Farmacopeia tem novas nomenclaturas

    A Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa de número 71, publicada no Diário Oficial da União (DOU) do último dia 30 de março, RDC 71/ 2016, inclui 40 novas nomenclaturas na Lista de Denominações Comuns Brasileiras (DCB), além de corrigir a nomenclatura de seis (6) substâncias e excluir duas DCB da resolução RDC 64/2012, de 28 de dezembro de 2012.
     
    A DCB é a nomenclatura genérica atribuída aos insumos farmacêuticos, soros hiperimunes, vacinas, radiofármacos, plantas medicinais e substâncias homeopáticas e biológicas, empregada nos processos de registro, rotulagens, bulas, licitação, importação, exportação, comercialização, propaganda, publicidade, informação, prescrição, dispensação e em materiais de divulgação didático e técnico.
     
    A lista completa da DCB traz, aproximadamente, 11.300 nomenclaturas e encontra-se disponível no hotsite da Farmacopeia Brasileira por meio do link http://www.anvisa.gov.br/hotsite/farmacopeiabrasileira/dcb.htm.
     
    Fonte: Anvisa
  • Produto biológico novo para tratamento de câncer é aprovado pela Anvisa

    Produto biológico novo para tratamento de câncer é aprovado pela Anvisa

    A Anvisa concedeu registro ao medicamento Opdivo® (nivolumabe). O produto biológico novo é indicado em monoterapia para o tratamento de melanoma avançado e de câncer de pulmão. O registro foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (04/04), de acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 55/2010.
     
    O nivolumabe é um anticorpo monoclonal de imunoglobulina G4 (IgG4) totalmente humano que se liga ao receptor de morte programada 1 (PD-1) e bloqueia sua interação com PD-L1 e PD-L2. Opdivo® potencializa as respostas das células T, incluindo respostas antitumorais, por meio do bloqueio da ligação de PD-1 aos ligantes PD-L1 e PD-L2.
     
    O produto Opdivo® (nivolumabe) foi aprovado para as seguintes indicações terapêuticas:
     
    – Em monoterapia para o tratamento de melanoma avançado (irressecável ou metastático).
     
    – Para o tratamento de câncer de pulmão de células não pequenas (NSCLC) localmente avançado ou metastático com progressão após quimioterapia à base de platina. Pacientes com mutação EGFR ou ALK devem ter progredido após tratamento com anti-EGFR e anti-ALK antes de receber Opdivo®.
     
    Fonte: Anvisa