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  • Estudo revela que perda do cromossomo Y está relacionada com Alzheimer

    Estudo revela que perda do cromossomo Y está relacionada com Alzheimer

    Miami, 24 Mai 2016 (AFP) – Um a cada cinco homens com mais de 80 anos perde o cromossomo Y das células do sangue, condição que foi agora relacionada com um risco maior de sofrer o Mal de Alzheimer, segundo estudo publicado no American Journal of Human Genetics, nesta segunda-feira.
     
    A perda do cromossomo Y é a mutação genética mais comum nos homens. Estudos anteriores mostraram que a condição pode aumentar o risco de câncer e aparece com mais frequência em fumantes.
     
    Agora, os pesquisadores afirmam que a condição pode servir como um biomarcador em relação a uma ampla gama de problemas de saúde.
     
    O estudo foi liderado por Lars Forsberg e Jan Dumanski, da Universidade de Uppsala, na Suécia, e contou com a participação de pesquisadores de Grã-Bretanha, França, Estados Unidos e Canadá.
     
    Os cientistas examinaram casos de 3.200 homens com em média 73 anos, dos quais cerca de 17% apresentaram a perda do Y nas células sanguíneas. Os pacientes que já tinham sido diagnosticados com Alzheimer haviam perdido esse cromossomo em maior grau.
     
    “Ter perda do Y não implica em 100% de chance de ter câncer ou Mal de Alzheimer”, advertiu Forsberg.
     
    Alguns dos homens com essa condição no estudo viveram sem sintomas de demência pelo menos até os 90 anos.
     
    “Mas, no futuro, a perda de Y nas células do sangue pode se tornar um novo biomarcador para o risco de doenças, (…) e pode ajudar a detectar e tratar os problemas mais cedo”, disse o pesquisador.
     
    De acordo com Chris Lau, professor do departamento de medicina da Universidade da Califórnia, o estudo não esclarece bem por que o risco de Alzheimer pode ser mais alto nestes homens.
     
    “Embora seja informativo, o estudo é de caráter preliminar e destaca apenas o fato de que o cromossomo Y pode desempenhar funções importantes além da determinação do sexo masculino e a produção de espermatozoides”, disse Lau, que não participou da pesquisa.
     
    “A questão-chave é o quê exatamente no cromossomo Y aumenta o risco da doença de Alzheimer”, completou.
     
    Para o cientista, são necessárias mais pesquisas porque o cromossomo Y contém muitos genes – alguns presentes exclusivamente nos homens e outros compartilhados com as mulheres, que não têm o cromossomo Y.
     
    Fonte: Uol Saúde
  • Realidade virtual e a luta contra o Alzheimer

    Realidade virtual e a luta contra o Alzheimer

    A maneira como uma pessoa se desloca dentro de um labirinto virtual pode dar importantes pistas e, inclusive, prever as chances de uma pessoa vir a desenvolver a doença de Alzheimer em futuro próximo.
     
    Essa foi a conclusão de um estudo publicado na Revista Science. (1)
     
    Nele se descobriu que as pessoas em situação de risco para o aparecimento da doença apresentam uma menor atividade nas células de navegação do cérebro – também conhecidas como “células de grade'' (ou, no inglês, grid cells) – um tipo de bússola biológica.
     
    Cientistas, anteriormente, batizaram de “células de grade”, o que fornece a localização geográfica a ratos, morcegos e macacos, mas recentemente também se comprovou sua existência em humanos.
     
    Desta forma, tal sistema é ativado, tomando por base a forma como os indivíduos se movem, informando-os seu posicionamento e localização em um plano imaginário de coordenadas.
     
    Por exemplo, feche os olhos e ande cinco passos para frente e depois vire à direita, dando mais 3 passos – aqui estarão as células de grade entrando em funcionamento e rastreando sua posição.
     
    O experimento com a realidade virtual junto aos participantes envolveu a apresentação de um cenário onde havia um céu azul, algumas montanhas a distância e, finalmente, objetos comuns de nosso cotidiano espalhados pelo chão. Os participantes então foram orientados a coletar os objetos virtuais e, posteriormente, devolvê-los ao mesmo lugar através da utilização de um joystick. A equipe monitorou a atividade cerebral de cada participante através de ressonância magnética funcional.
     
    O monitoramento permitiu que os cientistas observassem as atividades de células de grade em uma região cerebral chamada de córtex entorrinal – uma das primeiras regiões atingidas em pacientes que sofrem do Mal de Alzheimer e, supostamente, razão pela qual esses pacientes estão mais propensos a se perder – ao apresentar comprometimentos na noção de espaço e perda de memória.
     
    Os pacientes com pior performance na tarefa virtual foram aqueles que estão em situação de vulnerabilidade para o desenvolvimento futuro de Alzheimer, segundo entenderam os pesquisadores.
     
    Embora seja pouco provável que apenas “testes de navegação” virtuais sejam utilizados como um diagnóstico precoce da doença de Alzheimer, a informação contida no experimento pode ser um passo adiante em direção a terapias preventivas.
     
    É a tecnologia colaborando diretamente no cuidado e na prevenção em saúde mental.
     
    Fonte: Uol Saúde
  • Pesquisadores propõem nova pílula no SUS para prevenir Aids

    Pesquisadores propõem nova pílula no SUS para prevenir Aids

    Uma pílula que previne o HIV é a nova aposta de pesquisadores ligados ao Ministério da Saúde para conter a epidemia de Aids no Brasil, que avança principalmente entre jovens e grupos mais vulneráveis ao vírus.
     
    A proposta prevê que a chamada “profilaxia pré-exposição”, ou Prep, seja ofertada de forma inédita no SUS e também em farmácias do país como alternativa extra de proteção a pessoas com maior exposição ao HIV.
     
    A medida faz parte de um protocolo recém-finalizado por um comitê de especialistas, a pedido do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, com diretrizes para a inclusão dessa pílula na rede pública.
     
    A Folha teve acesso a detalhes do documento, que deve ser encaminhado nesta semana à Conitec (comissão técnica que avalia a oferta de novas tecnologias no SUS). A expectativa é que, após consulta pública, a decisão da comissão técnica ocorra até outubro. O ministro da Saúde, Ricardo Barros (PP-PR), não tem poder de veto sobre as decisões do grupo.
     
    “Pela primeira vez, vamos colocar duas modalidades de acesso: uma no SUS, com distribuição gratuita, e outra nas farmácias”, diz Fábio Mesquita, diretor do departamento.
     
    Se for aprovado, o Brasil pode ser o primeiro país a oferecer a nova prevenção de forma gratuita. Ao menos outros dois, França e Inglaterra, fazem discussão similar. Aqui, a estimativa é que 781 mil pessoas convivam com o HIV.
     
    COMPRIMIDO
     
    Na prática, o modelo consiste na associação, em um só comprimido, de dois antirretrovirais: tenofovir e emtricitabina. Em outros países, como EUA, o medicamento (que impede que o vírus “escravize” a célula) é vendido com o nome comercial Truvada.
     
    “Se a pessoa toma direitinho, a eficácia é perto de 100%”, explica Valdiléa Veloso, da Fiocruz, uma das principais pesquisadoras desse modelo de prevenção.
     
    A desvantagem é a necessidade de uso diário da pílula, bem como seu custo. No SUS, a recomendação é que o método seja ofertado para pessoas com risco ampliado e que fazem parte de populações-chave, onde o número de novos casos é 20 a 30 vezes maior que na população geral: homens que fazem sexo com homens, transexuais, travestis, usuários de drogas e profissionais do sexo.
     
    A ideia é que a Prep não seja para qualquer pessoa desses grupos, mas para as com histórico de relações desprotegidas, por exemplo. “Como se caracteriza quem está sob risco acrescido? Não é o fato de ser gay. É ter mais exposição e risco”, diz Mesquita.
     
    Pessoas soronegativas com parceiros positivos que recém iniciaram o tratamento também estão entre as que podem aderir à estratégia. O pesquisador Nilo Martinez Fernandes, da Fiocruz, cita outros exemplos. “São pessoas que têm medo de a camisinha furar, ou tem parceiro positivo ou não conseguem usar o preservativo.”
     
    Segundo ele, a ideia não é substituir outros métodos, mas adicionar à chamada “prevenção combinada”, conjunto que inclui a camisinha masculina e feminina e testagem de DSTs, entre outros.
     
    Para Valdiléa Veloso, a autonomia em optar pela proteção é um dos principais pontos positivos dessa pílula. “Há métodos de prevenção que não dependem só da pessoa, mas do outro. Na Prep, a pessoa só depende dela para tomar o comprimido”, diz.
     
    A ideia é ofertar a pílula em unidades especializadas, onde o paciente pode ser acompanhado a cada três meses.
     
    FARMÁCIAS
     
    Planejada para ser incluída no SUS, a oferta da “profilaxia pré-exposição” como alternativa extra de prevenção contra o HIV pode chegar em breve também às farmácias.
     
    Proposta do comitê assessor do Departamento de HIV/Aids do Ministério da Saúde também prevê que a “Prep” esteja disponível para compra por outras pessoas além daquelas para as quais é estudada na rede pública.
    A venda, no entanto, ocorreria apenas mediante apresentação de receita médica específica –hoje, o medicamento, conhecido como Truvada, é de uso controlado.
     
    Segundo o diretor do departamento, Fábio Mesquita, EUA, Malásia e Tailândia já ofertam Truvada ou genéricos nas farmácias. “Como o critério do SUS vai ser mais restrito, é possível que tenham outras pessoas que queiram usar, mas não estão nos critérios.”
     
    Um impasse, no entanto, pode ser o preço. Nos Estados Unidos, por exemplo, o custo para o usuário pode chegar a US$ 2.500 ao ano, segundo associações do setor.
     
    Por aqui, a expectativa é que a oferta conjunta para o SUS e farmácias acabe por baixar significativamente os preços –em 2015, o Ministério da Saúde obteve descontos de até 90% na compra de medicamentos inovadores.
     
    “A negociação que estamos fazendo é que o preço seja idêntico, para governo e farmácia. Para que a população possa comprar, tem que ter um preço equilibrado.”
     
    COM CAMISINHA
     
    Ao mesmo tempo em que podem reduzir novas infecções por HIV, a oferta da Prep na rede pública e em farmácias também pode abrir espaço para polêmicas que, segundo especialistas, ocorrem com o surgimento de novas propostas para controle da epidemia de Aids.
     
    “Há uma preocupação em geral quando falamos isso. As pessoas perguntam: ah, mas não vão relaxar? Não vão deixar de usar preservativo?”, afirma a pesquisadora Valdiléa Veloso, da Fiocruz.
     
    Para ela, não há esse risco. “Gosto de comparar com o air bag. Quando começaram a discutir a obrigatoriedade de carros terem air bag, diziam que menos gente ia usar o cinto. Hoje, temos o air bag e usamos cinto, e não paramos aí: queremos freio ABS e vidros que não estilhacem.”
     
    Ela lembra que, mesmo com a Prep, o uso da camisinha ainda é recomendado, por ser a única forma de prevenir outras doenças sexualmente transmissíveis.
     
    Para Alessandra Ramos, do grupo TransRevolução e voluntária há um ano na pesquisa Prep Brasil, que avalia a adesão ao medicamento por grupos vulneráveis, a estratégia pode atender também aqueles que hoje têm dificuldade em usar o preservativo.
     
    Ela cita pesquisa recente do ministério que mostra que, enquanto 94% das pessoas apontam a camisinha como melhor forma de prevenção, 45% admitem que não a usa. “O papel do ministério não é prescrever o comportamento de ninguém. É compreender que existe um risco e dar mecanismos para que cidadãos evitem ao máximo a infecção pelo HIV”, diz Alessandra.
     
    Fonte: Folha de São Paulo
     
  • Evandro Chagas testará vacina contra zika em animais em novembro

    Evandro Chagas testará vacina contra zika em animais em novembro

    Brasília – Testes da vacina contra zika em desenvolvimento pelo Instituto Evandro Chagas e pela Universidade Medical Branch, dos Estados Unidos, devem começar a ser feitos em animais a partir de novembro. “Conseguimos acelerar o cronograma em alguns meses, em parte por causa dos ganhos na tecnologia, em parte por sorte”, afirmou o diretor do instituto, Pedro Vasconcelos.
     
    A previsão inicial era de que essa etapa fosse concluída somente em fevereiro de 2017. Se não houver problemas ao longo do caminho, avaliou, em fevereiro já será possível iniciar os testes da vacina em voluntários humanos. Os estudos em voluntários seriam feitos no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Amapá, Estados que não registram até o momento a circulação do zika.
     
    A vacina em desenvolvimento em parceria com a Universidade Medical Branch é feita a partir de partículas do vírus atenuado. A meta é fazer mutações no genoma do vírus para que ele perca a sua capacidade de produzir a doença, mas, ao mesmo tempo, seja reconhecido pelo organismo para que anticorpos sejam produzidos.
     
    Vasconcelos integra o Comitê de Emergência para Zika e Microcefalia da Organização Mundial da Saúde (OMS). Na próxima reunião do grupo, programada para os dias 6 e 7, o diretor do Instituto Evandro Chagas vai apresentar uma proposta para que prazos de realização de testes das vacinas de zika sejam encurtados.
     
    “Vivemos numa situação especial. Já houve o precedente do ebola. Podemos ser mais rápidos sem abrir mão da segurança”, afirmou Vasconcelos.
    Depois de testes em animais (primatas e camundongos), análises são feitas sobre efeitos da vacina em humanos. Na primeira fase, é avaliada a segurança do produto. Geralmente, é feita em cerca de 300 voluntários, todos saudáveis, que residam em regiões sem a circulação do vírus. Essa etapa costuma levar cerca de um ano. Vasconcelos vai sugerir que o prazo seja reduzido para um período que varie entre 3 e 6 meses.
     
    Na fase dois, o objetivo é avaliar a capacidade de a vacina produzir a imunidade no organismo. Nesta etapa, o teste é feito geralmente em cerca de 2 mil pessoas. Os efeitos são avaliados por um período de até dois anos. Vasconcelos vai sugerir que a análise seja feita em um prazo que varie entre seis meses e um ano.
     
    “Se o imunizante mostrar-se capaz de neutralizar a ação do vírus selvagem por esse período, há grandes chances de que isso valha para um prazo mais longo”, completou o diretor do Evandro Chagas.
     
    Na terceira fase, em que se analisa a eficácia da vacina, são testadas cerca de 30 mil pessoas. O tempo desta etapa, afirmou, também pode ser reduzido de forma significativa. “Se conseguirmos sensibilizar a OMS, acredito que a vacina poderá estar disponível num prazo de cinco anos”, disse. “Se há alguns anos fizéssemos uma proposta como essa, seríamos criticados. Mas, com tecnologia atual, é possível cumprir esse prazo, com segurança.”
     
    A vacina desenvolvida pelo Instituto Evandro Chagas do Pará e pela Universidade Medical Branch tem como público alvo mulheres em idade fértil, que não estejam grávidas. O projeto prevê a aplicação de uma dose. Um outro imunizante está em fase sendo desenvolvido também, que poderia ser usado por gestantes. Este, no entanto, não é feito com vírus atenuado, mas com DNA recombinante.
     
    fonte: Uol Saúde
  • Decisão que suspende liberação da

    Decisão que suspende liberação da

    Após o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubar a validade da lei que liberava a produção e o uso da fosfoetanolamina, conhecida como “pílula do câncer”, autoridades de saúde classificaram a decisão como positiva e defenderam a necessidade da realização de testes com a substância.
     
    A decisão do STF foi tomada nesta quinta-feira (19). Por 6 votos a 4, os ministros entenderam que a liberação da “pílula do câncer” deve ser interrompida por não ter estudos que comprovem sua segurança e eficácia.
     
    Parte dos ministros também argumentou que a norma editada pelo Congresso invade competência da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
     
    Em nota, o Ministério da Saúde diz que a decisão “ratifica parecer técnico” da pasta, o qual define que é preciso aguardar a conclusão dos estudos clínicos antes de permitir seu uso.
     
    A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também classificou a suspensão como “positiva”. Segundo a agência, ao abrir mão de testes clínicos, poderia haver riscos à saúde dos pacientes.
     
    “Ou seja: não teria bula, data de validade ou data de fabricação. Se ocorressem casos de falsificação da substância, teríamos dificuldades em localizá-los”, disse em nota o diretor-presidente da agência, Jarbas Barbosa.
     
    “A lei que autorizou o uso da fosfoetanolamina, sem que essa substância tenha que passar por todos os testes que assegurem que ela, efetivamente, tem segurança e eficácia, ia totalmente contra tudo o que é praticado no mundo moderno e nos países civilizados. Ia contra a própria legislação brasileira, que desde 1976, vem construindo e aperfeiçoando nosso sistema regulatório”, completa.
     
    PACIENTES
     
    Para Luciana Holtz, presidente do Instituto Oncoguia, associação que representa pacientes com câncer, a decisão do STF foi a mais “responsável” a ser tomada no momento.
     
    “Sabemos que isso vai gerar uma grande angústia nos pacientes que estão esperando pela 'fosfo'. Mas estamos com os estudos no Icesp começando, e caminhando bem. Talvez seja muito importante e responsável esperar que esses estudos aconteçam, antes de sair distribuindo totalmente de forma indiscriminada, sem saber direito como funciona”, afirma.
     
    “Precisamos ter mais certezas, e as certezas precisam vir da ciência. Os estudos precisam acontecer para termos mais segurança de que realmente a fosfoetanolamina vai fazer a diferença na vida de muita gente.” 
     
    Fonte: Folha de São Paulo
     
  • Estudo aponta que não tomar sol e tão prejudicial quanto fumar

    Estudo aponta que não tomar sol e tão prejudicial quanto fumar

    Publicação da revista científica Journal of Internal Medicine realizada com 30 mil mulheres por cerca de 20 anos aponta que pessoas que não fumam, mas também não tomam sol têm a mesma expectativa de vida de pessoas que fumam.
     
    Este estudo indica que evitar o sol é um fator de risco de morte da mesma magnitude que fumar. Quando comparado a alguém que se expõe mais ao sol, a expectativa de vida de quem não toma muito sol pode diminuir até 2 anos e 1 mês. 
     
    Os pesquisadores do Hospital Universitário de Karolinska, na Suécia, responsáveis pelo estudo, notaram que mulheres que mulheres que tomam mais sol tem menos riscos de problemas cardiovasculares e doenças crônicas como diabetes e esclerose múltipla do que quem evita o sol. 
     
    Um ponto interessante do estudo é que os benefícios aumentam conforme a pessoa toma mais sol. 
    Infelizmente, nem tudo são flores, os pesquisadores afirmam que também houve um aumento na incidência de câncer de pele entre quem se expunha mais ao sol. “Contudo, o câncer de pele em pessoas que se expunham mais ao sol tinha um prognóstico melhor do que aquelas que tomavam menos sol”, diz o Dr. Pelle Lindqvist, autor do estudo. 
     
    Diante de tudo isso, Lindqvist defende que a mulher não deve se expor nem demais e nem de menos ao sol. “Há tempos sabemos que existem três hábitos que são perigosos para a nossa saúde, são eles: fumar, sedentarismo e estar acima do peso. Agora, com esta pesquisa vimos que existe um quarto: evitar exposição ao sol”, conta Lindqvist.
     
    Fonte: Portal do Coração
     
  • Anuidade 2016 CRF-AL

    Anuidade 2016 CRF-AL

    Para sua maior comodidade, o CRF/AL confecciona e envia o CARNÊ para o pagamento das Anuidades todos os anos. Caso o mesmo não seja recebido em tempo hábil para pagamento, acesse o ícone (ANUIDADES), no acesso fácil do site do CRF-AL e imprima a 2ª via do carnê.
     
    O valor da Anuidade pode ser pago a vista ou parcelado, sendo:
     
    > 1º Opção em cota única com vencimento com 10% de desconto, em 31/01/2016;
     
    > 2º Opção em cota única com vencimento com 5% de desconto, em 29/02/2016;
     
    > 3º Opção em cota única com vencimento sem desconto, em 31/03/2016;
     
    >> Parcelado em 5 vezes iguais, sem descontos ou acréscimos, deve-se obrigatoriamente efetuar o pagamento das parcelas nas datas:
     
    >> 1ª Parcela em 31/01/2016;
     
    >> 2ª Parcela em 29/02/2016;
     
    >> 3ª Parcela em 31/03/2016;
     
    >> 4ª Parcela em 30/04/2016;
     
    >> 5ª Parcela em 31/05/2016.
     
    Registramos para o seu conhecimento que as Anuidades pagas pelos profissionais inscritos e empresas registradas perante o Conselho Regional permite as atividades da Entidade na defesa dos interesses da categoria e da saúde da população, como a garantia da presença constante de um profissional registrado e habilitado à frente das diversas atividades farmacêuticas.
     
    Além disso, a Anuidade consiste em tributo devidamente previsto em lei, de recolhimento compulsório aos inscritos perante o CRF/AL para o exercício de sua profissão (Artigos 13 e 22 da Lei 3.820/60), devendo, portanto ser pagas tanto pelos profissionais quanto pelas empresas (mesmo para os casos de propriedade de farmacêutico).
     
    Por fim, alertamos que o pagamento efetuado após as datas de vencimento implica em multa de 20% (vinte por cento), correção monetária e juros de 1% (um por cento) ao mês nos termos da legislação vigente.
     
    EVITE DESENCONTROS, MANTENHA SEU CADASTRO ATUALIZADO JUNTO AO CRF-AL
     
    Mantendo seu cadastro atualizado você receberá informações e novidades pertinentes à profissão farmacêutica, notícias e boletins informativos necessários para o crescimento profissional.
     
    Dessa forma, você receberá as correspondências com segurança e dentro dos prazos estabelecidos. 
     
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  • Gripe H1N1 já matou 470 pessoas no Brasil em 2016

    Gripe H1N1 já matou 470 pessoas no Brasil em 2016

    Saiu nesta segunda-feira (16) um novo balanço do Ministério da Saúde com os números da gripe H1N1 em todo o Brasil.
     
    Este ano, até o dia 9 de maio, foram registrados 2.375 casos da gripe H1N1. E 470 pessoas morreram, por causa do vírus da gripe H1N1.
     
    O estado com o maior número de mortes é São Paulo. Foram 223.
     
    Depois, aparecem Rio Grande do Sul, com 39 mortes; Goiás, com 26; e Paraná, com 24.
     
    E o Bom Dia Brasil vem mostrando que muita gente teve dificuldade para se vacinar contra a gripe. E não foi só na rede pública, não. Em pelo menos sete estados, está faltando vacina nas clínicas particulares. Assista à reportagem completa no vídeo ao lado.
     
    O Ministério da Saúde informou que mais de 35 milhões de brasileiros já foram vacinados. Isso representa 71% do público alvo da campanha, que vai até sexta-feira (20).
     
    Fonte: G1 – Bom dia Brasil
  • Casos prováveis de chikungunya crescem 562%; zika avança

    Casos prováveis de chikungunya crescem 562%; zika avança

    Em meio a uma tríplice epidemia, o Brasil tem vivido um avanço nos atendimentos por chikungunya e zika, ao mesmo tempo em que o ritmo de novos casos de dengue começa, pouco a pouco, a diminuir. As três doenças são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
     
    Dados do Ministério da Saúde, contabilizados até o dia 23 de abril, mostram que o País já registra ao menos 64.349 casos prováveis de febre chikungunya, cujo quadro é marcado por fortes dores nas articulações, distribuídos em 1.358 municípios. O número de casos é 562% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando havia 9.710 registros. Já em todo o ano de 2015, foram 38.332, o que indica que a doença pode estar se espalhando com maior rapidez nos últimos meses.
     
    O novo boletim epidemiológico foi divulgado na tarde de ontem. Além do avanço da chikungunya, o balanço também mostra que é alto o número de casos prováveis de infecção por zika: já são 120.161 registros neste ano. Para comparação, relatório anterior da pasta, com dados até o dia 2 de abril, apontava 91.387 casos prováveis. Em três semanas, o aumento foi de 31,5%.
     
    Dengue desacelera
     
    Enquanto os casos de zika e chikungunya continuam a crescer no País, os registros de dengue têm dado os primeiros sinais de desaceleração nas últimas semanas, de acordo com o Ministério da Saúde. Ainda assim, é alto o número de casos prováveis da doença, que já supera 1 milhão de registros. São 1.054.127 atendimentos contabilizados até 23 de abril deste ano, segundo os dados mais recentes disponíveis. No mesmo período de 2015, eram 994.205 casos.
     
    Fonte: www.comerciodojahu.com.br
  • Velha conhecida, vacina contra rinite diminui sintomas em até 80%

    Um estudo da Faculdade de Medicina de Jundiaí confirmou que as vacinas contra a rinite alérgica podem reduzir em até 80% os sintomas da doença, que é uma inflamação crônica na mucosa que reveste o nariz. O tratamento, que existe ao menos desde a década de 1990, geralmente é feito ao longo de mais de um ano e não está disponível no SUS (Sistema Único de Saúde).
     
    Para medir a eficácia, o pesquisador Edmir Américo Lourenço, professor de otorrinolaringologia da faculdade, analisou dados de 281 pacientes tratados com 30 doses da vacina, tomadas ao longo de 14 meses. Verificou-se depois a evolução dos sintomas num período de dez anos. “Constatou-se um índice de melhora total em torno de 79%, analisando quatro sintomas: coceira, espirros, secreção e entupimento do nariz.”
     
    A pesquisa foi publicada na revista brasileira editada em língua inglesa “International Archives of Otorhinolaryngology”. 
     
    Segundo Milton Orel, otorrinolaringologista especialista em rinite, a pesquisa não é uma novidade. A qualidade da vacina para esse tipo de doença já foi testada por estudos anteriores. “Recentemente conseguimos montar uma vacina superespecífica para cada paciente. Quanto melhor a vacina, menores serão os efeitos colaterais”, afirma.
     
    A OMS (Organização Mundial de Saúde) definiu em 1997 orientações para a imunoterapia com alérgenos. Segundo a entidade, a duração do tratamento para manter a melhoria dos sintomas é desconhecida. Muitos estudos recomendam de 3 a 5 anos, mas a decisão de quando interromper o uso da vacina deve ser individualizada.
     
    Como funciona
     
    Orel explica que grande parte das rinites é causada por algum fator alérgico. Os mais comuns são os respiratórios, como ácaros da poeira, pelos de animais, fungos do ar e pólen. Também existem causas irritativas, como cigarro, perfume e produtos de limpeza. É possível ainda ter rinite por causas hormonais, emocionais e por reação a medicamentos.
     
    Para a produção da vacina é feita uma pesquisa para detectar, na pele ou no sangue, quais fatores causam a alergia. “Você injeta pedacinhos daquilo que dá alergia na pessoa em doses que vão aumentando ao longo do tempo”, afirma.
     
    O custo do tratamento pode variar de acordo com o consultório, mas gira em torno de R$ 2 mil por ano.
     
    Lourenço ressalta que a vacina só é recomendada em casos graves de rinite alérgica, quando a qualidade de vida do paciente está comprometida. Em geral, o uso de soro nasal e sprays com corticoides são suficientes para reduzir os sintomas da rinite. 
     
    “Recomendamos quando a qualidade do sono do paciente está muito ruim, afetando seu desempenho profissional e social. Quando ele tem alterações no humor porque acaba dormindo mal, quando tem ressecamento de garganta, pigarro e faringite frequentes.”
     
    Rinite não tem cura
     
    “A rinite é uma doença crônica, assim como hipertensão e diabetes. Não tem nenhum tratamento que cure para sempre. É uma questão de controle dos sintomas”, afirma Francisco Mazon, clínico geral e pneumatologista da USP (Universidade de São Paulo).
     
    Para evitar as crises, Mazon recomenda que as pessoas retirem tapetes, carpetes e cortinas de casa, troquem cobertores por edredons e evitem bichos de pelúcia. “É importante também manter a casa arejada, sem pontos de mofo e umidade em excesso.”
     
    Fonte: Uol Saúde